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Estratégia da montadora francesa com o novo SUV foi elevar a qualidade e sinalizar que ela virou a página
Quem acompanha de perto o mercado automotivo sabe que o Renault Boreal virou de vez a chave da marca com fábrica no Paraná para um novo momento.
Por quase duas décadas, a operação brasileira da Renault esteve intrinsecamente ligada aos projetos da Dacia, divisão romena do grupo dedicada a veículos de baixo custo. Modelos como Logan, Sandero e Duster foram pilares de volume, mas consolidaram uma imagem de marca baseada em robustez simplificada e plataformas tecnicamente superadas.
O plano estratégico global denominado Renaulution, iniciado em 2021, determinou que o foco da companhia migrasse do volume de vendas para a margem de lucro.

Diferentemente de seus antecessores, o Boreal não compartilha arquitetura com modelos de baixo custo. Ele utiliza uma base técnica projetada para atender padrões europeus de segurança e conectividade. Esta mudança sinaliza uma tentativa de elevar o ticket médio da marca. Além disso, visa atrair um consumidor que anteriormente não considerava a Renault em sua lista de compras.
A estratégia foca na “premiumização” do portfólio, para competir em igualdade técnica com líderes do mercado. Ainda assim, a marca ainda precisa lidar com o desafio de convencer o consumidor sobre o valor residual de seus produtos em um mercado que ainda os associa aos modelos populares do passado. Vamos falar disso mais à frente.
Diferentemente de projetos globais que apenas se adaptam ao mercado local, no entanto, o Boreal carrega a distinção de nascer com forte protagonismo da engenharia e do design brasileiros. O projeto foi liderado pelo Renault Design Center Latam no Complexo Industrial de Ayrton Senna, no Paraná. Esse centro é um dos poucos da marca no mundo com autonomia para criar veículos do zero. E o Boreal é o resultado dessa maturidade técnica.
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O SUV médio nasce para ser um hub de exportação para diversos países da América Latina. Fora daqui, mira até em mercados, como a Turquia. Essa credencial exige que o design atenda a padrões globais de sofisticação, mas com a robustez necessária para as condições de rodagem de mercados emergentes.

Visualmente, isso se traduz no conceito “nouvelle vague”, que abandona as linhas arredondadas de outros tempos por formas geométricas e vincos musculosos. A frente é imponente, com o novo logotipo integrado a uma grade com efeito 3D e assinatura luminosa em led que desce pelo para-choque.
Na lateral, o trabalho de estamparia desenvolvido no Brasil destaca vincos que se estendem até as portas. Já as rodas de 19 polegadas da versão Iconic reforçam a musculatura do SUV. Para beneficiar a aerodinâmica, as maçanetas traseiras ficam embutidas na coluna da porta.
O desenho traseiro exibe lanternas com filamentos micro-ópticos tridimensionais que atravessam a tampa do porta-malas e agregam uma assinatura visual premium, especialmente à noite.
O uso da pintura bi-tom, com teto contrastante, acentua a silhueta moderna.

A importância do Boreal ter concepção e fabricação no Brasil é um dado relevante. Ele garante maior índice de nacionalização de componentes e facilita a manutenção, por exemplo. De quebra, reduz a dependência de flutuações cambiais para peças de reposição.
Além disso, a estratégia de exportação ajuda a equilibrar a balança comercial da operação brasileira. Com isso, garante viabilidade de investimentos futuros na planta de São José dos Pinhais e ajuda a consolidar o país como polo exportador carros de alto valor agregado, não apenas de modelos populares.
Na engenharia, o Boreal introduz um conjunto que rompe com os antigos motores aspirados de concepção datada.
O motor 1.3 Turbo Flex (TCe) é o componente central dessa evolução. O projeto aparece por meio de uma cooperação técnica entre a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e a Daimler. Isso confere ao propulsor um DNA de engenharia compartilhado com modelos da Mercedes-Benz, como as Classes A e B.

No atual contexto corporativo, este motor tem origem na Horse, a nova unidade de negócios da Renault focada em sistemas de propulsão térmica e híbrida de alta eficiência.
Este motor entrega 163 cv de potência quando abastecido com etanol e 27,5 kgfm de torque disponível a partir de 1.750 rpm. Esta característica de entrega de torque em baixas rotações é um diferencial de eficiência. Isso pois reduz a necessidade de altas acelerações para retomadas de velocidade e impacta positivamente no consumo de combustível.
A transmissão automatizada de dupla embreagem (EDC) de sete marchas utiliza um sistema banhado a óleo. Assim, ele reduz o desgaste dos componentes, melhora a gestão térmica e evita problemas de superaquecimento comuns em transmissões similares a seco de gerações anteriores.
Dirigir o Boreal é uma boa surpresa. É um SUV comprido, de 4,51 m, e alto (21,5 cm em relação ao solo), que roda suave e sempre à mão. É ágil na cidade e forte na estrada, mesmo em subida de serra. O câmbio é um capítulo à parte: trocas suaves em modos de condução Normal e Eco, mas arisco no modo Sport, com trocas rápidas.
A suspensão é bem equilibrada, e tende mais ao conforto, sem deixar a carroceria inclinar demais nas curvas.
A melhor resposta ao preconceito à marca é: faça um test drive. Certamente calará os mais críticos no quesito dinâmico.

O Renault Boreal na versão Iconic reúne qualidades que o colocam num patamar de “nave”. O destaque reside no sistema OpenR Link, que utiliza duas telas de 10 polegadas.
Diferentemente da maioria dos sistemas de infoentretenimento que funcionam apenas como espelhamento de smartphones, o sistema da Renault possui o Google Automotive Services nativo, ou seja, o sistema operacional se baseia no Android Automotive. Dessa forma, Google Maps, Spotify e Google Assistant funcionam de forma autônoma, sem depender da conexão física ou de processamento de um telefone celular.
A conectividade nativa permite que o motorista controle funções como o ar-condicionado digital dual zone e o ajuste de luzes internas via comando de voz.
O painel de instrumentos digital oferece diferentes modos de visualização, como a projeção de mapas em tela cheia. Além disso, o Boreal suporta atualizações Over-the-Air (OTA) – o software pode receber melhorias e correções remotamente, sem precisar ir a uma concessionária.

O uso da nova plataforma permitiu a aplicação de materiais isolantes de maior densidade. Assim, reduz o ruído de rolagem e de vento na cabine, tudo para elevar a percepção de qualidade construtiva enquanto dirige.
Com a boa distância entre eixos de 2,70 metros, o Renault Boreal oferece uma das melhores “habitabilidades” do segmento. Ele perde por apenas 0,04 m do amplo GWM Haval H6, por exemplo. O entre-eixos é a medida que mais influencia o espaço para as pernas dos passageiros traseiros. E o Boreal supera concorrentes diretos, permitindo que três adultos viajem com bom conforto no banco traseiro. O túnel central é baixo, o que favorece o espaço para os pés do passageiro do meio, uma deficiência comum em SUVs de plataforma antiga.
A capacidade de carga é outro ponto de destaque, principalmente para famílias que pegam estrada. O porta-malas do Boreal oferece 522 litros de volume. Comparativamente, o Toyota Corolla Cross dispõe de 440 litros e o Jeep Compass, 476 litros.
Esta vantagem volumétrica de quase 80 litros em relação ao Toyota é um fator determinante. Especialmente para famílias que buscam um veículo de uso misto (urbano e rodoviário).
O Boreal vem com pacote de segurança ativa classificado como nível 2 de automação. Este conjunto, conhecido pela sigla Adas (Advanced Driver Assistance Systems), inclui sensores de radar e câmeras que monitoram o entorno do veículo. No SUV da Renault são 24 espalhados pelo carro.
O Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) com função Stop & Go é capaz de manter a velocidade programada e a distância do veículo à frente, podendo parar o carro completamente em congestionamentos e retomar a velocidade assim que o tráfego flui. Com isso, dispensa a intervenção do motorista no pedal de freio ou acelerador, apenas as mãos (obrigatoriamente) no volante.

Outros sistemas que fazem parte do pacote são frenagem autônoma de emergência, que detecta obstáculos, pedestres e ciclistas. Além disso, há um alerta de ponto cego nos espelhos retrovisores e o assistente de permanência em faixa com correção ativa na direção.
A versão Iconic também conta com câmera de 360 graus com visualização 3D. Assim, ela facilita manobras em espaços confinados. Outro destaque, aliás, é o alerta de tráfego cruzado traseiro, essencial para saídas de vagas perpendiculares.
Na segurança passiva, o veículo é estruturado com aços de ultra-alta resistência em pontos críticos de deformação. De quebra, conta com seis airbags de série (frontais, laterais e de cortina).
No mercado brasileiro, o Boreal Iconic, topo de linha, custa R$ 214.990. Pode ser considerado “salgado”, mas não necessariamente pelo o que ele entrega se comparado à concorrência.
O Jeep Compass, embora consolidado como líder de mercado, apresenta uma lista de equipamentos equivalente apenas em versões que superam os R$ 240 mil. Isso além de possuir um entre-eixos e porta-malas inferiores.

O Toyota Corolla Cross XRE, por sua vez, é comercializado em faixas de preço similares, mas entrega um pacote tecnológico mais conservador. Ele dispensa, por exemplo, os sistemas de som premium ou a conectividade Google nativa que o Boreal oferece.
O Volkswagen Taos é outro concorrente direto que foca em espaço interno, mas que carece de itens de refinamento presentes no Renault. Caso dos bancos com função de massagem e do sistema de áudio Harman Kardon com 410W de potência.

Um ponto de atenção ao Boreal, contudo, é o fator depreciação. Historicamente, veículos japoneses e inclusive marcas americanas consolidadas possuem maior liquidez no Brasil.
A Renault busca mitigar esse risco financeiro oferecendo garantia de 5 anos sem limite de quilometragem, uma tentativa direta de aumentar a confiança do comprador no valor de revenda futuro, mas também na durabilidade do produto.
Esse reposicionamento pode levar tempo e enfrentar dificuldades. Renato Salmeron, especialista de mercado e CEO da Autosimples, trabalha com revenda de veículos premium. Para ele, a Renault melhorou sua reputação, já que não é mais vista com a percepção tradicional de “carro francês que não presta”.
Carros como Sandero e Duster são frequentemente usados como táxis e Uber, rodando em alto nível. Apesar da melhora, o mercado brasileiro ainda percebe a Renault como uma marca de carros baratos, de entrada e mais simples.
Ou seja, consumidores esperam que os carros da Renault custem menos em comparação com outras marcas. “A tentativa da Renault de se posicionar como uma marca de carros especiais ou diferenciados, em uma linha de preço mais alta, encontra dificuldade, porque aos olhos do consumidor, o Renault é para ser um carro barato”, avalia.
Salmeron compara esse reposicionamento da Renault a algo como a Ford fez com sucesso. Ao sair do Brasil (onde produzia EcoSport e Ka) passou a importar caminhonetes e 4x4 (nova geração da Ranger, Bronco e Maverick), SUV premium (Territory) e o último dos muscle car, o Mustang, com ticket médio bem mais elevado.

Além da maior garantia, a estratégia da Renault para o Boreal prevê um plano de manutenção com preços fixos, o que traz maior transparência nos custos de propriedade ao longo do tempo.
Como o motor 1.3 turbo e o câmbio EDC são projetos globais de larga escala, a disponibilidade de peças e a expertise técnica tendem a ser estabilizadas em toda a rede de concessionárias.
Além disso, o sistema de freios a disco nas quatro rodas e a suspensão independente garantem que o custo de reposição de componentes de desgaste natural esteja alinhado com a média do segmento C-SUV.
A eficiência do motor turbo também reflete em menores gastos anuais com combustível, com médias rodoviárias que atingem 13 km/l com gasolina, um dado relevante para o cálculo de custo por quilômetro rodado.
Existe mais um aspecto importante a ser citado: a Renault atualizou sua estratégia no Brasil por meio da parceria com a chinesa Geely e a consolidação com a Horse. Essa última, aliás, já detém o sistema Reev (extensão de autonomia), capaz de levar um carro elétrico (ou tecnicamente híbrido) rodar por mais de 1 mil km sem abastecer ou que peça recarga. A arquitetura modular do Boreal permite essa tecnologia.
Ao se unir à Geely, gigante chinesa que detém a Volvo e a Zeekr – a Renault passa de operadora de plataformas regionais para ter acesso a uma cadeia de suprimentos e tecnologia de software de alta qualidade, o que fortalece o projeto Boreal, para fazer frente aos SUVs chineses que hoje pautam o mercado em termos de conectividade e gadgets.
Já a consolidação da Horse, divisão focada em motores de alta eficiência, assegura uma possível inovação técnica na transição energética.
Juntas, essas parcerias retiram a Renault do nicho de baixo custo e a posicionam estrategicamente para competir por valor agregado, oferecendo produtos que combinam a confiança da engenharia tradicional com a inovação digital exigida pela nova ordem automotiva.
O Boreal marca o encerramento de um ciclo de dependência de plataformas simplificadas, posicionando a Renault em um patamar de competitividade técnica inédito no Brasil.
Do ponto de vista racional, o SUV entrega um conjunto superior em equipamentos, motorização e espaço por um preço de aquisição mais agressivo que seus rivais diretos.
O desafio central, contudo, reside na resiliência comercial: a marca precisa provar o valor de seu produto em um mercado conservador que ainda privilegia fabricantes tradicionais, utilizando a parceria com a Mercedes-Benz e a tecnologia Google como pilares dessa nova reputação.
A mudança da imagem de “marca de carros baratos” para uma fabricante de vanguarda depende da consistência da linha e do desempenho do Boreal nos primeiros 24 meses.

Enquanto o SUV compacto Kardian iniciou esse movimento, o Boreal é o responsável por validar a Renault perante o consumidor de maior poder aquisitivo. A expectativa é que, em 3 anos, os dados de depreciação do Boreal mostrem números próximos aos de Toyota e Jeep, mudando a percepção racional do consumidor.
A eletrificação surge como um próximo grande diferencial estratégico para consolidar esse novo posicionamento.
A introdução da tecnologia Reev da Horse em até dois anos permitiria à Renault saltar a etapa de transição para se tornar uma referência em tecnologia sustentável, passando a ser comparada diretamente com as potências tecnológicas chinesas e europeias.
Embora o Boreal já entregue um padrão premium, a consolidação definitiva dessa “nova Renault” é esperada para 2028, condicionada à disciplina de preços e à capacidade da marca em sustentar o discurso de valor permitido pelas parcerias com Geely e Horse.
Para quem aprecia um bom produto, ter um Boreal na garagem pode representar uma aposta racional na depreciação reversa.
Assim como um investidor de perfil arrojado, o Boreal é para quem aceita o risco da novidade por enxergar um potencial de valorização que o mercado tradicional ainda não precificou.
Ao adquirir um produto tecnicamente superior por um preço de entrada mais agressivo, o consumidor antecipa um movimento de mercado que a Renault está apenas começando a desenhar.

Resta saber se, no mercado de usados – esse juiz implacável da liquidez automotiva –, o Boreal conseguirá manter uma valorização aceitável. Se a confiança na engenharia Horse e a garantia de cinco anos cumprirem seu papel, o SUV poderá ser o primeiro Renault em décadas a desafiar a hegemonia dos ativos conservadores japoneses na hora da revenda.
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