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Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Morar em São Paulo está cada vez mais caro e isso não é uma mera impressão dos moradores da capital paulista. Os preços médios do aluguel em São Paulo estão 10,9% maiores em relação ao ano passado, segundo um levantamento feito pela empresa do mercado imobiliário Loft. Alguns bairros superam – e muito – esse crescimento, com percentuais de até 63% de alta anual.
Esse é o caso do bairro Itaim Paulista, na zona leste da cidade.
Localizado em uma região periférica de São Paulo e com valor médio de R$ 2.860, a região registrou um aumento de preço do aluguel 103 vezes maior que o acumulado de 12 meses do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).
O índice costuma ser usado como referência de reajuste para as moradias e avançou 0,61% em um ano, considerando até abril.
Os três maiores aumentos de aluguel foram registrados em bairros conhecidos por serem de menor renda, de acordo com a pesquisa que analisou 178 mil anúncios residenciais em plataformas digitais.
Em seguida do Itaim Paulista, estão:
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O preço médio de locação, segundo a pesquisa, é de R$ 2.378 para casas e apartamentos no Jaraguá, enquanto o Grajaú tem imóveis de aproximadamente R$ 4.373.
O gerente de dados da Loft, Fábio Takahashi, explica que a alta expressiva dos preços nos bairros periféricos se deve ao preço do tíquete médio. Por terem valores mensais menores, proporcionalmente há mais espaço para um crescimento acentuado do aluguel.
No entanto, ele destaca que o avanço do aluguel não se restringiu a bairros de menor poder aquisitivo.
No intervalo de um ano, localizações já conhecidas pelos valores mensais bastante elevados também tiveram altas acima da média da cidade.
O Jardim Paulistano, na zona sul, teve a quarta maior variação no período.
Os imóveis na região registraram aumento de preços de 44,7%. O valor médio no bairro é de R$ 20.963 para imóveis que têm, em média, 253 metros quadrados.
Outro que já era o mais caro da cidade e conseguiu ficar ainda mais foi o Jardim Europa.
O bairro tem o maior tíquete médio de São Paulo, de R$ 28.252 por mês para imóveis com cerca de 242 metros quadrados. O avanço foi de 30,9% no ano.
Para Takahashi, o aumento de preços em bairros com diferentes perfis é um reflexo da “pressão de demanda disseminada por toda a cidade”, diz.
A pesquisa evidencia que a alta não foi desenfreada em todos os bairros da capital paulista.
Embora o crescimento médio tenha sido de 10,9%, alguns bairros de São Paulo foram na contramão e reduziram os preços dos aluguéis. Este foi o caso de Alto de Pinheiros, o terceiro mais caro da capital e localizado na zona oeste.
O bairro entrou em uma “promoção” pouco acessível. Com valor médio de R$ 20.307 em 2026, a diminuição em relação ao ano anterior foi de 34,5%.
Entre os outros bairros que tiveram queda no valor do aluguel estão:
O preço médio nos três bairros é de R$ 1.760, R$ 9.381 e R$ 7.023, respectivamente.
Além do cenário de aluguéis em São Paulo, a Loft mostra um outro movimento em âmbito nacional.
Segundo os dados, no Brasil, o aluguel tem aumentado de forma mais expressiva do que o preço de venda dos imóveis.
No mês de março, por exemplo, os preços de locação avançaram 9,8%, enquanto os imóveis à venda registraram alta de 7,1%.
Na visão de Takahashi, esse cenário é um reflexo do patamar elevado de juros, com a taxa Selic a 14,5% ao ano. “Com o crédito ainda restrito, a locação continua sendo uma alternativa importante para muitas famílias, o que mantém a pressão sobre os preços”, afirma Takahashi.
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