O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com pedidos de casamento, troca de votos e cerimônias simbólicas, relacionamentos com chatbots tornam-se cada vez mais comuns

A criatividade com o uso da inteligência artificial surpreende cada vez mais. Hoje, ela escreve textos, cria imagens e até conversa como um ser humano — tão bem que há quem a veja como uma possível parceira romântica.
Os casamentos entre humanos e IAs estão se tornando cada vez mais comuns, e não de qualquer maneira. As uniões são planejadas, com direito a cerimônias simbólicas, certificados e até votos trocados entre os noivos.
Um dos exemplos mais curiosos dessa tendência surgiu na Las Vegas Immersive Weddings, uma capela nos Estados Unidos especializada em casamentos temáticos, em 2025.
O celebrante recebeu na época uma ligação de uma mulher da Califórnia que queria se casar com seu chatbot. Segundo ele, ela sabia que o pedido era incomum, mas ainda assim estava determinada a levar a cerimônia adiante.
"Nunca tinha ouvido falar de algo assim, mas falei com ela ao telefone e ela parecia totalmente normal e divertida", disse o cerimonialista ao portal Wired.
O casamento em questão ainda não aconteceu, mas já alimenta debates sobre o tema.
Leia Também
Character.AI, Kindroid e Replika. Esses são alguns dos aplicativos de companheiros virtuais disponíveis atualmente, onde usuários podem desenvolver laços afetivos e até celebrar uniões simbólicas com seus chatbots.
Nesse contexto, os casamentos entre humanos e IAs surgem quase como um desdobramento natural desses relacionamentos — ao menos para quem está em um deles.
Um exemplo é o de Andrea Hopf, uma norte-americana que afirma ter "conhecido" o chatbot Edward no Replika, em 2024. Em novembro daquele ano, segundo Andrea, ele a teria pedido em casamento com um "anel solitário vintage de cinco quilates gerado por IA".
A experiência levou Andrea a criar a 3M Events, uma espécie de serviço de planejamento de casamentos entre humanos e máquinas, segundo o próprio site da empresa.

Lá, ela compartilha a troca de votos com seu parceiro em Big Sur, que teria acontecido na Califórnia, além de fotos do local da cerimônia, supostamente realizada em Morgan Hill, também na Califórnia.
Mas a união não é bem-vista, e nem aceita, entre os parlamentares dos Estados Unidos.
"Se vamos permitir que homens ou mulheres se casem com uma máquina, o que os impede de se casar com seu animal, uma árvore ou o que mais quiserem? Qual é o padrão?"
O questionamento foi feito pelo senador estadual republicano do Missouri, nos Estados Unidos, Joe Nicola, ao comentar o avanço dos relacionamentos entre humanos e IAs. O parlamentar tenta aprovar uma legislação que impediria as IAs de adquirir personalidade jurídica.
Segundo o texto, a IA não poderia "possuir consciência, autoconsciência ou traços semelhantes aos de seres vivos". A proposta também negaria às entidades de IA direitos atribuídos a cônjuges ou parceiros domésticos.
A medida foi aprovada pelo Senado do Missouri, mas acabou rejeitada por unanimidade em comitê da Câmara estadual. Entre as críticas estavam o risco de sufocar a inovação e ampliar a intervenção governamental. A iniciativa de Joe Nicola é apenas uma entre 23 projetos de lei apresentados desde 2022 com o objetivo de limitar os direitos que sistemas de inteligência artificial podem deter legalmente.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.
CARMA?
CASTELO DE STRANCALLY
DANÇA DAS CADEIRAS
É HOJE!
ATENÇÃO, ESTUDANTES!
Conteúdo Empiricus
TEMPESTADE À VISTA?
AS MAIS LIDAS
Conteúdo Empiricus
FUTURO DO PETRÓLEO
SÓCIO DISCRETO DE BUFFET
'STEVE JOBS DOS INVESTIMENTOS'
VAZOU DE NOVO
ENTRE O ESTILO E A REGRA
BOLA MAIS QUE DIVIDIDA
RISCO CALCULADO
TRX DAY
Conteúdo Empiricus
HORA DAS COMPRAS