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O tema é considerado estratégico para o governo Lula, já que o gás de cozinha está diretamente ligado a uma das promessas sociais da atual gestão

O preço do botijão de gás virou assunto em Brasília — e, desta vez, com intervenção direta do Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (2) que vai anular um leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP) realizado pela Petrobras (PETR4) após a estatal negociar o produto com ágios que chegaram a mais de 100%.
Em entrevista à TV Record Bahia, em Salvador, Lula foi direto ao ponto: disse que o governo não permitirá que o consumidor arque com esse custo.
“Fizeram um leilão com ágio de 100%. Como é que você vai permitir que o povo arque com essa responsabilidade? Não vai”, afirmou.
Segundo o presidente, o leilão teria ocorrido em desacordo com a orientação do governo e da própria direção da Petrobras.
“Nós vamos rever esse leilão, nós vamos anular esse leilão”, disse, acrescentando que o governo não permitirá que a população brasileira pague o preço da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem elevado os preços do petróleo e gás globalmente.
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O tema é considerado estratégico para o governo Lula. O gás de cozinha está diretamente ligado a uma das promessas sociais da atual gestão, com programas de subsídio voltados à população de baixa renda, como o Gás para Todos.
Em leilões realizados na terça-feira (31), a Petrobras vendeu gás de cozinha a preços muito acima do habitual. Em um dos lotes, distribuidoras chegaram a pagar mais que o dobro do valor de referência.
O volume negociado correspondeu a cerca de 11% das vendas nacionais previstas para abril, distribuído para sete regiões diferentes. O gás retirado na refinaria de Duque de Caxias (RJ) saiu com ágio de 117% sobre o preço base de R$ 2.596 por tonelada.
No total, o leilão movimentou 70 mil toneladas, cerca de 15% de todo o GLP fornecido pela estatal.
Hoje, o botijão custa, em média, R$ 95,67 no Rio de Janeiro e R$ 114,80 em São Paulo, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Cerca de 75% do GLP consumido no país é produzido pela Petrobras; o restante é importado, em sua maioria pela própria estatal.
O leilão de GLP ocorre pouco depois de um processo semelhante com o diesel, que também registrou preços acima da tabela, mas acabou suspenso.
*Com informações de Reuters e O Globo
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