🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

GUERRA DO VAREJO

Taxa das blusinhas: CNI vai ao STF contra decisão de Lula de zerar imposto sobre compras de até US$ 50

Confederação alega que medida do governo prejudica a indústria nacional, ameaça empregos e cria vantagem para plataformas estrangeiras

shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3
Taxa das blusinhas - Imagem: Canva

A guerra em torno da “taxa das blusinhas” ganhou um novo capítulo. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entrou na sexta-feira (22) com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo de zerar o imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A medida foi oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio da Medida Provisória nº 1.357/2026, editada no último dia 12. O texto eliminou a alíquota de 20% que incidia sobre encomendas de pequeno valor, conhecidas popularmente como “taxa das blusinhas”.

A entidade que representa a indústria brasileira afirma que a mudança cria uma vantagem indevida para produtos importados e ameaça a competitividade das empresas nacionais.

Segundo a CNI, a MP desrespeita princípios constitucionais como isonomia e livre concorrência. A entidade também questiona o uso de medida provisória para tratar do tema, alegando que não há urgência suficiente para justificar a decisão do Executivo, principalmente porque já existem projetos sobre o assunto em tramitação no Congresso.

Taxa das blusinhas no STF

Na ação apresentada ao STF, a CNI afirma que zerar o imposto para compras internacionais de até US$ 50 enfraquece a proteção ao mercado interno prevista na Constituição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a entidade, a medida pode acelerar a transferência de empregos e renda para o exterior, além de ampliar a pressão sobre a indústria nacional.

Leia Também

A LISTA ESTÁ AUMENTANDO...

Depois do JP Morgan, agora é a vez do Morgan Stanley deixar de recomendar a compra de ações brasileiras

FAVORITOS DO C-LEVEL

O que os executivos ouvem? Market Makers está entre os podcasts preferidos; confira o pódio

“O acesso da população é promovido à custa do agravamento das assimetrias concorrenciais suportadas pelos setores produtivos nacionais, da transferência de empregos e renda ao exterior e da renúncia fiscal relevante”, argumenta a confederação no processo.

O diretor jurídico da CNI, Alexandre Vitorino, também criticou a justificativa de urgência usada pelo governo para editar a MP.

“A redução a zero na tributação das importações de pequeno valor destinadas a pessoas físicas não guarda a necessária urgência para ser validamente editada por medida provisória”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A entidade cita ainda o avanço acelerado das importações de pequeno valor nos últimos anos. Segundo dados oficiais mencionados pela CNI, essas compras saltaram de US$ 800 milhões em 2013 para US$ 13,1 bilhões em 2022.

No mesmo período, o número de remessas postais internacionais passou de 70,5 milhões em 2018 para 176,3 milhões em 2022.

Indústria defende efeitos da tributação

A CNI também usa números recentes para defender a manutenção da tributação sobre as compras internacionais.

Segundo a entidade, o volume de remessas pelo programa Remessa Conforme caiu em 2025 em relação ao ano anterior, especialmente na comparação entre os primeiros semestres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação da confederação, a cobrança do imposto ajudou a preservar empregos e atividade econômica no país. A estimativa apresentada pela entidade é de manutenção de cerca de 135 mil empregos e impacto positivo de R$ 19,7 bilhões para a economia brasileira.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar