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Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
A atual crise global do cacau vem causando calafrios nos chocólatras de todo o mundo. Em meio a mudanças climáticas de difícil reversão, produção em queda e desequilíbrios de mercado, estimativas indicam que a matéria-prima do chocolate corre o risco de sumir do mapa dentro de pouco mais de duas décadas.
Trata-se de um cenário no qual tudo dá errado, mas é o prenúncio de uma tragédia gastronômica para mais da metade da população mundial. Estimativas da indústria indicam que pelo menos 4,5 bilhões de pessoas ao redor do planeta consomem chocolate regularmente.
Se não falta demanda, essa também não é a primeira vez que o cacau vive um choque de oferta. E um dos momentos mais emblemáticos nos quais isso ocorreu no passado levou a uma das invenções mais inesperadas de todos os tempos.
Aconteceu no início do século 19. As guerras napoleônicas deixavam um rastro de sangue e destruição na Europa. As estimativas mais conservadoras indicam que pelo menos 3,5 milhões de pessoas morreram entre 1803 e 1815 em consequência dos conflitos provocados pelas ambições expansionistas do imperador francês Napoleão Bonaparte.
As guerras napoleônicas mudaram o mapa e as relações de força dentro de uma Europa muito mais fragmentada do que hoje. Em meio à proliferação de conflitos pelo continente, Napoleão encampava uma série de estratégias com o objetivo de enfraquecer seus inimigos.
Entre elas estava o chamado bloqueio continental, um embargo que proibia os aliados da França de fazer comércio com o Reino Unido e suas colônias ao redor do mundo.
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O bloqueio continental resultou em uma escassez generalizada de produtos importados. Um desses produtos foi o cacau.
Vez ou outra, momentos amargos como guerras resultam em inovações — muitas delas aleatórias e simplesmente doces.
Entre tiros de canhão e bloqueios navais, a escassez de cacau na Europa do início dos anos 1800 levou um doceiro piemontês a moer um fruto seco e duro abundante na região onde vivia para fazer o chocolate render.
O chocolatier era Michele Prochet, de Turim, na Itália. Ele misturou o cacau com avelãs moídas. A noz era endêmica na região do Piemonte.
Estava criada a gianduia, um creme de avelã à base de chocolate que conquistou o paladar local e, mais tarde, o mundo inteiro.
A gianduia não só salvou a produção de chocolate de Prochet naquele momento de crise, como décadas mais tarde inspirou a criação de produtos icônicos como a Nutella, que mantém viva a tradição da mistura do chocolate com as avelãs.
Mais de dois séculos depois, a produção global anual do creme de avelã à base de chocolate ultrapassa as 400 mil toneladas e faz girar, por baixo, o equivalente a mais de R$ 31 bilhões por ano.
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