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Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista
Quem quiser financiar um imóvel em bairros famosos da cidade de São Paulo neste início do ano precisa comprovar renda mensal de pelo menos R$ 10 mil, segundo um estudo realizado pela empresa do setor imobiliário Loft.
Essas condições de financiamento coincidem com um momento em que o brasileiro atinge um patamar recorde de intenção de compra de imóveis.
Uma pesquisa de fevereiro publicada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostra que 50% das famílias têm planos de comprar um imóvel nos próximos dois anos, em todo o Brasil.
No caso dos paulistanos, quem procurar por um imóvel agora vai precisar comprovar uma renda elevada para ter acesso ao crédito dos bancos.
O levantamento da Loft considera as condições de financiamento em instituições financeiras como Bradesco, Itaú e Santander. Na capital paulista, os valores variam abruptamente de acordo com o bairro.
Em imóveis localizados no Sacomã, por exemplo, a renda mínima exigida é de R$ 10.695.
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Outros com cifras semelhantes são República e Pirituba, que demandam a comprovação de um valor mensal de R$ 11.760 e R$ 12.830, respectivamente.
Dentre os bairros analisados no estudo, esses são os que têm menor valor.
A renda mensal ultrapassa a cifra de R$ 43 mil em imóveis de Campo Belo e Pinheiros. Nesses casos, a primeira prestação do financiamento também chama a atenção: para quem financia 80% do valor em um prazo de 420 meses, a parcela chega a mais de R$ 12 mil.
O levantamento considera os 15 bairros com maior número de transações de compra e venda entre os meses de novembro de 2025 e janeiro de 2026. A Bela Vista, que ficou no topo do ranking em quantidade de operações, exige que os compradores tenham uma renda mensal de R$ 19.657.
Confira os números:
| Bairro | 1ª prestação | Renda mínima | Tíquete médio | Número de transações |
|---|---|---|---|---|
| Bela Vista | R$ 5.481 | R$ 19.657 | R$ 596.752 | 522 |
| Santo Amaro | R$ 9.806 | R$ 35.099 | R$ 1.067.675 | 510 |
| Perdizes | R$ 9.838 | R$ 35.213 | R$ 1.071.161 | 482 |
| Tatuapé | R$ 6.836 | R$ 24.494 | R$ 744.268 | 440 |
| Vila Andrade | R$ 7.238 | R$ 25.931 | R$ 788.100 | 420 |
| Pinheiros | R$ 12.317 | R$ 44.063 | R$ 1.341.056 | 416 |
| Sacomã | R$ 2.971 | R$ 10.695 | R$ 323.462 | 403 |
| Campo Belo | R$ 12.288 | R$ 43.960 | R$ 1.337.920 | 372 |
| Tucuruvi | R$ 4.487 | R$ 16.108 | R$ 488.524 | 371 |
| Jabaquara | R$ 4.981 | R$ 17.872 | R$ 542.321 | 359 |
| República | R$ 3.269 | R$ 11.760 | R$ 355.935 | 348 |
| Ipiranga | R$ 5.429 | R$ 19.470 | R$ 591.069 | 311 |
| Brooklin | R$ 10.387 | R$ 37.171 | R$ 1.130.890 | 304 |
| Mooca | R$ 5.958 | R$ 21.361 | R$ 648.729 | 283 |
| Pirituba | R$ 3.569 | R$ 12.830 | R$ 388.574 | 279 |
O estudo também faz um filtro de acordo com o tíquete médio dos imóveis.
Em bairros de alto padrão, onde os imóveis custam até R$ 11 milhões, o valor para acessar um financiamento ultrapassa a cifra de R$ 360 mil por mês.
É o caso do Jardim Europa, considerado o mais caro. Não é à toa que, pelo perfil financeiro mais elevado, o número de transações de compra e venda na região foi 39, bem abaixo do patamar visto entre os mais famosos.
Outros que também chamam a atenção são o Jardim Paulistano, que exige renda de mais de R$ 287 mil para imóveis com valor médio de R$ 8,7 milhões, e a Vila Nova Conceição, onde é necessário comprovar R$ 193 mil para um tíquete médio de R$ 5,8 milhões.
Fabio Takahashi, gerente de dados da Loft, explica que a renda exigida é um reflexo do tíquete médio dos imóveis e destaca que os preços aumentaram em 2025, quando comparados aos valores de 2024. Dados do índice FipeZap mostram que o avanço foi de 6,75% no último ano.
Segundo Takahashi, as condições de financiamento são mais estáveis, mas “o principal impacto é do aumento dos preços, que acaba exigindo renda e parcelas iniciais maiores”.
Portanto, mesmo com a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) para reduzir a taxa Selic para 14,75% a.a., Takahashi explica que o efeito nos financiamentos de imóveis deve demorar algum tempo para aparecer.
“O mercado de crédito imobiliário costuma reagir com defasagem às mudanças na Selic. Mesmo que a taxa básica comece a cair nos próximos meses, as condições de financiamento observadas neste início de 2026 tendem a persistir por algum tempo, até que os bancos ajustem suas taxas e políticas de crédito”, explica.
Além disso, ele destaca que o mercado já esperava o início do ciclo de cortes dos juros, “o que também pressiona os preços dos imóveis para cima”.
A dica que ele dá para quem quiser comprar imóveis agora é focar em informação: pesquisar bairros mais em conta, consultar quais são as condições de financiamento mais benéficas e checar as opções de pagamento.
“Quem comprar agora pode ter a vantagem de adquirir antes de aumentos adicionais nos preços, esperadas pelo aumento da demanda por imóveis com a queda dos juros. Mesmo que as condições de financiamento melhorem mais adiante, os preços podem estar mais altos”, diz o gerente de dados.
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