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Com a Selic estável em 13,75%, 2023 tem tudo para ser o ano da renda fixa (de novo). Veja onde investir nessa classe de ativos para proteger a carteira e também buscar bons rendimentos
A taxa básica de juros, inflação, crescimento econômico e a movimentação do dólar são os holofotes de primeira hora com a volta de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao poder, para um terceiro mandato de presidente
Ainda que o Banco Central brasileiro tenha encerrado o ciclo de alta da Selic, o patamar elevado dos juros e grande instabilidade no cenário macroeconômico favoreceram ativos mais conservadores
Com a piora das expectativas para os juros e a inflação, a bolsa também sofreu sofreu no primeiro pregão da semana
Para Kanczuk, a perspectiva de que o governo eleito será mais gastador terá efeito inflacionário que força Selic a ficar alta por mais tempo
O ano de 2022 e suas diversas turbulências servem, ao menos, como lição: é preciso planejar os investimentos para os cenários adversos
Projeção do BofA para a Selic pode ser considerada otimista em meio a um mercado que já tem precificado uma nova alta dos juros
O que você acharia se eu te dissesse que a ação do banco de maior sucesso do Brasil estivesse pagando algo como 16,5% ao ano?
Ulisses Nehmi, CEO da gestora Sparta, especialista nesta classe de ativos, é o convidado do podcast Touros e Ursos desta semana
Modelo de Mário Mesquita, do Itaú Unibanco, para a trajetória da Selic considera impacto de R$ 100 bilhões da PEC da Transição
Caso investisse R$ 10 mil hoje em um Tesouro Selic ou fundo de renda fixa isento de taxa, ao final de um ano com Selic em 13,75% você receberia mais de R$ 1.100 só de juros
Como já era esperado pelo mercado, a Selic se manteve estável em 13,75% ao ano, mas o BC deixou um recado para os riscos no radar
Apesar da tensão do mercado, Copom deve manter a taxa Selic inalterada; com isso, a atenção se volta para as possíveis interpretações do comunicado
A agenda econômica estará cheia no Brasil, com a reunião do Copom e dados de inflação; lá fora, destaque para o PIB da zona do euro
No podcast Touros e Ursos desta semana, falamos sobre as incertezas fiscais que cercam a decisão de juros do Copom e como investir neste cenário
Com juros referenciais de 13%, conservamos esperanças sobre algum tipo de horizonte possível. Já acima dos 15%, o ar fica extremamente rarefeito, comprometendo as condições básicas de sobrevivência.
A negociação dos contratos de depósitos interfinanceiros (DIs) mostra que o mercado já precifica um retorno da Selic à casa dos 14%
Os mecanismos de transmissão de política monetária estão demorando tanto para fazer efeito que parte do mercado passou a indagar se aquelas engrenagens antigas ainda conseguem girar
Conforme amplamente esperado por economistas e investidores, a Selic permaneceu estável em 13,75%; saiba mais sobre a decisão do Copom
Se por aqui o ciclo de alta de juros já terminou, em outros países ela está apenas começando – e isso é bom para os ativos brasileiros nos médio e longo prazos