🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

outra vez

Eike Batista é preso pela PF na Operação Lava Jato

Batista foi criador do MMX, de exploração de petróleo, entre outras empresas do “Grupo X”. Nesta semana, esteve na CPI do BNDES onde se disse injustiçado e usado para tirar o foco da real caixa-preta do BNDES

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
8 de agosto de 2019
7:12 - atualizado às 17:27
Eike Batista
Imagem: Vinícius Loures/Câmara dos Deputados

O empresário Eike Batista foi preso novamente pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira, 8. A prisão dele acontece em nova fase da Operação Lava Jato, batizada de Segredo de Midas, e que busca provas de manipulação do mercado de ações e de lavagem de dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No momento da ação, Eike estava em casa, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro - onde há cerca de dois anos e meio cumpria prisão domiciliar.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, expediu o mandado de prisão também de Luiz Arthur Andrade Correia, o Zartha, contador de Eike - que está no exterior. A PF ainda cumpre outros mandados de busca e apreensão. Eike e Zartha são investigados por "manipulação de mercado e uso indevido de informação privilegiada".

Ao blog do Fausto Macedo, do Estadão, a defesa do empresário informou que "assim que obtiver acesso aos autos e motivos que fundamentaram a prisão de Eike Batista apresentará recurso, porque certamente essa nova ordem de prisão, assim como a anterior, carece de amparo legal".

R$ 1,6 bilhões bloqueados

Horas depois da operação, a Justiça decretou a indisponibilidade de R$ 1,6 bilhão em bens de Eike e de seus filhos, Thor e Olin.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o Ministério Público Federal, do valor bloqueado, R$ 800 milhões correspondem a danos morais e R$ 800 milhões a danos materiais.

Leia Também

A medida teria como finalidade "garantir efetivamente a reparação dos danos causados pelos crimes cometidos por Eike Batista", sinalizou a Procuradoria a Bretas, que determinou a prisão temporária de Eike e a preventiva de Luiz Arthur.

Agentes cumpriram ainda quatro mandados de busca e apreensão. Os alvos são endereços ligados a Eike, aos filhos do empresário Olin e Thor e ao ex-diretor-presidente e diretor de relações com investidores da CCX José Gustavo Costa.

Ao determinar as buscas, Bretas considerou a indicação do Ministério Público Federal de que o empresário "transferiu parte relevante de seu patrimônio a seus filhos, muito provavelmente com a finalidade de se furtar ao cumprimento das obrigações junto aos seus credores".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ordem de Bretas registra ainda que, "diante de aparente sucessão e/ou confusão patrimonial" o Ministério Público Federal pediu que o bloqueio de bens e valores atingisse o patrimônio de Olin e Thor, "tendo em vista que tal patrimônio se constituiu substancialmente por doações e transferências de valores e ativos de seu pai, durante e logo após da prática dos crimes ora investigados".

A decisão de Bretas leva em consideração depoimento de Eduardo Plass, que firmou acordo de delação premiada e irá pagar R$ 300 milhões em multa e devolver US$ 9,2 milhões de Eike que estão sob sua custódia no exterior. O banqueiro foi alvo da operação "Hashtag" em agosto de 2018.

As investigações revelaram que as mesmas contas utilizadas para o pagamento de propina ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) "foram usadas para manipular ações de empresas envolvidas em negociações com Eike Batista", indicou a Procuradoria.

A Procuradoria destacou que o esquema utilizava a empresa The Adviser Investiments (TAI), com sede no Panamá, criada por Eduardo Plass e seus sócios, proprietários do TAG Bank.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As investigações identificaram que Eike e Luiz Arthur usaram a empresa para "atuar ilicitamente nos mercados de capitais nacional e estrangeiro, a fim de manipular ou usar informação privilegiada de ativos que estariam impedidos ou não queriam que o mercado soubesse que operavam".

Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Rio afirmaram que a TAI "funcionou como um banco paralelo, gerindo recursos de terceiros sem autorização".

"Para o mercado, passava a aparência de investir recursos próprios, pois omitia o real operador dos ativos."

Segundo a Procuradoria, entre 2010 e 2013, foram manipulados os mercados de ações e bonds de diversas empresas: Ventana Gold Corp, utilizada como falso pretexto para encobrir o repasse ilícito de recursos a Cabral, Galway Resources Ltd, MMX, MPX e OGX. Em outros casos, foram usadas informações privilegiadas, assinala a investigação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No total, foram movimentados mais de R$ 800 milhões", indica a Procuradoria.

As cinco situações, descritas pela Procuradoria, em que Eike e "Zartha" teriam agido estão relacionadas a diferentes ativos - da Ventana Gold Corp (VEN), da Galway (GWY), da MMX (MMXM11), da MPX (MPXE3) e de bonds da OGX.

Plass foi alvo da operação "Hashtag" em agosto de 2018 e estaria ligado a esquema de corrupção envolvendo o ex-governador Sérgio Cabral e Eike, segundo a investigação.

129 operações de ativos VEN, movimentando US$ 68,3 milhões

A decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal do Rio, indica que a primeira transação de ativos com suposta manipulação de mercado foram as ações da empresa Ventana Gold Corp (VEN). A operação teria sido feita, segundo o MPF, com o objetivo de elevar lucro da companhia no momento de sua aquisição pela empresa AUX Canada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os colaboradores, entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2011, com recursos da "Gerencial 62", conta de Eike, foram realizadas 129 operações de compra e venda de ativos VEN, na bolsa de valores canadense, movimentando US$ 68.380.713,80 - o equivalente a pouco mais de R$ 268,7 milhões hoje.

O magistrado ressaltou que Eike estaria negociando a aquisição do controle acionário da Ventana Gold Corp, por meio da pessoa jurídica AUX Canada, ao mesmo tempo em que transacionava os ativos, "o que configura verdadeira manipulação de mercado financeiro".

"Em tese, Eike elevou o valor das ações da Ventana para acumular maior lucro no momento em que a pessoa jurídica, também comandada por ele, adquirisse a primeira", destacou.

104 operações de ativos GWY, totalizando US$ 17,2 milhões

O segundo caso abordado no documento, apontado pelos colaboradores, é o de que Eike e Luiz Arthur teriam manipulado as ações da empresa Galway, também operadas na bolsa canadense.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A negociação teria utilizado recursos da "Gerencial 62" para realizar 104 operações de compra de ativos GWY, totalizando US$ 17.246.527,43, entre agosto de 2011 e fevereiro de 2012 - o equivalente a pouco mais de R$ 67,7 milhões hoje.

Segundo o MPF, a Galway tinha baixa liquidez, à época, e a aquisição do grande volume de ações em curto período alterou o preço dos seus ativos. O órgão indicou que o objetivo era, novamente, elevar o custo das ações e posteriormente faturar mais com a compra da pessoa jurídica.

O documento registra que em dezembro de 2012, "após reunião de acionistas e credores da Galway Resources LTD, aí incluído a posição acionária de Eike, por meio da The Adviser Investments, se decidiu positivamente sobre a proposta de aquisição da AUX Canada, cujo controlador também era Eike, para a compra do controle acionário da primeira empresa".

10 operações de compras do ativo MMXM11, totalizando R$ 24,4 milhões

Segundo o MPF, Eike teria realizado 10 operações de compras do ativo MMXM11, entre março e junho de 2013, e por meio das "gerenciais 62, 64, 68", totalizando o valor de R$ 24.406.670,00. A decisão ressalta que Eike era sócio controlador da MMX, responsável pelo ativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Procuradoria apresentou documentos que apontam negociação realizada pelo empresário, na mesma época da compra dos citados ativos, para a venda de seu controle acionário, sem notificação do mercado e dos demais acionistas. Bretas aponta que a negociação motivou inclusive um processo administrativo da CVM.

"Ou seja, enquanto Eike Batista, como controlador da MMX, arquitetava a possível venda de seu controle acionário, sem ciência dos demais acionistas, também operava, em tese, por meio de banco paralelo (Gerenciais 64 e 68), a compra de ações MMXM11, vinculadas a dívida da empresa", anota o juiz.

O magistrado apontou ainda que a possível manipulação dos papéis MMXM11 "elevou o valor da negociação do Porto Sudeste (65% de Eike), resultando numa venda de quase R$ 3 bilhões em outubro de 2013".

24 operações com o MPXE3, movimentando R$ 85,2 milhões

O quarto caso mencionado na decisão de Bretas envolve 24 operações de compra e venda do ativo MPXE3, realizadas pela "Gerencial 62", movimentando o valor de R$ 85.241.877,46, na bolsa brasileira. O ativo é regular da empresa MPX.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O texto indica que Eike estava "em fase de negociação velada" para a venda de sua parte acionária da MPX (24,5%). Segundo processo administrativo da CVM, as negociações de venda com a empresa alemã E.ON tiveram início em dezembro de 2012 e foram finalizadas em 27 de março de 2013.

"Coincidentemente, a empresa TAI (em tese, contas de Eike e Luiz Arthur) vendeu todas suas ações MPXE3 em 10 de abril de 2013, poucos dias após a venda da participação da MPX", aponta Bretas.

Segundo o documento, no momento da transação com empresa alemã as ações da MPX valorizaram, influenciando a negociação. O resultado foi participação acionária de Eike foi vendida por R$ 1,4 bilhões, diz o texto.

37 operações de bonds da OGX, movimentando US$ 38,7 milhões

Bretas assinala que a quinta situação de manipulação de mercado relatada pela Procuradoria trata de transações financeiras de bonds da OGX. Segundo Plass, Eike, com auxílio de Luiz Arthur, realizou 37 operações de compra e venda do ativo, entre novembro de 2012 e abril de 2013 movimentando US$ 38.718.565,02 - o equivalente a pouco mais de R$ 152,1 milhões hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O texto indica que, de acordo com processo do CVM, as compras coincidiram com momentos de crise na empresa OGX, que teriam sido "escamoteados pelo investigado". Segundo a Procuradoria, a operação revelaria uma tentativa de manter os ativos em alta na bolsa, "mesmo com problemas administrativos na pessoa jurídica".

Para o Ministério Público Federal, Eike criou um "falso ambiente de confiança dos investidores e mascarou o risco de inadimplemento".

Uso indevido de informação privilegiada

O Ministério Público Federal assinalou ainda que Eike e Luiz Arthur teriam operações que tiveram como objeto ações de uma rede de fast food, então negociadas na Bolsa de Valores de Nova York.

Segundo a Procuradoria, foram realizadas operações de compra em maio de 2010, no total de 205.000 ações da rede, no valor total de US$ 4.088.659,96. Depois, em setembro, foram vendidas as 205.000 ações, no valor total de US$ 4.791.320,50. A operação gerou um lucro de US$ 702.660,54.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O MPF investiga a possível ocorrência do crime de uso de informação privilegiada, "já que, no mesmo dia em que foram realizadas as operações de venda, foi anunciada a compra da empresa".

A Procuradoria indica que no momento da compra das ações, o empresário, possivelmente, já detinha a informação privilegiada de que da empresa seria comprada por fundo brasileiro do qual tornou-se parceiro.

"Desta forma, sustenta o MPF que Eike possuía informação relevante, ainda não divulgada, sigilosa e com potencial para gerar vantagem indevida, o que enquadraria a sua atuação no crime de uso de informação privilegiada", indicou.

Na mesma semana

Batista foi criador do MMX, de exploração de petróleo, entre outras empresas do "Grupo X". Na terça-feira, Batista esteve, mais uma vez, em uma das inúmeras CPIs do BNDES no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo de quatro horas de depoimento, o empresário disse que foi usado para tira o foco da real caixa-preta do BNDES, que na sua visão são os empréstimos sem garantias.

O executivo disse ainda ser um "grande injustiçado" pelos processos judiciais que sofre e que todas suas doações eleitorais foram feitas dentro da legalidade.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BILIONÁRIOS ANTES DOS 25

Esses brasileiros criaram uma fintech nos EUA vendida por US$ 5,1 bilhões. Conheça a história da Brex e saiba por que o mercado torceu o nariz para o negócio

23 de janeiro de 2026 - 19:55

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One

SOLTA O SOM

Mercado Livre (MELI34) lança mais uma edição do seu festival de música para se aproximar dos consumidores

23 de janeiro de 2026 - 19:25

A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago

MUITA CALMA NESSA HORA

Para UBS BB, mercado exagera na dose sobre a Sabesp (SBSP3); recomendação sobe e preço-alvo também

23 de janeiro de 2026 - 18:01

Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia

MUDANÇA NO TOPO

Petrobras (PETR4) no controle: CEO Magda Chambriard deve comandar conselho da Braskem (BRKM5) em novo acordo, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 17:50

Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro

NO MUNDO FÍSICO

Avenida Paulista é o palco da aposta do Itaú (ITUB4): novo conceito de agência mira classe média, enquanto rivais reduzem presença física

23 de janeiro de 2026 - 17:29

Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente

ENERGIA DEMAIS?

Curtailment muda o jogo: Engie Brasil (EGIE3) reduz investimentos em renováveis e prevê consolidação do setor

23 de janeiro de 2026 - 14:00

Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari

O FUTURO ESTÁ PRÓXIMO

Todo mundo vai ter um? Elon Musk promete comercializar robôs humanoides até 2027

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário

PODE TER PREJUÍZO

Banco Central pede que BRB provisione R$ 2,6 bilhões para perdas, após compras de carteiras fraudadas do Master, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 11:04

Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.

DÓLARES NO CAIXA

MRV (MRVE3) se desfaz de terrenos nos EUA por US$ 18,3 milhões; plano é chegar a US$ 800 milhões em vendas

23 de janeiro de 2026 - 10:35

A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano

VÃO-SE OS ANÉIS...

ByteDance cede e livra TikTok do banimento nos EUA; o que ela precisou fazer?

23 de janeiro de 2026 - 9:53

Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA

ALÔ, ACIONISTA

União Pet (AUAU3) e Engie Brasil (EGIE3) detalham distribuição de quase R$ 325 milhões aos acionistas; confira as condições

22 de janeiro de 2026 - 20:27

União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões

HORA DE LARGAR O OSSO?

Cade nega recurso da Petlove contra aprovação da fusão Petz-Cobasi; saiba o que acontece agora

22 de janeiro de 2026 - 19:49

Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo

ERROU NO LOOK

Citi rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta R$ 17 do preço-alvo; entenda por que a ação está fora de moda para os analistas

22 de janeiro de 2026 - 19:01

Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa

UM DEGRAU POR ANO

Nubank (ROXO34) mira o topo: fintech assume o posto de 2ª maior instituição financeira do Brasil — e não pretende parar por aí

22 de janeiro de 2026 - 17:19

Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes

GANHANDO ALTITUDE

Embraer (EMBJ3) pode voar mais alto: Safra turbina projeções e revela se é hora de comprar

22 de janeiro de 2026 - 16:01

Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?

VAREJO

Amazon aposta no varejo físico e anuncia megaloja para disputar espaço com Walmart e Target

22 de janeiro de 2026 - 15:31

Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística 

SACOLA PREMIUM

De Zara a Shein, Brasil é um dos países mais caros para roupas; veja por que BTG prefere ações da Vivara (VIVA3) e da Track&Field (TFCO4) para ir às compras 

22 de janeiro de 2026 - 14:07

Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população

QUEM PAGA A CONTA

Crise no Master e no will bank vai bater no caixa dos bancões? FGC deve antecipar contribuições para recompor o fundo

22 de janeiro de 2026 - 12:21

A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa

CELEBRIDADES

Não foram só Huck e Vini Jr: Pabllo Vittar, Whindersson Nunes e outras personalidades associaram imagem ao Will Bank

22 de janeiro de 2026 - 12:18

Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master

FORA DE CIRCULAÇÃO?

Anvisa manda recolher um dos chocolates mais tradicionais do Brasil por erro que pode afetar pessoas alérgicas

22 de janeiro de 2026 - 11:07

Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar