🔴 FÁBRICA DE AGENTES DE IA: TENHA ACESSO AOS MESMOS AGENTES AUTÔNOMOS USADOS NA EMPIRICUS – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

No meio da turbulência

Fazer negócio no Brasil ficou mais arriscado? Uma das maiores empresas de serviços profissionais do mundo diz que sim

Prestadora de serviços KPMG mostra que três fatores tornaram os negócios no Brasil mais desafiadores

Logo da KPMG
KPMG: incerteza eleitoral, guerra comercial e regulações mais rigorosas são os principais fatores de risco do paísImagem: Shutterstock

Já diria Tom Jobim em uma de suas mais célebres frases: "O Brasil não é para principiantes". Não bastasse todas as turbulências econômicas dos últimos anos, o cenário para negócios do Brasil se tornou particularmente desafiador nos últimos meses. E isso é motivo de alerta para você de empreende, ou quer empreender, por aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a prestadora de serviços profissionais KPMG, essa perspectiva negativa para o Brasil tem três pilares de sustentação: a incerteza eleitoral, a guerra comercial e as regulações mais rigorosas. Um estudo de gerenciamento de riscos feito pela empresa mostrou que o país teve um aumento expressivo da quantidade de fatores de risco divulgados pelas empresas que mantêm negócios por aqui. Ao todo, são 6.980 riscos mencionados pelas companhias.

Essa soma representa um aumento de 32% em relação ao divulgado em 2017, quando as empresas listaram 5.280 riscos. Foi a primeira alta verificada pela consultoria nesse tipo de levantamento. Em 2016, foram anunciados 5.432 riscos e, em 2014, 5.807.

Por setor, os riscos identificados este ano estão divididos em consumo cíclico (1.844), financeiro (1.130), bens industriais (994), utilidade pública (983), materiais básicos (548), consumo não cíclico (545), saúde (410), tecnologia da informação (214), petróleo, gás e biocombustíveis (204), e telecomunicações (108).

Preparados para a crise

Outro dado interessante da pesquisa da KPMG mostra que os executivos no Brasil estão mais preocupados em expor os fatores de risco da economia brasileira. O medo deles é de que a falta de informação sobre esses riscos traga punições e manchem a imagem dos negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa precaução é comprovada por outro dado da pesquisa: os setores mais regulados foram os que apresentaram maior porcentual de companhias com área específica dedicada ao gerenciamento de riscos. Este índice chega a 100% nas empresas de telecomunicações, 78% no setor financeiro e 77% nas empresas de utilidade pública.

Leia Também

MARGEM EQUATORIAL

Petrobras (PETR4) e MPF entram em briga pela exploração de petróleo na Foz do Amazonas. Qual é o impasse?

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Bradesco (BBDC4) está prestes a receber R$ 10 bilhões para crescer, mas não vai acelerar: “Não queremos voo de galinha”, diz CFO

Nem tudo está perdido

Sei que essa reportagem trouxe notícias pouco animadores para os executivos brasileiros de plantão. Mas uma fala do Sidney Ito, sócio da KPMG, mostra que há uma luz no fim do túnel: "gerenciar riscos não é gerenciar somente problemas, mas também oportunidades de crescimento, modernização e diferenciação da concorrência. Aqueles que encararem o tema com essa percepção assumirão a dianteira"

Para Ito, o Brasil ainda deve avançar na implantação da estrutura de gerenciamento de riscos, de modo que podemos evoluir muito na identificação dos principais fatores e na qualidade das informações sobre o tema.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
pessoas vestindo ternos e roupas formais deixam a B3, bolsa de valores brasileira 19 de setembro de 2026 - 12:38
Logo do Itaú (ITUB4) 18 de setembro de 2026 - 18:34
Itaú (ITUB4) aluga 100% do Esther Towers, da EZ Tec (EZTC3). 18 de setembro de 2026 - 10:18
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 17 de setembro de 2026 - 18:34
Fachada loja Natura 17 de setembro de 2026 - 18:24
Gráfico de ações e sacolas de compras para representar empresas do varejo 17 de setembro de 2026 - 18:00
Fachada da Raia, da RD Saúde (RADL3). 16 de setembro de 2026 - 12:01
Celular com logo Nubank 16 de setembro de 2026 - 10:44
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 15 de setembro de 2026 - 19:26
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 15 de setembro de 2026 - 19:14
Weg (WEGE3) 15 de setembro de 2026 - 17:52
Em um fundo com cifrões caindo do céu, o símbolo da Vivo aparece no centro da imagem 14 de setembro de 2026 - 19:10
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar