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Direto do Fórum Econômico Mundial

Executivo-chefe do JPMorgan avalia que China tem desaceleração “sob controle” e espera aperto monetário do Fed em 2019

Jacob Frenkel concedeu uma entrevista exclusiva à Bloomberg TV e traçou um panorama geral dos principais pilares macroeconômicos do mundo

22 de janeiro de 2019
16:06 - atualizado às 16:16
Mesmo diante de incertezas, Frenkel disse não ver risco de uma recessão global - Imagem: Reprodução/Bloomberg TV

Tudo sob controle! É o que disse Jacob Frenkel, executivo-chefe do JPMorgan, ao ser questionado sobre a recente desaceleração econômica que a China vem enfrentando. Em entrevista à Bloomberg TV em Davos, Frenkel afirmou que a potência asiática tem capacidade de estimular sua economia, sobretudo no lado fiscal. Ele avaliou também que as empresas locais possuem também certa flexibilidade para estimular o quadro econômico.

Apesar do otimismo, Frenkel afirmou que é preciso monitorar o quadro na China. Segundo ele, uma questão crucial neste momento são as divergências comerciais entre o país e os Estados Unidos. Para além do próprio comércio, as diferenças entre as duas maiores economias têm também um papel simbólico.

Trumpismo

Entre outros riscos citados pelo executivo-chefe do JPMorgan estão o que ele chamou de "trumpismo". Sem dar maiores explicações, Frenkel apontou para o comportamento do próprio presidente americano, Donald Trump, para os protestos recentes na França e para a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) como sinais desse fenômeno. Sobre o Brexit, ele disse que há um "crescente consenso" de que será ruim para o Reino Unido, mas o mundo deve ser menos afetado.

Fed subindo juros

Mesmo com todo o cenário de incertezas nos mercados internacionais, Frenkel disse não ver risco de uma recessão global. Para ele, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve ainda elevar os juros "uma ou duas vezes" neste ano, mas pode dar uma pausa, diante dos "ruídos de fora do mercado financeiro", como o quadro político e sobretudo o comercial, em meio às divergências entre China e EUA. Ainda assim, o executivo disse esperar um aperto monetário do Fed em 2019.

*Com Estadão Conteúdo.

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