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Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo
Conciliar gastos do governo, manter a inflação dentro da meta e o câmbio sob controle não é um desafio só do Brasil. A dificuldade também é sentida do outro lado do mundo, no Japão.
O Bank of Japan manteve os juros em 0,75% ao ano em janeiro. Pode parecer uma taxa pequena, ainda mais na comparação com a Selic em 15% ao ano, mas é o nível mais alto das últimas três décadas.
E, assim como por aqui, taxas altas de juros também pressionam a dívida pública japonesa, o que pode se tornar um risco significativo.
Equilibrar todos esses pratos é ainda mais complicado ao considerar que o Japão é um dos grandes detentores de Treasuries norte-americanos. Qualquer estresse mais sério no iene poderia forçar vendas de títulos dos EUA para estabilizar o câmbio — o que pressionaria a curva de juros dos EUA e, por tabela, as condições financeiras globais.
Com a vitória expressiva da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do final de semana, pelo menos por enquanto a volatilidade deu lugar a altas nas bolsas asiáticas, com o índice Nikkei alcançando novas máximas históricas.
Porém, com maioria indiscutível no governo, a líder ganha força para uma agenda mais agressiva de expansão fiscal, que pode dificultar ainda mais o equilíbrio delicado entre estímulo, dívida e juros.
Leia Também
Entenda melhor cada um desses pontos na coluna de Matheus Spiess no Seu Dinheiro.
O Ibovespa fechou a última segunda-feira (9) em novo recorde, com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos. O movimento foi puxado pela recuperação de Wall Street após os temores de bolha em inteligência artificial na sexta-feira (6), além de falas do presidente do Banco Central brasileiro e de um alívio nas projeções de inflação.
Em evento, Gabriel Galípolo afirmou que é preciso reconhecer a melhora do quadro econômico desde o fim do ciclo de alta de juros. Segundo ele, o BC segue dependente dos dados, e a palavra de ordem neste momento da política monetária é “calibragem”.
Nesta terça-feira (10), o mercado acompanha de perto a divulgação do IPCA de janeiro, indicador central para as expectativas de inflação e para a leitura dos próximos passos do BC.
Os investidores também reagem aos resultados corporativos do quarto trimestre de 2025. Divulgam os números hoje: Tim (TIMS3) e Suzano (SUZB3).
Na Ásia, as bolsas fecharam em alta hoje, com destaque para Tóquio. O Nikkei renovou máximas históricas após a vitória do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo e avançou 2,3%, aos 57.650,54 pontos.
Em Wall Street, os índices encerraram o pregão de ontem em alta, impulsionados pela retomada das ações de tecnologia e pela expectativa pelos próximos dados de inflação e emprego nos EUA. O Dow Jones fechou no maior nível nominal da história, aos 50.135,87 pontos.
Na Europa, os principais índices se valorizaram na terça. O pan-europeu Stoxx 600 fechou com alta de 0,70%, aos 621,41 pontos. Os ganhos foram apoiados pelo avanço nos setores de bancos e de tecnologia. O destaque foi a Alemanha, com o DAX avançando 1,19%, aos 25.014,87 pontos.
É BOM PARA O NEGÓCIO
Como PMEs podem inserir práticas ESG em suas operações sem fazer grandes investimentos? O ESG é uma forma mais eficiente e responsável de gerir a empresa — com impacto direto na redução de custos, no aumento da produtividade e na sustentabilidade do negócio.
LADEIRA ABAIXO
Fitch corta nota de crédito da Raízen (RAIZ4) pela segunda vez no mesmo dia; rating passou de B para CCC. Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo.
PREPAREM OS BOLSOS
BB Seguridade (BBSE3) vai distribuir quase R$ 5 bilhões em dividendos após lucro recorde em 2025. Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento.
DEPOIS DA CRISE
O problema não é a vitrine, é o caixa: BTG Pactual entra no debate do FGC após crise do Banco Master. Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento.
POLÍTICA MONETÁRIA
Presidente do BC prega cautela nos juros e fala sobre Master: “não há regra que proíba captar acima do CDI”. Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica.
PANE NO SISTEMA
Falhas no site do Simples Nacional no último dia de adesão preocupam empresas Receita promete validar pedidos. Órgão afirma que solicitações enviadas até 23h59 de 30 de janeiro serão analisadas, mesmo nos casos em que o sistema apresentou erro.
ANOTE NA AGENDA
Dividendos ou JCP? Itaúsa (ITSA4) anuncia calendário de pagamentos de proventos em 2026; confira as datas e os valores. Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026.
BOLSA CARA OU BARATA
Rali à vista: Goldman Sachs projeta alta de 10% para as ações americanas; saiba onde moram os riscos. Relatório do banco norte-americano mostra que o S&P 500 pode sair dos 6.900 pontos e chegar em 7.600 pontos até o fim do ano, mas há armadilhas nesse caminho; veja como se proteger.
SOB PRESSÃO
S&P Global tira grau de investimento da Raízen (RAIZ4) e alerta para risco crescente de calote em meio a dívida alta e queima de caixa. Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia.
BRB EM QUEDA
Mercado reage a plano de recomposição de capital e ações do BRB (BSLI4) chegam a cair 20%. Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9).
SINAL DE ALERTA
O que os dividendos da Petrobras (PETR4) têm a ver com a cautela de analistas e investidores em relação à estatal. O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo.
DIFÍCIL DE RECLAMAR?
O novo normal do BTG Pactual: o que o CEO prevê por trás do guidance de rentabilidade — e quais as alavancas de crescimento para 2026. Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar.
SOB INVESTIGAÇÃO
De caneta milagrosa a perigo para a saúde: mortes por pancreatite colocam canetas emagrecedoras na mira da Anvisa. Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência.
NO INFERNO ASTRAL
Endividada, Raízen (RAIZ4) perde grau de investimento da Fitch, com corte na nota de crédito. A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento.
PRIMEIRO EMPREGO
Leroy Merlin oferece salário de R$ 6,5 mil e inscrições terminam nesta semana; confira outras vagas de estágio e trainee. Seu Dinheiro te mostra onde estão as principais oportunidades, quais empresas estão contratando e o que é preciso para participar dos programas.
OLIMPÍADAS DE INVERNO 2026
Quem são e de onde vem a fortuna dos 5 atletas mais bem pagos das Olimpíadas de Inverno de 2026? Atletas das modalidades de esqui, hóquei no gelo, snowboard e patinação artística lideram o ranking elaborado pela Forbes; confira.
O PESO DOS TRIBUTOS
Quer economizar com o IPVA 2026? Desconto de 15% vai só até amanhã neste estado. Apesar do desconto ser alto, os motoristas precisam tomar cuidado para ver se realmente vale a pena.
SEM CONFIANÇA
Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco. Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas.
DEGRAU OU TETO?
Rentabilidade do Bradesco (BBDC4) deve ‘emperrar’ em 17%, abaixo dos rivais, aposta JP Morgan. ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa.
ENTENDA A MUDANÇA
Novas regras do vale-alimentação e vale-refeição começam a entrar em vigor; veja o que muda para os negócios. Entre as principais mudanças estão os tetos para as taxas cobradas pelas operadoras de benefícios.
SUPER BOWL LX
O coelho veste Zara: Bad Bunny surpreende especialistas ao optar por gigante de fast fashion em intervalo do Super Bowl. Escolha de gigante espanhola para apresentação histórica, com acenos a panamericanismo, levantou dúvidas e dividiu especialistas.
PROCURA-SE AJUDA
Com ação valendo menos de R$ 1, Raízen (RAIZ4) busca assessores para sair do sufoco das dívidas. A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco.
MISTÉRIOS DO SATÉLITE
A intrigante descoberta da China no lado ‘escuro’ da Lua às vésperas do envio de uma missão da Nasa. As ambições chinesas na Lua vão além de apenas deixar pegadas no satélite; elas incluem a impressão de tijolos em 3D que sirvam para construir uma base no satélite.
NO RADAR DO MERCADO
Banco Pine (PINE4) acelera, entrega ROE de 36% e passa a flertar com oferta de ações milionária na B3. Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine.
CRIPTOMOEDAS
Um acidente de R$ 220 bilhões em bitcoin (BTC): erro cometido por exchange deixa centenas de clientes milionários, mas a alegria dura pouco. Exchange sul-coreana atribui erro a funcionário e promete reembolsar clientes que venderam seus bitcoins (BTC) durante onda de pânico.
QUEM PAGA A CONTA
FGC deve votar proposta para recuperar R$ 50 bilhões perdidos com o caso Master, diz jornal. A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
EFEITO PALETA MEXICANA
O próximo pistache: chefs apostam em quais serão as próximas trends inescapáveis da gastronomia. Mais do que um único ingrediente, sabores e processos também prometem marcar o que buscamos na mesa em 2026.
LOTERIAS
Com R$ 47 milhões em jogo, Mega-Sena promete o prêmio mais alto da semana, mas outras loterias também oferecem valores milionários. Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
AGORA VAI?
A CSN (CSNA3) quer vender até R$ 18 bilhões em ativos — quais as chances de o plano de desalavancagem finalmente sair do papel. Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora.
RESULTADO
BTG Pactual (BPAC11) bate novo recorde de lucro e deixa os rivais para trás na corrida da rentabilidade no 4T25. O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço.
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
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Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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