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Banco revisou expectativa de crescimento mundial em 2020 de 3,1% para 2,7% em consequência da difusão do coronavírus
Numa semana marcada pela explosão de casos de coronavírus no mundo, a aversão ao risco tomou conta do mercado e fez o Ibovespa amargar perdas expressivas, recuando para abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 8 de outubro
No cenário pessimista, a expectativa é de crescimento de 1,5% neste ano; para 2021, a expansão prevista no cenário-base é de 2,5%
O Ibovespa tem mais um dia de queda forte e caminha para fechar abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 8 de outubro de 2019. Já o dólar à vista consegue respirar após a atuação do BC
Em dia de payroll nos Estados Unidos, os mercados seguem refletindo a apreensão com os possíveis impactos do coronavírus na economia global.
Em meio ao pessimismo quanto aos impactos econômicos do coronavírus, o mercado teve uma sessão amplamente pressionada nesta quinta-feira. O Ibovespa chegou a despencar mais de 6% e o dólar rompeu os R$ 4,65, nervoso com a falta de firmeza do BC — e o salto nos novos casos da doença no Brasil trouxe ainda mais estresse às negociações
Economia global deve desacelerar a 1% em 2020, menor ritmo desde a crise financeira de 2008, como efeito do choque causado pelo coronavírus, diz instituto
A percepção de que o surto de coronavírus provocará novos cortes na Selic mantém o dólar à vista estressado e o empurra para novos recordes; o Ibovespa cai, em linha com o exterior
Governo americano está fazendo todo o possível e trabalhando com outros países para limitar a disseminação do coronavírus, diz Steven Mnuchin
Iniciativas incluem estímulo para os bancos oferecerem crédito mais barato a empresas em dificuldade por causa da epidemia
Para José Júlio Senna, não há garantia de que o corte de 0,5 ponto porcentual nos juros nos Estados Unidos tenha continuidade e o mais provável é que o Banco Central brasileiro não faça o mesmo na próxima reunião.
A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ocorrerá nos dias 17 e 18 de março
O Fed se antecipou e promoveu um corte extraordinário na taxa de juros do país, de modo a blindar a economia dos efeitos do coronavírus. O movimento, contudo, gerou incerteza e colocou pressão sobre o Copom, que agora está numa encruzilhada para decidir o futuro da Selic
O Fed surpreendeu o mercado e cortou a taxa de juros dos EUA em 0,5 ponto, em meio ao surto de coronavírus. O Ibovespa e as bolsas globais, contudo, fecharam em queda, com dúvidas quanto à real extensão dos impactos da doença
Goldman Sachs revisou a sua projeção para crescimento do PIB do Brasil de 2,2% para 1,5%, de acordo com relatório do banco divulgado nesta terça-feira
A decisão surpresa do BC norte-americano acontece depois da forte queda do mercado de ações na semana passada diante do agravamento do surto do coronavírus no mundo
O Ibovespa pegou carona na recuperação dos mercados americanos e retomou o nível dos 106 mil pontos, em meio às apostas quanto a uma ação dos principais bancos centrais do mundo para conter os impactos econômicos do coronavírus
A China trouxe dados ruins de atividade industrial, mas a expectativa por uma nova rodada de estímulos dos Bancos Centrais pelo mundo melhora o clima dos mercados
Tony Volpon, economista-chefe para o Brasil do UBS, afirma que os impactos do surto do novo coronavírus podem levar a Selic abaixo de 4%
O coronavírus continua dando as cartas para a bolsa, mas há outros fatores que podem mexer com o preço das ações — e que podem fazer você ganhar dinheiro, mesmo em meio à onda negativa