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Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Diante do choque provocado pela pandemia do coronavírus e dos impactos na economia, ela avalia que o mercado vai “exigir” novos cortes de juros
Para Victor Candido, economista-chefe da Journey Capital, as sinalizações do Copom no comunicado do corte de 0,5 ponto da Selic foram positivas e servem para ancorar as expectativas do mercado
Banco Central poderá cortar Selic novamente se verificar impacto maior que o estimado do coronavírus na economia, diz o banco Mizuho. Retomada da agenda de reformas e deterioração de ativos financeiros, no entanto, são obstáculos
Por outro lado, o BC não se compromete com novas reduções na Selic após queda de 0,5 ponto percentual e avalia que a atual conjuntura “prescreve cautela na condução da política monetária”
Em meio à percepção de que não há como evitar que a economia global seja severamente impactada pelo surto de coronavírus, o Ibovespa despencou mais de 10% e voltou ao nível dos 66 mil pontos
A aposta do mercado financeiro refletida na curva de juros é que o BC terá de aumentar a Selic em algum momento para fazer frente às pressões inflacionárias
Barry Eichengreen afirma que governos terão de usar o espaço fiscal para injetar gasto público nas áreas em que o gasto privado está paralisado
O Ibovespa e as bolsas globais fecharam em alta, de olho nas iniciativas globais para barrar o avanço do coronavírus e conter os impactos à economia. A situação, contudo, segue preocupante
De olho nas medidas econômicas para combate ao coronavírus, o dólar à vista caiu e se afastou das máximas, embora siga acima da linha de R$ 5,00; os juros fecharam em baixa, evidenciando a aposta em mais cortes na Selic
O Ibovespa e as bolsas globais mostram uma certa tranquilidade nesta terça, repercutindo as medidas de estímulo anunciadas no Brasil e no mundo, embora a situação ainda seja de forte preocupação por causa do coronavírus. O dólar opera em leve baixa
A tensão ligada ao surto de coronavírus e a cautela com o novo corte surpresa de juros nos EUA derrubou o Ibovespa e as bolsas globais; no câmbio, o dólar rompeu os R$ 5,00 pela primeira vez
Com o dólar nas alturas e a bolsa derretendo, o mercado de juros hoje é o que parece reunir mais fundamentos, segundo o sócio da gestora
Mercados reagem com pessimismo à agressividade do banco central americano, precificando efeitos nefastos do avanço do coronavírus na economia.
O novo corte extraordinário de juros por parte do Fed elevou a aversão ao ris no mundo e derrubou as bolsas. Por aqui, o Ibovespa desabou na abertura e acionou novamente o circuit breaker
Com forte oscilação de juros no mercado futuro, negociação de títulos prefixados e atrelados à inflação permanecem suspensas.
De 50 analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast na sexta-feira, 41 esperam corte na Selic, hoje em 4,25% ao ano – já no seu menor patamar histórico
Entre ontem e hoje, os BCs dos EUA (Fed) e do Japão (BoJ) também anunciaram medidas extraordinárias, diante da propagação do coronavírus
BoJ rebaixou a sua avaliação da perspectiva econômica doméstica, passando a dizer que a atividade no Japão tem estado fraca devido ao impacto do coronavírus
O presidente do Fed se esquivou ainda de chamar o programa de US$ 700 bilhões em compra de bônus de relaxamento quantitativo (Quantitative Easing, em inglês)