O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Todo bom processo de análise em Economia & Finanças — especialmente quando o assunto é o Ibovespa — deve ser alicerçado, sobretudo, nos respeitáveis princípios da metodologia científica, no doubt about it.
No entanto, precisamos reconhecer também que o universo holístico do financista corresponde a um misto entre ciência e arte; não é 100% ciência.
Assim, via de regra, quase todas as nossas reuniões semanais de research aqui na Empiricus costumam guardar momento para aquilo que eu chamo de “pausa para um anedótico”.
E, muitas vezes, sem surpresa, essas pausas são a parte mais interessante da reunião, justamente pelo fato de a arte ser mais provocativa (e menos rigorosa) do que a ciência.
No encontro dessa semana, o prêmio de melhor pausa para um anedótico ficou com o Costinha. Foi ele quem nos perguntou, de supetão: “janeiro crava o ano?”.
Ficamos olhando pro teto, olhando pra ele, já sabendo da inteligência privilegiada dele, e pensando: que porra é essa de janeiro crava o ano? Bom, agora posso tentar explicar.
Leia Também
Basicamente, o Costinha e a Gabi pegaram um histórico de Ibov — cruzando mês/ano — de 1996 a 2025.

Desses 30 anos de amostra, 14 possuem uma condição específica, de inaugurar o mês de janeiro já com ganhos.
E aqui vem a bruxaria que no creo, pero que las hay, las hay.
Dentro dos 14 janeiros positivos, encontramos 13 anos cheios também positivos — uma tremenda coincidência.
Ou talvez um pouco mais do que coincidência...
De fato, esse fenômeno é documentado na literatura acadêmica como “efeito barômetro”, e ficou famoso graças ao economista Yale Hirsch, na década de 1970.
Yale era o pai do Stock Trader’s Almanac, onde publicou um estudo seminal identificando forte correlação entre a performance da bolsa norte-americana em janeiro e no restante do ano.
Para além de ocorrências espúrias, há motivos perfeitamente causais por trás dessa relação. Por exemplo: path dependence, e o recorte de que muitos institucionais globais desenham alocações de portfólio na véspera da virada, já pensando no próximo ano cheio.
Se for mesmo verdade, temos um belo janeiro em 2026 (+12,56%) para servir de propulsão ao Ibovespa — especialmente com o novo acesso facilitado a todos os conteúdos clássicos da Empiricus.
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities