🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Ajuste fiscal no radar

Horas depois do fim da eleição, Moody’s e Fitch já batem na porta de Bolsonaro para cobrar medidas

Agências querem que o novo governo tenha compromisso com a agenda de reformas e esperam atividade da equipe de Bolsonaro

Jair Bolsonaro
Bolsonaro já começa a receber demandas do mercado para que promova reformasImagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil)

Mal foi eleito e o governo Bolsonaro já começou a ser cobrado de todos os lados, principalmente em relação à economia. E as agências de classificação de risco Moody's e a Fitch foram umas das primeiras a pressionarem o novo presidente. Elas vieram a público nesta segunda-feira, 29, para cobrar atenção à agenda de reformas consideradas fundamentais para o equilíbrio das contas públicas do País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destaque ficou para a reforma da Previdência, uma das principais bandeiras empunhadas, sem sucesso, pelo governo de Michel Temer.

Na Moody's, a vice-presidente Samar Maziad afirmou ao Estadão/Broadcast que a aprovação de uma boa reforma da Previdência Social no próximo ano pelo Congresso "será positiva para a economia e a avaliação de crédito de rating do Brasil", bem como se ela for rejeitada pelos parlamentares haverá impacto negativo para fatores como confiança e investimentos.

É importante lembrar que as duas agências também balizam a nota de crédito do Brasil através das ações do governo e de sua atividade no sentido de melhorar a situação fiscal.

Para Samar, o presidente eleito Jair Bolsonaro precisará obter o consenso do Congresso para aprovar esta mudança constitucional e que essa reforma requer grande apoio popular, demanda negociação e habilidade política junto ao parlamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já para a Fitch, o alerta é sobre como uma implementação "fraca" de reformas estruturais, como a da Previdência, poderia minar a confiança de investidores no País, aumentar os custos de empréstimos e afetar "adversamente" a perspectiva de médio prazo para o crescimento.

Leia Também

ATENÇÃO, FARIA LIMERS!

Bicicletas elétricas e patinetes terão limite de velocidade em São Paulo; entenda as novas regras

ECLIPSE LUNAR QUASE TOTAL

96% da Lua vai desaparecer na madrugada e fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil; veja horários

Em relatório divulgado nesta segunda-feira, 29, a agência destaca que o forte apoio eleitoral ao capitão reformado e ao seu partido poderiam "impulsionar" o capital político do novo governo e habilitá-lo a construir uma maioria legislativa se partidos centristas oferecerem apoio.

No entanto, pondera, é "incerto" quão efetivamente o novo governo conseguirá usar o "período de lua de mel" nos primeiros meses de mandato para priorizar e aprovar sua agenda econômica.

Projeto só em 2019

A equipe de Bolsonaro parece querer tocar a pauta de reformas com calma. O deputado federal e futuro ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse hoje que o projeto de reforma da Previdência deverá ser rediscutido somente a partir do ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, a proposta que está atualmente parada no Congresso representa um "remendo" e é preciso aprovar uma proposta mais definitiva. "Não dá para ficar mexendo na vida das pessoas de cinco em cinco ano. A tendência é apresentar projeto novo da Previdência no início do ano que vem".

O futuro ministro disse que a proposta a ser apresentada terá dois princípios básicos. O primeiro é justamente um horizonte mais amplo da reformulação. Já a segunda premissa, disse, é separar o que é assistência social do restante dos benefícios previdenciários.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
castelo gótico Mark Zuckerberg 24 de agosto de 2026 - 10:29
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 24 de agosto de 2026 - 6:44
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 24 de agosto de 2026 - 5:43
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 24 de agosto de 2026 - 5:06
trading day trade 23 de agosto de 2026 - 9:00
ETF GOLB11 ouro 22 de agosto de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar