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Entre surpresas, confirmações e uma vitória histórica para o Brasil, um resumo da cerimônia deste domingo (2)
Teve Brasil premiado, algumas apostas confirmadas e o favoritismo de Anora: 2025 vai entrar para a história do Oscar como um ano concorrido, uma corrida apertada e uma temporada especial para o cinema nacional, com a vitória de Ainda Estou Aqui na categoria de Melhor Filme Internacional.
Kieran Culkin abriu caminho para os vencedores da noite como Melhor Ator Coadjuvante, por A Verdadeira Dor. Zoë Saldaña confirmou as expectativas e subiu emocionada ao palco para receber o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Emilia Pérez, e ressaltou, em seu discurso de agradecimento, o fato de vir de uma família de imigrantes.
Adrien Brody também confirmou o favoritismo, levando a estatueta como Melhor Ator por seu papel em O Brutalista. Esse é o segundo Oscar do artista, que já venceu por O Pianista, há mais de duas décadas. Em seu agradecimento, ele disse que espera continuar apresentando seu trabalho pelos próximos 20 anos.
Mas foi Anora que logo começou a ganhar destaque em categorias importantes da edição, com o prêmio de Melhor Roteiro Original e Melhor Montagem pouco depois.
O filme acabou levando ainda a estatueta de Melhor Diretor para Sean Baker e Melhor Atriz para Mikey Madison, além de Melhor Filme, consagrando-se como o principal vencedor da noite (e confirmando o termômetro do Seu Dinheiro para o Oscar 2025).
Com a vitória, Mikey Madison superou não apenas Fernanda Torres, como também Demi Moore, considerada uma favorita para a categoria.
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O prêmio de Melhor Filme Internacional, cercado de expectativa, acabou ficando entre as últimas antes das categorias principais - e deu boa para o Brasil, com Ainda Estou Aqui premiado.
Mick Jagger foi aplaudido de pé ao entrar para anunciar o prêmio de Melhor Canção Original, que acabou indo para "El Mal" de Clément Ducol e Camille, e co-escrita por Jacques Audiard para Emilia Pérez.
Flow fez bonito na categoria de Melhor Animação e levou o primeiro Oscar da história da Letônia. Já a categoria de Melhor Curta de Animação foi para os iranianos Molayemi e Shirin Sohani, por In the Shadow of the Cypress.
Paul Tazewell emocionou no discurso de agradecimento ao pontuar que foi o primeiro homem negro a levar a estatueta de Melhor Figurino, por Wicked. O filme também foi reconhecido como Melhor Design de Produção.
Pierre Olivier Persin, Stéphanie Guillon e Marilyne Scarselli subiram ao palco para receber as estatuetas por Melhor Cabelo e Maquiagem por A Substância.
Conclave foi eleito o Melhor Roteiro Adaptado da temporada.
Sem Chão ficou com o prêmio de Melhor Documentário e The Only Girl in the Orchestra ganhou a estatueta por Melhor Documentário de Curta-metragem.
Duna: Parte Dois ganhou a dobradinha de Melhor Som e de Melhores Efeitos Visuais.
Lol Crawley, de O Brutalista, recebeu o Oscar por Melhor Fotografia. O filme ainda levou a estatueta como Melhor Trilha Original.
A cerimônia de entrega do Oscar em 2025 foi aberta com uma performance dupla, de Ariana Grande e Cynthia Erivo, de Wicked, que cantou um medley com três músicas do universo de O Mágico de Oz: "Over The Rainbow", "Home" e "Defying Gravity".
Lisa, Doja Cat e Raye foram outros destaques musicais da premiação, com uma performance tripla de homenagem à série 007. Lisa interpretou "Live and Let Die", original de Paul McCartney & The Wings para Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973). Doja Cat cantou a faixa "Diamonds Are Forever", de Shirley Bassey para 007 - Os Diamantes São Eternos (1971). Já Raye dominou o segmento, com "Skyfall" , clássico de Adele para 007 - Operação Skyfall (2012).
Quem também se apresentou foi Queen Latifah, com sua performance de "Ease On Down The Road", em tributo a Quincy Jones.
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