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Investidores embarcaram na terça-feira na tese de possível vitória em primeiro turno, levando a alta no Ibovespa e queda do dólar; tese é considerada muito difícil, porém não é inviável.
O pregão de terça-feira nos mercados de bolsa, câmbio e juros foi uma degustação do que seria a eleição em primeiro turno do candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Evento tido como possível, mas pouco provável.
O pano de fundo veio com a pesquisa Ibope que mostrou uma alta de 4 pontos percentuais na intenção de voto de Bolsonaro, para 31%. Mas mais relevante que isso, um salto de 11 pontos na rejeição do petista de Fernando Haddad, para 38% contra 44% do capitão.
Junto com a pesquisa Ibope, que segundo um ex-tesoureiro, estava “fora de prumo” em comparação com as demais, outros eventos levaram o mercado a embarcar na tese da possível vitória em primeiro turno. E se não for no primeiro turno, esses eventos podem facilitar a campanha até o dia 28 de outubro. “Mercado funciona assim. Fazer o quê”, diz ele.
Como diz um amigo esse é o mercado Tim Maia. “Me dê motivo”, como diz a música. E o mercado Tim Maia vale para os dias de alta e baixa. O mercado queria um motivo e o encontrou.

A declaração de apoio da bancada ruralista a Bolsonaro também é citada como fator importante para o bom-humor. “Acho um apoio muito importante, dá sinal de governabilidade”, diz o gestor da SF2 Investimentos Sergio Machado.
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Para Machado, o pregão desta terça-feira foi sim uma “provinha” de vitória em primeiro turno. Para o gestor, se essa tese se confirmar, o Ibovespa buscaria rapidamente os 100 mil pontos e o dólar ia testar a zona baixa dos R$ 3,0. “Depois tem que ver como os caras dançam.”
Segundo Machado, parece haver um “efeito onda” na candidatura de Bolsonaro, com mais gente buscando “liquidar a fatura” no primeiro turno. “Liquida essa fatura e vamos trabalhar. Não se aguenta mais política.”
Alimentando essa percepção está a avaliação dos eventos do fim de semana. Sábado foi o dia do #Elenão, marcado por manifestações contrárias a Bolsonaro. A resposta veio no domingo, com diversas demonstrações de apoio ao candidato em todo país.
“Sem o poder de mobilização que o PT historicamente tem, Bolsonaro conseguiu juntar milhões de pessoas a favor dele. Isso mostra que o eleitor dele é convicto”, diz o ex-tesoureiro.
Para ele, essa é a eleição do “ódio” contra a “revanche”. A manifestação do lado da “revanche petista”, no sábado, despertou ainda mais o “ódio ao PT”.
Outro vetor foi o apoio formal do bispo Edir Macedo à candidatura de Bolsonaro. Boa parte do chamado “voto evangélico” – geralmente disperso – já estava com Bolsonaro e ganhou reforço.
No meio do oba-oba do dia, meu amigo estrangeiro pergunta: “Não entendo esse rali. O Haddad foi preso ou algo parecido?”
O economista e sócio da GO Associados, Eduardo Velho, avalia que a chance de vitória de Bolsonaro de fato aumentou.
Sua avaliação tem com base um modelo matemático feito por especialistas da GO que busca estimar as probabilidades de vitória levando em consideração outros fatores além da intenção de voto.
Por esse modelo, alimentado com os últimos dados da pesquisa Ibope, a probabilidade de vitória de Bolsonaro saiu de perto de zero para 49%. Enquanto que a chance de vitória de Haddad que beirava os 100% após a pesquisa Datafolha do dia 28 de setembro, caiu para 51%. A variável que mais pesou na modelagem estatística foi o salto na rejeição de Haddad.
Como a avaliação é de que a rejeição a Haddad tem espaço para aumentar mais, a chance de vitória de Bolsonaro seria maior, mas após os dois turnos.
Para Velho, uma definição em primeiro turno seria muito difícil. Bolsonaro tem cerca de 37% dos votos válidos no quadro atual, considerando a pesquisa Ibope. Ele teria que conseguir outros 13 pontos até domingo. “Acho pouco provável”, diz.
Para o economista, com a chance de uma agenda mais liberal o mercado deve reagir de forma positiva à vitória de Bolsonaro. Depois os investidores tentariam verificar qual seria o grau de autonomia de Paulo Guedes para levar essa agenda adiante.
Com o mercado fechado, saiu nova sondagem Datafolha, que renovou o bom humor. Índices de ações brasileiras negociadas no exterior acentuaram alta. Os números mostraram crescimento de 28% para 32% da intenção de voto em Bolsonaro. Haddad caiu na margem, de 22% para 21%. Entre as mulheres, o capitão passou de 21% para 27%, acima de Haddad, que tem 20%.
A taxa de rejeição de Bolsonaro cedeu, marginalmente, de 46% para 45%, já para a Haddad, a taxa subiu de 32% para 41%. Em eventual segundo turno o candidato do PSL aparece com 44%, ante 39% da sondagem anterior, enquanto o petista caiu de 45% para 42%. Empate técnico.
Toda essa movimentação sempre me faz lembrar que algo que aprendi com um amigo operador: “O mercado financeiro não elege ninguém. Só ajuda a derrubar.”
E você, concorda com o mercado e acha que o Bolsonaro vai ganhar no primeiro turno? Diga abaixo nos comentários!
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