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Comércio exterior, investimentos, desempenho econômico… Entenda os fatores que mexem com a moeda americana
A cotação do dólar é acompanhada atentamente pelos brasileiros quase como a tabela do Brasileirão, a novela das 21h ou as pesquisas eleitorais.
É claro que queremos viajar nas férias, comprar produtos importados, proteger nosso patrimônio e ganhar dinheiro com nossos investimentos. Alguns têm obrigações em dólar ou planejam morar fora um dia.
Mas acho que, no fundo, temos mesmo é um medo histórico de a nossa economia entrar em colapso e precisarmos comprar dólares loucamente para guardar debaixo do colchão.
O dólar é uma moeda. E moedas são bens – ou ativos – como quaisquer outros. A cotação do dólar em reais representa seu preço como mercadoria, isto é, quantos reais são necessários para comprar uma unidade de dólar.
Grosso modo, o que faz a cotação do dólar se mexer, ao menos no curto prazo, é o mesmo mecanismo que, em geral, faz o preço de qualquer bem subir ou cair: a lei da oferta e da demanda. Estou falando aqui dos movimentos diários no mercado de câmbio.
Essa parte é bem fácil de entender: se um bem ou serviço tem uma oferta maior que a demanda, seu preço cai, e vice-versa. No curto prazo, essa lógica vale para praticamente qualquer bem ou serviço, incluindo as moedas.
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No longo prazo, entretanto, a cotação do dólar está profundamente ligada ao desempenho da economia americana e à política monetária dos Estados Unidos. Da mesma forma, o valor de cada moeda reflete a força das economias dos seus respectivos países.
A valorização ou desvalorização de uma moeda em relação a outras tem muito a ver com o desempenho econômico de um país em relação ao outro, bem como com a inflação de longo prazo nas economias que estão sendo comparadas.
Friso, porém, que não são apenas os fatos já concretizados que afetam a oferta e a demanda por moedas, bem como os valores das cotações no longo prazo. As expectativas – o que o mercado espera para o futuro – também influenciam o sobe e desce das moedas.
Assim, a oferta e a demanda de dólar, por exemplo, não são afetadas apenas pelo que as pessoas e empresas estão comprando ou vendendo no dia, mas também pelas expectativas futuras.
Suponha que os investidores estrangeiros que miram o mercado brasileiro temam que a nossa economia se enfraqueça. Eles montarão suas posições de acordo com essas expectativas, o que pode levar o real a se enfraquecer diante da moeda americana e levar a cotação do dólar para cima. Em outras palavras, nada de concreto precisa ter realmente acontecido para esse movimento ocorrer.
Até aí, tudo bem. Mas você pode estar se perguntando: o que afeta a oferta e a demanda por dólares? Como o desempenho econômico e a política monetária dos EUA se traduzem em alta ou queda da moeda americana? E o que a inflação tem a ver com tudo isso?
Bem, para começar, lembre-se de que o câmbio é a variável econômica mais difícil de se explicar e prever a partir de modelos e estatísticas.
Há uma série de fatores globais e locais, que podem estar interligados, se somar, se anular ou se atenuar mutuamente. Muitas vezes, não é possível atribuir a trajetória da moeda americana a apenas um deles.
O infográfico a seguir mostra alguns movimentos importantes do dólar ante o real desde que a atual moeda foi adotada em 1994. Marcamos alguns pontos importantes, que ilustram bem alguns fatos ocorridos nas últimas décadas que afetaram a cotação da moeda americana. (Se você estiver lendo no celular, basta passar a setinha para a direita.)
Depois do infográfico, eu listei e expliquei alguns exemplos de situações que fazem a cotação do dólar subir ou cair. Para elaborar esse texto, eu contei com a assessoria do professor Marcos Piellusch, do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (Labfin/FIA).
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O comércio internacional é uma forma de o país trocar dólares com o exterior, aumentando ou reduzindo a quantidade de moeda americana no seu mercado.
Se o país importa mais do que exporta, há uma saída maior de dólares. Mantida a quantidade de reais em circulação, a moeda americana se torna mais escassa e se valoriza.
Se o país exporta mais do que importa, por outro lado, há uma grande entrada de moeda americana, e a cotação do dólar tende a cair.
Lembrando que as perspectivas em relação às importações e exportações futuras já afetam a cotação da moeda no presente.
Nos anos 2000 até meados de 2012, o Brasil se beneficiou do crescimento chinês, que elevou a demanda – e consequentemente o preço – das matérias-primas, também chamadas de commodities.
Esses produtos são os carros-chefes da nossa pauta de exportações. Nessa época, a força das nossas exportações foi um dos fatores que contribuíram para manter a cotação do dólar comportada, inclusive após a crise de 2008.
A cotação do dólar também está muito relacionada a como os investidores estrangeiros entendem o risco da economia brasileira. Fatores que elevam o risco-país tendem a desvalorizar o real frente ao dólar, enquanto que aqueles que reduzem o risco-país tendem a valorizá-lo. E aqui, novamente, estamos falando tanto do desempenho que o país já vem mostrando como das perspectivas econômicas futuras.
Isso porque uma economia vista como não tão arriscada atrai os dólares dos investidores estrangeiros, seja na forma de investimento direto, seja por meio de aplicações no mercado de capitais. Com mais dólares no país, a cotação da moeda americana cai.
Voltemos ao exemplo do boom das commodities. Nos anos 2000, o Brasil viu um crescimento formidável, muito calcado nas exportações de matérias-primas. Os dólares entraram via exportações e investimentos.
Mesmo após a crise de 2008, a economia brasileira continuou se saindo bem, e os países emergentes se tornaram o motor do crescimento mundial, puxados pela China.
Num primeiro momento, o dólar disparou. Mas à medida em que os emergentes se mostraram resilientes, tornaram-se destino favorito de investimentos internacionais.
O mundo estava inundado de dólares, pois os juros americanos estavam muito baixos, numa tentativa do governo de reanimar sua economia. Com a crise batendo forte nos países desenvolvidos, investimentos estrangeiros migraram para os emergentes.

Por outro lado, uma economia vista como muito arriscada afasta os investidores estrangeiros, levando à apreciação do dólar. Alguns investidores, inclusive, tiram o seu dinheiro do país por obrigação.
Existem grandes fundos de investimento, como fundos de pensão e fundos hedge, que são obrigados, por regulamento, a apenas investir em países que detenham o chamado grau de investimento. Trata-se de um selo de bom pagador concedido pelas agências classificadoras de risco, após analisarem a situação da economia e das contas públicas de cada país.
A partir de 2014, o Brasil entrou em uma forte crise econômica e política que levou à perda do nosso grau de investimento e à disparada do dólar. A moeda americana chegou a superar os R$ 4 no fim de 2015 e início de 2016, atingindo os seus maiores patamares desde a implantação do real.
São diversos os fatores que aumentam o risco da economia de um país. Alguns são bastante óbvios e extremos, como o risco de uma guerra ou de um golpe de Estado, a existência de um governo anticapitalista ou o risco de um calote na dívida pública, sobretudo na dívida externa.
Mas também é possível que um país se torne mais arriscado por uma combinação de fatores bastante familiares aos brasileiros na nossa história recente, como perspectiva de baixo crescimento econômico, déficit fiscal (gastar mais do que arrecada), grande endividamento público e políticos sem compromisso com responsabilidade fiscal e reformas.
Outros fatores a que estamos bastante acostumados por aqui são instabilidade jurídica e inflação.
O primeiro é aquela questão das regras do jogo: quanto mais fortes as instituições de um país e o respeito aos contratos e leis, menos arriscada tende a ser sua economia. A sensação de que as regras mudam a todo momento não é boa para as empresas e eleva o risco.
Já a inflação tem a ver com a estabilidade da moeda. Uma inflação alta indica uma moeda mais instável, o que traz um risco adicional para o investimento, uma vez que o valor investido e o retorno podem oscilar muito ao longo do tempo.
Por aqui, o dólar também costuma subir por conta de risco político, notadamente perto de eleições presidenciais muito disputadas ou quando o candidato favorito é visto como uma ameaça à estabilidade econômica.
O exemplo mais notório disso foram as eleições de 2002, quando Lula estava perto de se eleger pela primeira vez. Naquele ano, o dólar bateu os R$ 4 pela primeira vez.
A atração do Brasil para investidores estrangeiros não está condicionada apenas a fatores internos. Questões internacionais podem tornar nossa economia relativamente mais ou menos interessante.
Se outras economias forem vistas como mais pujantes e/ou menos arriscadas do que a nossa, pode haver uma migração de dólares daqui para esses outros países, desvalorizando o real.
Após a crise de 2008, os Estados Unidos derrubaram suas taxas de juros para tentar reanimar a economia. Como consequência, o mundo foi inundado por dólares, o que manteve a cotação da moeda americana baixa, num primeiro momento.
Na época, os países emergentes foram a mola de crescimento do mundo, atraindo investimentos, enquanto as economias desenvolvidas ainda sofriam com os efeitos da recessão. O Brasil surfou essa onda.
Porém, em 2014, ao mesmo tempo em que o Brasil mergulhava na sua própria crise econômica, os Estados Unidos começaram a retirar suas medidas de estímulo e a considerar a elevação gradual dos juros à medida em que sua economia fosse se recuperando.
A taxa de juros americana efetivamente começou a subir no final de 2015 e passou por uma série de elevações nos anos seguintes.
Tínhamos, de um lado, um Brasil em crise e, do outro, a maior economia do mundo se recuperando e pagando juros mais altos em seus títulos públicos. Não apenas o real tinha motivos para se desvalorizar, como também o dólar passou por uma valorização global.
Soma-se a isso o fato de que os títulos públicos americanos são vistos como os menos arriscados do mundo. Se esses papéis começam a pagar juros mais altos, os investidores internacionais tendem a correr para eles.
Portanto, a cotação do dólar não está ligada apenas ao nosso próprio desempenho econômico, mas também ao desempenho da economia americana e às taxas de juros nos EUA.
Já mencionei o fato de juros altos nos EUA atraírem os investidores para os títulos americanos, pois estes ativos tornam-se mais rentáveis. Esse movimento valoriza o dólar.
Vamos agora a uma explicação mais detida sobre como o diferencial dos juros reais entre dois países afeta a taxa de câmbio. Lembrando que juro real é o juro após o desconto da inflação do país. Ou ainda, o juro acima da inflação.
Na comparação real-dólar, a diferença entre a taxa de juros real brasileira e a americana afeta a cotação do dólar.
A taxa básica de juros de um país é um instrumento que os bancos centrais usam para controlar a quantidade de moeda em circulação, o nível de atividade econômica e a inflação.
As taxas são elevadas quando a ideia é encarecer o crédito, reduzir a quantidade de moeda em circulação, esfriar a atividade e conter a inflação; elas são reduzidas quando se deseja o efeito oposto: aumentar a quantidade de moeda em circulação, baratear o crédito e estimular a economia.
Em geral, se a diferença entre as taxas de juros brasileira e americana é grande, o dólar tende a se desvalorizar. Nesse caso, ou o juro real brasileiro está muito alto, o que aumenta a atratividade dos nossos títulos para os investidores; ou o juro real americano está muito baixo, o que reduz a atratividade dos títulos americanos; ou ambos.
Já se a diferença entre as taxas de juros dos dois países é pequena, o dólar tende a subir. Nesse caso, ou o juro real brasileiro está muito baixo, reduzindo a atratividade dos nossos títulos para os investidores; ou o juro real americano está muito alto, o que aumenta a atratividade dos títulos americanos; ou ambos.
Também já falei aqui sobre como a inflação de um país é uma medida de risco da sua economia. Neste item, vou falar mais detidamente sobre como a inflação afeta o câmbio.
A inflação nada mais é que a desvalorização da moeda ao longo do tempo. Já as taxas de câmbio representam a valorização ou desvalorização das moedas umas em relação às outras. Assim, inflação e taxa de câmbio estão relacionadas.
No curto prazo, uma inflação descontrolada sinaliza uma moeda instável, elevando o risco da economia e, consequentemente, valorizando o dólar em relação à moeda local.
No longo prazo, a valorização ou desvalorização do real em relação ao dólar ou qualquer outra moeda estrangeira acaba obedecendo à própria inflação das economias. Se a inflação em real for superior à inflação em dólar durante vários anos, é uma tendência de longo prazo que o real se desvalorize diante do dólar, ou seja, que a cotação do dólar aumente.
Podemos ver como o diferencial de inflação entre os países afeta o câmbio com um exemplo hipotético envolvendo comércio exterior.
A inflação eleva os custos de produção dos exportadores. Se a inflação no Brasil for muito maior que a inflação lá fora, mantendo-se a cotação do dólar inalterada, pode ser impossível para os exportadores brasileiros repassarem a alta dos custos para os seus preços lá fora. Seus produtos perderiam competitividade.
Com isso, há um desestímulo às exportações e um estímulo às importações, o que faz o real se desvalorizar frente ao dólar. Essa desvalorização, por sua vez, pode devolver a competitividade das exportações brasileiras.
Ora, os governos são agentes com grande poder de afetar a cotação do dólar. A definição da taxa básica de juros pelos bancos centrais, como vimos, é uma forma de controlar a oferta de moeda nacional. Mas é possível agir mais diretamente.
Nós vemos a cotação do dólar subir e descer diariamente porque o Brasil adota o regime de câmbio flutuante. Como o próprio nome indica, a taxa de câmbio pode flutuar livremente.
Mas nem sempre foi assim. Entre a implementação do Real em 1994 e a adoção do câmbio flutuante em 1999, o país teve dois regimes cambiais em que o Banco Central precisava interferir direta e constantemente no mercado de câmbio: o regime de câmbio fixo e o de bandas cambiais.
No primeiro caso, a taxa de câmbio é mantida constante – por aqui, um real equivalia a um dólar. No segundo caso, o câmbio pode flutuar, desde que respeitados certos limites.
Esses regimes cambiais foram usados para conter a inflação galopante da época. Para controlar o câmbio com rédea curta, o Banco Central precisava usar as reservas internacionais do país, comprando ou vendendo dólares conforme o real se valorizava ou desvalorizava.
Assim, se aumentava a atividade econômica e havia mais demanda por reais, o BC tinha de vender dólares para que o real não se apreciasse, e vice-versa. A ideia é manter as proporções entre as duas moedas constantes.

A manutenção desses regimes por muito tempo não é nada fácil, e em 1999 o Brasil precisou adotar o câmbio flutuante.
Na época, crises econômicas na Rússia e na Ásia fizeram o dólar disparar e motivaram ataques especulativos a diversas moedas de países emergentes, entre eles o Brasil. As reservas internacionais brasileiras se mostraram insuficientes para controlar o câmbio e passamos a deixá-lo flutuar livremente.
Na realidade, porém, o que existe por aqui até hoje é o que se convencionou chamar de regime de flutuação suja. Nele, o BC ainda se reserva o direito de intervir pontualmente no mercado de câmbio para não deixar a cotação do dólar variar demais.
Isso tem a ver com duas das atribuições do BC. Uma delas é manter a inflação na meta. Uma valorização muito forte do dólar tende a aumentar os preços dos importados e pressionar a inflação.
A outra é conservar o equilíbrio do Sistema Financeiro Nacional. É função do BC prevenir que o mercado de câmbio pare de funcionar por excesso de compradores ou vendedores de dólar.
Para intervir no mercado de câmbio, o BC pode lançar mão de compra e venda direta de dólares, leilões de dólar ou operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro para conter a alta da moeda americana. Para todas elas, a entidade utiliza as reservas em dólar do país, seja diretamente, seja como garantia da operação.
Não podemos esquecer, finalmente, que o dólar, assim como ouro, é visto como um ativo superseguro para momentos de grandes incertezas globais, ou mesmo pânico.
Na dúvida, é no dólar e nos títulos públicos americanos que os investidores procuram se refugiar. A moeda americana é a mais usada nas transações comerciais e financeiras, além de compor a maior parte das reservas internacionais dos países. Ela tem grande liquidez, podendo ser facilmente comprada sem grandes prêmios ou vendida sem grandes descontos.
Além disso, os Estados Unidos são a maior economia do mundo, sendo vistos como um país seguro, politicamente estável, com instituições sólidas. Seu governo é a entidade com maior poder de arrecadação do planeta. Não se espera, portanto, que os EUA degringolem em uma crise qualquer.
E o que pode desencadear pânico nos investidores? Crises econômicas generalizadas, guerras comerciais, conflitos diplomáticos e geopolíticos sérios, atentados terroristas, ameaças de guerra.
Um exemplo foi o pânico que se seguiu à quebra do banco Lehman Brothers em setembro de 2008, marco do início da crise mundial. Num primeiro momento, o dólar disparou, mesmo sendo os EUA o epicentro da crise.
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