O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agências querem que o novo governo tenha compromisso com a agenda de reformas e esperam atividade da equipe de Bolsonaro

Mal foi eleito e o governo Bolsonaro já começou a ser cobrado de todos os lados, principalmente em relação à economia. E as agências de classificação de risco Moody's e a Fitch foram umas das primeiras a pressionarem o novo presidente. Elas vieram a público nesta segunda-feira, 29, para cobrar atenção à agenda de reformas consideradas fundamentais para o equilíbrio das contas públicas do País.
O destaque ficou para a reforma da Previdência, uma das principais bandeiras empunhadas, sem sucesso, pelo governo de Michel Temer.
Na Moody's, a vice-presidente Samar Maziad afirmou ao Estadão/Broadcast que a aprovação de uma boa reforma da Previdência Social no próximo ano pelo Congresso "será positiva para a economia e a avaliação de crédito de rating do Brasil", bem como se ela for rejeitada pelos parlamentares haverá impacto negativo para fatores como confiança e investimentos.
É importante lembrar que as duas agências também balizam a nota de crédito do Brasil através das ações do governo e de sua atividade no sentido de melhorar a situação fiscal.
Para Samar, o presidente eleito Jair Bolsonaro precisará obter o consenso do Congresso para aprovar esta mudança constitucional e que essa reforma requer grande apoio popular, demanda negociação e habilidade política junto ao parlamento.
Já para a Fitch, o alerta é sobre como uma implementação "fraca" de reformas estruturais, como a da Previdência, poderia minar a confiança de investidores no País, aumentar os custos de empréstimos e afetar "adversamente" a perspectiva de médio prazo para o crescimento.
Leia Também
Em relatório divulgado nesta segunda-feira, 29, a agência destaca que o forte apoio eleitoral ao capitão reformado e ao seu partido poderiam "impulsionar" o capital político do novo governo e habilitá-lo a construir uma maioria legislativa se partidos centristas oferecerem apoio.
No entanto, pondera, é "incerto" quão efetivamente o novo governo conseguirá usar o "período de lua de mel" nos primeiros meses de mandato para priorizar e aprovar sua agenda econômica.
A equipe de Bolsonaro parece querer tocar a pauta de reformas com calma. O deputado federal e futuro ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse hoje que o projeto de reforma da Previdência deverá ser rediscutido somente a partir do ano que vem.
Para ele, a proposta que está atualmente parada no Congresso representa um "remendo" e é preciso aprovar uma proposta mais definitiva. "Não dá para ficar mexendo na vida das pessoas de cinco em cinco ano. A tendência é apresentar projeto novo da Previdência no início do ano que vem".
O futuro ministro disse que a proposta a ser apresentada terá dois princípios básicos. O primeiro é justamente um horizonte mais amplo da reformulação. Já a segunda premissa, disse, é separar o que é assistência social do restante dos benefícios previdenciários.
*Com Estadão Conteúdo.
SEMPRE ELA
LONDRES BRASILEIRA
ATENÇÃO TURISTA!
PESSIMISMO NO RADAR
FUNDO COM LIMITES
EM BUSCA DE DINHEIRO
EDUCAÇÃO NO BRASIL
CERVEJA DE GRAÇA
TEMPO DE COPA
ACUMULOU
RENDA EXTRA
RECADO DURO
BOMBOU NO SD
GUIA DOS VESTIBULANDOS
A PREÇO DE ÁGUA?
BONANÇA FICOU PRA TRÁS
MAIS VALIOSAS
OS MAIORES SALÁRIOS
OS EFEITOS DA MEDIDA