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Indicadores ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo

A primeira semana cheia de abril traz uma agenda movimentada no Brasil, com a divulgação de indicadores relevantes para a economia, como a inflação e comércio exterior.
Os dados ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo.
Já a balança comercial indica a força das exportações brasileiras e seu impacto nas contas externas.
A seguir, veja os principais eventos da economia da semana e o que cada indicador revela:
A balança comercial mede a diferença entre exportações e importações do país. Quando o resultado é positivo (superávit), significa que o Brasil exporta mais do que importa, favorecendo a entrada de dólares na economia.
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Para março, o mercado projeta um saldo positivo de US$ 7,55 bilhões, acima do registrado no mês anterior.
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) é um índice de inflação amplo, que reúne preços no atacado, na construção civil e no consumidor. Por captar custos em diferentes etapas da economia, costuma antecipar tendências da inflação. Será divulgado o indicador referente à março, tanto a variação mensal quanto o acumulado em 12 meses.
Na última divulgação, o indicador registrou queda de 0,84% em fevereiro, após alta de 0,20% em janeiro. Com isso, acumula retração de 0,64% no ano e de 2,91% em 12 meses.
Divulgado semanalmente, o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acompanha a inflação no curto prazo e, por sua frequência, ajuda a identificar mudanças recentes no comportamento dos preços. Na próxima edição será divulgada a 1ª quadrissemana de abril.
Na quarta quadrissemana de março de 2026, o índice subiu 0,67% e acumula alta de 3,47% em 12 meses. Na apuração, seis das oito classes de despesa registraram aceleração.
A principal contribuição veio do grupo Transportes, cuja taxa passou de 0,85% na terceira quadrissemana para 1,51% na quarta. Também aceleraram Alimentação (de 1,10% para 1,31%), Educação, Leitura e Recreação (de -1,27% para -0,97%), Vestuário (de 0,35% para 0,48%), Habitação (de 0,30% para 0,36%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,03% para 0,05%).
Por outro lado, os grupos Comunicação (de 0,14% para 0,10%) e Despesas Diversas (de 1,73% para 1,70%) desaceleraram.
O Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) divulgará os resultados da 1ª quadrissemana de abril.
O IPC-Fipe mede a inflação na cidade de São Paulo, com foco no custo de vida das famílias. Por refletir a dinâmica de preços no maior centro econômico do país, é uma referência relevante para o mercado.
Na última quadrissemana de março, o índice subiu 0,59%, com maior impacto do grupo Alimentação, que avançou 1,36% e respondeu por 0,3933 ponto percentual do resultado.
Habitação, que tem o maior peso na composição (31,1245%), registrou alta de 0,15%, contribuindo com 0,0430 ponto percentual. Também apresentaram variação positiva Transportes (0,87%, com impacto de 0,1213 p.p.), Saúde (0,37%, com 0,0230 p.p.), Vestuário (0,13%, com 0,0054 p.p.) e Despesas Pessoais (0,04%, com 0,0064 p.p.).
Já Educação ficou estável (0,00%), com leve contribuição negativa de -0,0001 ponto percentual.
Principal indicador de inflação do país, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) serve de referência para o sistema de metas do Banco Central. Ele mede a variação de preços ao consumidor e é determinante para a trajetória dos juros, enquanto o acumulado em 12 meses ajuda a visualizar a tendência inflacionária mais ampla.
Em fevereiro, o IPCA voltou a acelerar, com alta de 0,70%. No acumulado de 12 meses, a inflação atingiu 3,81%.
Nesta semana será divulgado o resultado de março (mensal e acumulado em 12 meses).
Com informações do Estadão Conteúdo.
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