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Perdas e mais perda

Bolsas americanas terminam o ano no vermelho

No último pregão do ano em Wall Street, nem mesmo as simpatias conseguiram salvar as bolsas americanas da maior perda em uma década

31 de dezembro de 2018
20:12 - atualizado às 10:17
vista da nyse em wall street
Vista para o prédio da Nyse, em Wall Street, nos EUA - Imagem: Shutterstock

Às vésperas do fim de ano, as bolsas americanas fecharam o último dia de pregão do ano em alta, principalmente por conta das declarações do presidente Donald Trump sobre um possível acordo comercial com a China. Mas isso não foi suficiente para ajudar Wall Street a se recuperar da maior perda em uma década.

O índice Dow Jones terminou o dia com alta de 1,15%, aos 23.327 pontos. Porém, no acumulado do ano, fechou 2018 com desvalorização de 5,6%, a pior queda desde a crise de 2008.

E a situação não foi diferente com o S&P 500. No dia, o índice obteve alta de 0,85% e fechou em 2.506 pontos. Já no acumulado do ano, o índice encerrou o ano com queda de 6,2%, a pior performance em dez anos.

O Nasdaq, por sua vez, teve leve subida e fechou o pregão de hoje com alta de 0,77%, a 6.635 pontos. Nos últimos 12 meses, o índice amargou queda de 3,88%.

Ainda no pregão de hoje, o índice de volatilidade VIX, que mede o "medo do investidor" teve queda de 10,30%, e foi a 25,42 pontos.

Não foram só as bolsas americanas que desvalorizaram. Os países europeus e asiáticos também amargaram fortes perdas. Em Tóquio, por exemplo, houve a primeira queda desde 2011, com perda de 12,11% no acumulado do ano.

Já a Bolsa brasileira remou na contramão das economias mais fortes e obteve uma performance mais fraca do que a do ano passado, mas fechou o ano com valorização de 15,03%.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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