🔴 [NO AR] ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE: Análise Macro, Ações e Fundos Imobiliários – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
CUSTO DE VIDA

Galípolo admite incômodo do BC: inflação segue acima da meta mesmo com Selic nas alturas

Em audiência no Senado, presidente do Banco Central do Brasil lembrou que a autoridade monetária descumpriu a meta de inflação em quatro dos últimos seis anos

Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, com a mão na cabeça.
Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo - Imagem: Flickr Banco Central

O Brasil já se acostumou a conviver com uma das taxas de juros mais altas do mundo. O problema é que, mesmo com a Selic ainda em patamar elevado, a inflação continua escapando da meta com frequência. Foi esse diagnóstico que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, levou ao Senado nesta terça-feira (19).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Galípolo afirmou que o país enfrenta um problema estrutural: precisa de um esforço monetário maior do que outras economias para tentar controlar a inflação.

“Quando a gente olha o resultado da política monetária, percebemos que só não houve uma carta aberta em 2020 e em 2023”, disse. A carta aberta é enviada ao Ministério da Fazenda quando o Banco Central descumpre a meta de inflação.

Em quatro dos últimos seis anos, a autoridade monetária não conseguiu manter a inflação dentro do objetivo estabelecido.

Galípolo afirmou que uma das discussões centrais nesse processo envolve os núcleos de inflação, indicadores que excluem itens mais voláteis para medir a tendência dos preços. Hoje, segundo ele, a média desses núcleos já roda próxima da inflação cheia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Galípolo e peso da inflação no bolso

O presidente do Banco Central também comentou o chamado “misery index”, indicador que combina inflação e desemprego. Segundo Galípolo, o índice está no menor patamar da série histórica brasileira, mas os choques recentes de oferta mudaram a percepção da população sobre o custo de vida.

Leia Também

AS MAIS LIDAS

Mais um adeus à B3, o relógio de R$ 5,5 milhões de Neymar Jr e os R$ 4 bilhões no caixa do Banco do Brasil: confira o que bombou na semana 

A AGENDA DO INVESTIDOR

A Selic cai mais? A pergunta de US$ 1 milhão dos investidores começará a ser respondida pelo IPCA e pela ata do Fed

“Raramente alguém sabe qual foi a inflação do mês ou o núcleo de inflação, mas todo mundo sabe quanto custa a carne, o leite e o ovo”, afirmou.

Para ele, o avanço dos preços de itens essenciais alimenta um debate internacional sobre “affordability”, termo usado para descrever a dificuldade das famílias em lidar com o encarecimento do custo de vida.

Galípolo destacou que o papel dos bancos centrais é impedir que esses choques se transformem em uma espiral inflacionária mais persistente, contaminando salários e outros preços da economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crédito ganhou força após a pandemia

Ao comentar os choques econômicos recentes, Galípolo relembrou que a pandemia de covid-19 provocou uma forte desaceleração da atividade econômica global em 2020, levando bancos centrais do mundo todo a reduzirem os juros para níveis historicamente baixos.

“Lá fora chegaram a patamares negativos e aqui no Brasil ficou próximo de 2%”, disse.

Segundo ele, a perda de renda das famílias durante esse período impulsionou a busca por crédito para sustentar o consumo.

O presidente do BC citou estudos internacionais que mostram aumento no número de cartões de crédito por pessoa desde a pandemia, movimento que ampliou o uso do crédito rotativo e o endividamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Brasil, afirmou, esse fenômeno foi intensificado pelo avanço da bancarização e pela popularização do Pix.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Feriados 2026 3 de julho de 2026 - 12:05

QUEM TRABALHA E QUEM FOLGA?

Feriado na próxima semana renderá folga remunerada a milhões de trabalhadores

3 de julho de 2026 - 12:05
apolo fundo de investimento foguete 3 de julho de 2026 - 10:00
Calendário BPC 2026 3 de julho de 2026 - 5:05
Ação do agronegócio, etanol, açúcar, São Martinho (SMTO3). 2 de julho de 2026 - 14:31
anvisa calvo café 2 de julho de 2026 - 14:26
restituição imposto de renda 2025 2 de julho de 2026 - 14:10
PISPasep Carteira de trabalho brasileira. Trabalho registrado CLT e dinheiro do Brasil. Salário mínimo Dinheiro real brasileiro. 2 de julho de 2026 - 10:03
Gás do Povo Créditos: Foto: Ricardo Botelho/MME 2 de julho de 2026 - 7:30

ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS

Gás do Povo julho 2026: veja datas, quem pode receber e como ter acesso

2 de julho de 2026 - 7:30
Lotofácil tem bola dividida. 2 de julho de 2026 - 7:21
1 de julho de 2026 - 11:54
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar