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O Ibovespa mantém perdas firmes e o dólar continua a disparada no meio da tarde desta quarta-feira. O cenário exterior adverso guia os negócios em sessão tensa para os investidores
scritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) informou que o governo estuda impor novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia e do Reino Unido. No Brasil, destaque é a votação do marco do saneamento
O Banco Central determinou a Visa e Mastercard que suspendam o início das atividades ou cessem imediatamente a utilização do aplicativo
Ibovespa inicia sessão em alta vigorosa, mas perde fôlego e fecha com ganhos de 0,67%; dólar tem forte baixa e juros futuros recuam
O Ibovespa acompaha o movimento positivo observado nos mercados acionários globais. Investidores reagem a fala de Trump de que o acordo comercial preliminar firmado com a China continua em vigor.
Durante a madrugada, o presidente Donald Trump reafirmou que o acordo de fase 1 firmado com o país asiático continua em vigor, impulsionando o mercado acionário global. No brasil, o destaque do dia é a ata do Copom.
Bolsa fechou o dia em baixa de 1,28% e chegou a perder os 95 mil pontos no pior momento do dia; já o dólar passou o dia no negativo, fechando a R$ 5,27
Bolsas americanas abriram em baixa com temores de segunda onda de coronavírus no mundo, mas viraram para alta. Apesar disso, Ibovespa não seguiu e aprofundou perdas na parte da tarde. Dólar têm dia de queda global
O número total de ações oferecidas pode ser até 25% maior, chegando a 36,625 milhões, com o exercício de um lote adicional
Em nota, a Agricultura diz que o objetivo da norma é “garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores, o abastecimento alimentar da população, os empregos e a atividade econômica”
Preço-alvo do papel, no entanto, foi cortado de R$ 62 para R$ 54, com base na redução para os lucros projetados de 2020 e 2021
Notícias de que a China pretende acelerar a compra de bens agrícolas dos EUA animam os investidores, já que reforça que o acordo comercial continua em pé e valendo. No Brasil, a crise política rouba a cena
Enquanto setores como turismo devem levar mais tempo para se recuperar, a indústria da construção civil sai como uma das fortalecidas da crise, afirma Rafael Menin, presidente da MRV
A cautela vista nos mercados internacionais devem influenciar a bolsa brasileira nesta quinta-feira. No Brasil, os investidores também repercutem o novo corte da taxa Selic e a tensão política em Brasília
O destaque desta quarta-feira (17) está na divulgação da decisão e do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece depois do fechamento do mercado. Uma nova queda de 0,75 ponto na taxa Selic, para 2,25% ao ano, já é dada como certa pelos agentes financeiros. Resta saber quais serão os caminhos adotados pelo […]
Resultados de experimento mostraram que o corticoide, uma classe de esteroides com ação anti-inflamatória, reduziu em um terço o número de mortes causadas pelo coronavírus
Nova injeção de liquidez no mercado feita pelo Federal Reserve joga para escanteio as preocupações com uma segunda onda de coronavírus na Ásia e nos Estados Unidos.
O noticiário referente a uma importante baixa no ministério da Economia, somado à expectativa quanto à postura do Copom na decisão de juros, vai direcionar o comportamento da bolsa e dos demais ativos domésticos
Quem investe tem de escolher entre ter um risco na carteira de ações ou não ter risco e ficar sem ganhos, segundo o ex-ministro e ex-presidente do BNDES
De acordo com Marcio Kaufman, presidente da Vivara, a fatia do ouro na rede, que tradicionalmente é de 50%, caiu para 44%