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A expectativa era que o tom mais duro do Banco Central ajudasse a diminuir a pressão sobre os juros futuros, principalmente os de prazo mais longo
O pessimismo no exterior em relação ao coronavírus, somado ao ambiente político turbulento no Brasil, continuam empurrando o Ibovespa para baixo
Lá fora, os investidores seguem apreensivos com o efeito do coronavírus na economia e custam a responder de forma positiva aos pacotes de estímulos dos BCs.
Caro leitor, Estamos, sem dúvida, vivendo um momento histórico e extraordinário. A maioria de nós certamente jamais pensou que, em um futuro próximo, precisaria ficar trancafiado em casa ou paranoico com a limpeza das mãos a fim de evitar a disseminação global de uma doença altamente contagiosa, com elevado nível de hospitalização e potencialmente letal. […]
Em meio à percepção de que não há como evitar que a economia global seja severamente impactada pelo surto de coronavírus, o Ibovespa despencou mais de 10% e voltou ao nível dos 66 mil pontos
Desde que a Carteira Empiricus aumentou suas proteções, o Ibovespa caiu mais 30%, enquanto o dólar saltou de R$ 4,60 para R$ 5,15.
Os investidores voltam a assumir uma postura negativa em relação ao surto de coronavírus. Como resultado, o Ibovespa desabou e acionou novamente o circuit breaker
A aposta do mercado financeiro refletida na curva de juros é que o BC terá de aumentar a Selic em algum momento para fazer frente às pressões inflacionárias
Os investidores voltam a assumir uma postura negativa em relação ao surto de coronavírus. Como resultado, o Ibovespa cai forte e vai renovando as mínimas no ano
Olhando para o passado, em janelas de acúmulo de perdas superiores às que já tivemos até agora, o Ibovespa apresentou um retorno médio subsequente de 18% nos 6 meses seguintes
Eu também fiz o questionamento à B3, que até o momento não me respondeu especificamente sobre a possibilidade de interrupção dos negócios diante da crise
O dólar à vista terminou a sessão cotado a R$ 5,19, após disparar pela manhã e atingir a marca inédita de R$ 5,20 na máxima. A perspectiva de novo corte na Selic, somada ao pessimismo externo, fizeram o mercado ficar na defensiva — e nem três leilões do BC adiantaram
Atuação emergencial dos governos não sustenta recuperação dos mercados por muito tempo e as bolsas globais voltam ao campo negativo
Decisão se aplica a todas as ações negociadas na bolsa italiana e tem como objetivo conter a recente volatilidade no mercado
O leque conta com escolhas variadas tanto para quem deseja ou precisa de uma exposição direta ao câmbio como para o investidor que está em busca de ativos que se beneficiam indiretamente da alta da moeda
No começo deste ano, a equipe do Seu Dinheiro viveu a experiência de trabalhar por duas semanas em “home office”, enquanto a reforma na nossa nova redação não ficava pronta. Retomamos o esquema nesta terça-feira, agora obrigados pela crise de saúde provocada pelo coronavírus. No dia em que o número de casos chegou a 290, […]
O Ibovespa e as bolsas globais fecharam em alta, de olho nas iniciativas globais para barrar o avanço do coronavírus e conter os impactos à economia. A situação, contudo, segue preocupante
De olho nas medidas econômicas para combate ao coronavírus, o dólar à vista caiu e se afastou das máximas, embora siga acima da linha de R$ 5,00; os juros fecharam em baixa, evidenciando a aposta em mais cortes na Selic
Agência de risco também acredita nas estruturas de capital e liquidez da Petrobras para lidar com a crise
BB DTVM reduziu posições de ativos de maior risco e buscou ações de setores mais resilientes. Bradesco, BTG, Caixa, Itaú, Safra, Santander e XP não responderam o que estão fazendo com o dinheiro dos clientes