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O Ibovespa tem ganhos expressivos nesta terça-feira, aproveitando o tom de maior otimismo em relação ao coronavírus — as ações da Vale e das siderúrgicas sobem forte e ajudam a dar força ao índice. O dólar, por outro lado, segue sob pressão
O Ibovespa caiu aos 112 mil pontos pela primeira vez em 2020 e o dólar à vista cravou mais um recorde nominal de fechamento. As incertezas ligadas ao coronavírus e o mau humor em relação ao noticiário doméstico mexeram com os mercados
As preocupações globais em relação ao coronavírus mexem com o Ibovespa e as bolsas globais, inspirando prudência aos mercados. O dólar flutua perto da estabilidade, oscilando entre perdas e ganhos
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o presidente da Totvs, Dennis Herszkowicz, falou sobre o atual cenário competitivo no setor de TI no Brasil, os planos da empresa para 2020 e os esforços da companhia para se manter no topo
A temporada de balanços continua com força total. No entanto, há muitos outros fatores que podem mexer com a bolsa e o mercado de ações nesta semana — saiba aqui quais ações estarão debaixo dos holofotes nos próximos dias
O dólar à vista fechou em alta de 0,83%, rompeu pela primeira vez a barreira de R$ 4,30 e cravou um novo recorde em termos nominais. O Ibovespa caiu mais de 1% nesta sexta-feira, voltando ao nível dos 113 mil pontos
O novo corte na Selic, o desânimo com a retomada do grau de investimento pelo Brasil e a pressão sobre as moedas emergentes recolocaram o dólar à vista na faixa de R$ 4,28. O Ibovespa caiu e voltou aos 115 mil pontos
As ações ON da Centauro (CNTO3) dispararam quase 15% e chegaram a patamares inéditos de preço, com o mercado aprovando a compra da Nike do Brasil. Desde o IPO, os papéis já saltaram quase 300%
O Ibovespa até começou o dia em alta, pegando carona no bom humor externo. No entanto, após acumular ganhos de 2% entre segunda e quarta-feira, o índice acabou perdendo força e virando para baixa, puxado pelas perdas no setor bancário
O Ibovespa teve mais um dia de recuperação: puxado pelo bom desempenho das bolsas globais, o índice brasileiro fechou em alta e retomou o nível dos 116 mil pontos. O dólar à vista também respirou aliviado e retornou ao patamar de R$ 4,23
A menor aversão ao risco em relação ao coronavírus volta a dar forças aos mercados acionários, impulsionando o Ibovespa de volta aos 117 mil pontos. Por aqui, as ações do Bradesco avançam após o balanço trimestral da instituição
O Ibovespa fechou em alta de 0,81% e, com isso, já acumula ganhos de 1,58% na semana, aproveitando o bom humor visto nas bolsas globais desde ontem. O dólar à vista, por outro lado, fechou em alta e voltou ao nível de R$4,25
As ações da Gol apareceram entre as maiores altas do Ibovespa após a empresa anunciar um acordo de compartilhamento de voos com a American Airlines. Os papéis da MRV, da Petrobras e da Vale também subiram e deram força ao índice
As ações da MRV e da Tenda fecharam em alta nesta terça-feira após o J.P Morgan elevar a recomendação para os papéis e mostrar otimismo em relação ao setor. Outras empresas do ramo, como Cyrela e Even, também tiveram um dia positivo na bolsa
Nem mesmo os resultados mais fracos da produção industrial no país são capazes de desanimar os investidores nesta manhã
O Ibovespa ignorou as fortes baixas nas bolsas da China e fechou em alta, recuperando os 114 mil pontos com um movimento de ajuste técnico após as perdas recentes. O dólar também teve um dia tranquilo, recuando 0,84%
Recuperação ocorre após uma sequência de dias bastante negativos para o Ibovespa e as bolsas americanas – na semana passada, o índice brasileiro amargou perdas de mais de 4%
O avanço do coronavírus, a reabertura dos mercados chineses, a decisão do Copom e a temporada de balanços são apenas alguns dos eventos que vão mexer com a bolsa nos próximos dias. Saiba quais ações podem apresentar as maiores oscilações e saia na frente
Pressionado pelos diversos fatores de risco surgidos no exterior, o dólar à vista disparou quase 7% em janeiro e chegou a um novo recorde em termos nominais. O Ibovespa também encerrou o mês sob pressão: caiu 1,63% e voltou aos 113 mil pontos
O pessimismo com os indicadores da Europa e o receio dos impactos da disseminação do coronavírus elevam a aversão ao risco nos mercados e empurram o dólar à níveis inéditos. O Ibovespa também sente o baque e cai mais de 1,5%