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Retirada do instrumento pode vir acompanhada de uma sinalização de que seu fim não tem relação mecânica com o começo do ciclo de aperto monetário
Sócio fundador da Mauá Capital diz que economia deve se recuperar e a Bolsa terá bom desempenho em 2021, desde que não haja descuido do lado fiscal
Condições para indicar que juros permanecerão baixos começam a ceder, mas isso não significa um aumento da Selic
Índice marca alta de 2,16%, se ajustando a dois dias seguidos de alta no exterior — na segunda-feira (2), os mercados locais permaneceram fechados pelo feriado de Finados. Siderúrgicas brilham com reajuste do preço do aço e pesos-pesados também sobem forte. Dólar avança
Projeções já constavam do comunicado emitido pelo Copom na última quarta-feira, quando Selic foi mantida em 2% ao ano
Emparedado pelo repique da inflação e pelo aumento do risco fiscal, o BC foi inflexível e sustentou o “forward guidance”, a sinalização de que a Selic permanecerá baixa por um longo período
Testemunhos do presidente do Fed perante a Câmara e o Senado dos EUA e coletiva de Campos Neto tendem a inspirar cautela entre os investidores
Inflação ainda pesa pouco para a decisão do Copom, mas preocupação fiscal põe em dúvida intenção da autoridade monetária de deixar juros baixos por bastante tempo
Agenda da semana parece indisposta a proporcionar alguma folga aos investidores, sugerindo volatilidade tanto nos mercados de ações quanto no de câmbio
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Atividade econômica fraca e inflação baixa, em grande parte causadas pela pandemia, devem levar o Copom a mais uma vez cortar a taxa básica de juros; dados futuros vão guiar novas decisões
Na semana passada, o colegiado do BC reduziu a Selic pela oitava vez consecutiva, em 0,75 ponto porcentual, de 3,00% para 2,25% ao ano
O Itaú aponta que o comitê condiciona os próximos passos de política monetária à evolução da pandemia do novo coronavírus e à redução da incerteza fiscal, além das perspectivas de inflação.
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Sócio-fundador da Mauá Capital e ex-diretor do BC, Luiz Fernando Figueiredo se diz satisfeito com a condução da política monetária e aposta na manutenção da Selic em patamares estimulativos por um longo tempo
No início de maio, o BC cortou a Selic em 0,75 ponto porcentual, de 3,75% para 3,00% ao ano. O próximo encontro do Copom está marcado para junho
Corte de juros de 0,75 ponto percentual na última reunião do Copom seguiu regime de metas de inflação, mas risco fiscal exige “delicadeza” do BC, segundo a economista-chefe do banco e ex-secretária do Tesouro Nacional
Os repórteres Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro estarão AO VIVO, às 12h, para mais uma edição do podcast Touros e Ursos
O ex-secretário do Tesouro e diretor do ASA Bank, Carlos Kawall, crê que o BC cortará a Selic em mais 0,75 ponto na próxima reunião do Copom e que a taxa de juros poderá continuar caindo no futuro
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez