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Impulsionado por uma nova geração de consumidores e pela crescente preocupação com o bem-estar, o mercado de bebidas não alcoólicas se expande; entenda o que é e como é feito o vinho que preserva a experiência, mas deixa o álcool de fora
Para Jonathan Cristiano Martins, sommelier da La Dorni, cada garrafa aberta é o começo de uma conversa – e, muitas vezes, de um debate. Sua missão diária vai além de harmonizar pratos ou selecionar rótulos. Ele é um dos profissionais que têm se dedicado a promover uma categoria que, até pouco tempo, despertava desconfiança: o vinho sem álcool.
No município de Bandeirantes, no norte do Paraná, a La Dorni se tornou a primeira vinícola da América do Sul a produzir a bebida em escala. Martins acompanha de perto a mudança no setor. “Um dos maiores desafios que os vinhos sem álcool enfrentam ainda hoje está ligado a certos preconceitos. Muitos dos quais, aliás, vêm justamente de sommeliers ou consumidores tradicionais que têm uma expectativa muito rígida do que um vinho de verdade deve ser”, admite.
Esse “olhar mais conservador”, como ele descreve, ajuda a entender o caminho percorrido pelo vinho sem álcool. A história vai além do surgimento de uma nova bebida: trata também do contraste entre tradição e tecnologia, entre o hábito social de consumir álcool e a busca por bem-estar, assim como das dificuldades enfrentadas por um setor tradicional diante do interesse crescente de um novo perfil de consumidor.
A demanda se confirma nos dados, que apontam uma mudança concreta nos padrões de consumo no Brasil. Um levantamento do Datafolha apontou que 53% dos consumidores de álcool diminuíram a ingestão no último ano, principalmente por razões de saúde. Outro relatório, o Covitel, destacou que a Geração Z consome menos bebidas alcoólicas que as gerações anteriores, um comportamento que já atrai a atenção das grandes marcas.
Inseridos nesse cenário, os vinhos sem álcool ganham relevância também como expressão do movimento global Low and No Alcohol, que reúne consumidores em busca de escolhas equilibradas e funcionais, sem perder o prazer sensorial da bebida. E é para atender a essa busca por novos hábitos que a indústria está se reinventando.
Com base na crescente curiosidade sobre o vinho sem álcool, sommeliers esclarecem os principais pontos sobre a bebida, desde o processo de produção até as mudanças no paladar e o perfil do novo consumidor que impulsiona essa tendência.
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“Vinho sem álcool é, antes de tudo, vinho”, afirma Elaine de Oliveira, sommelier e professora da Le Cordon Bleu. “Ele nasce exatamente como qualquer outro: a partir da fermentação das uvas, onde se formam todos os aromas e sabores que a gente ama.” A diferença está no processo de desalcoolização, que ocorre ao final da produção.
Jonathan Cristiano Martins reforça que “o vinho sem álcool é um vinho de verdade que passa por um processo adicional de retirada do álcool. Ele é elaborado da mesma forma que um vinho tradicional: colheita das uvas, fermentação, maturação e controle de qualidade”.
A definição legal também é clara: trata-se de um vinho com teor alcoólico inferior a 0,5%, o que o diferencia tanto do vinho tradicional quanto do suco de uva, que não passa pela fermentação. “É uma alternativa que preserva a experiência de beber vinho, mas sem o álcool”, resume Elaine.

A produção do vinho sem álcool começa como qualquer outro vinho: colheita no ponto ideal de maturação, fermentação das uvas e desenvolvimento dos compostos aromáticos. Segundo Elaine, “o começo é idêntico ao do vinho tradicional. Só depois entra a parte mágica – que é, na verdade, pura ciência”.
Essa “ciência” se refere à desalcoolização, etapa final na qual o álcool é retirado sem comprometer o perfil sensorial. “O método mais usado é a destilação a vácuo em baixas temperaturas, que retira o álcool sem cozinhar o vinho e preserva suas características”, explica Elaine.
Fernando Moreira, sommelier da Santo Vino, acrescenta que há outras técnicas, como “osmose reversa ou o uso de coluna de cones giratórios. Esses métodos permitem a retirada do álcool, preservando, na medida do possível, os aromas e sabores originais”.
Para isso, Jonathan destaca que o cuidado técnico é essencial. “A retirada do álcool é feita de maneira cuidadosa para não perder aromas e sabores. Se compararmos o mesmo vinho antes e depois da desalcoolização, a análise físico-química se mantém praticamente a mesma”. Ele ainda aponta que, para compensar a ausência do álcool, são usadas até três vezes mais bagas por garrafa.
A ausência do álcool resulta em uma bebida com corpo geralmente mais leve e uma acidez que pode parecer mais acentuada. Embora a complexidade possa ser diferente da de um vinho tradicional, os bons exemplares surpreendem por manterem aromas frutados e frescor.
“Não dá para esperar a mesma complexidade de um grande vinho tradicional – até porque o álcool também contribui para corpo e textura”, pondera Elaine. Mesmo assim, ela destaca que “os bons vinhos sem álcool surpreendem: têm aromas frutados, florais e até herbais, estrutura leve a média e frescor”.
Jonathan concorda que o perfil sensorial se mantém, mas com diferenças: “O vinho sem álcool preserva boa parte das características sensoriais do vinho tradicional. A textura tende a ser mais leve, a acidez se mantém, e os aromas são preservados, ainda que menos voláteis”.
Fernando resume: “O corpo tende a ser mais leve, a acidez pode parecer mais evidente e a intensidade aromática, reduzida. O açúcar residual ganha destaque, o que exige ajustes técnicos para garantir equilíbrio”.
Os vinhos sem álcool seguem as classificações básicas dos tradicionais, como tinto, branco, rosé e espumante, e se enquadram nos padrões de vinhos de mesa e finos jovens. No entanto, a rotulagem pode variar entre os países, com alguns criando categorias específicas para esses produtos.
“Eles seguem a mesma lógica básica dos vinhos tradicionais – tinto, branco, rosé, espumante”, explica Elaine. Jonathan complementa: “Seguem os mesmos padrões de vinho de mesa e vinhos finos jovens, porém ainda sem capacidade de evolução em guarda que permitiria ter vinhos Reserva e Gran Reserva”.
Fernando ressalta, no entanto, que há variações entre países: “A classificação dos vinhos sem álcool não segue um padrão universal. Em alguns, mantêm-se critérios semelhantes aos dos vinhos tradicionais; em outros, são enquadrados em categorias próprias”.

A qualidade e o tipo da uva são fatores-chave para garantir um bom desempenho da bebida, com preferência por aquelas que apresentam sabor marcante e equilíbrio entre doçura e acidez. Variedades como Tannat, Tempranillo, Sauvignon Blanc e Riesling, por exemplo, são frequentemente escolhidas por suas características aromáticas e estruturais, que ajudam a compensar a ausência do álcool.
“A qualidade da uva é fundamental”, afirma Jonathan. “Buscamos uvas com excelente sanidade, boa concentração e equilíbrio entre açúcares e acidez.” Entre as tintas, ele destaca a Tannat e a Tempranillo. “A Tannat tem taninos mais concentrados e oferece ótima capacidade de desalcoolização; o Tempranillo traz corpo mais leve e perfil mais aromático”.
Fernando aponta que “produtores especializados frequentemente optam por variedades naturalmente aromáticas e com acidez pronunciada, como Sauvignon Blanc, Riesling, Moscato e Tempranillo”. Elaine concorda: “Essas características ajudam a compensar perdas sensoriais durante a desalcoolização”.
O público interessado em vinhos sem álcool está se diversificando, com um crescimento significativo entre os jovens adultos que buscam um estilo de vida mais saudável.
“Nosso público era majoritariamente de pessoas mais experientes, mas a nova geração vem mudando essa análise de mercado”, observa Jonathan. “Muitos jovens adultos estão mais conscientes da saúde, buscando alternativas que permitam socializar e desfrutar de bons momentos sem os efeitos do álcool”.
Elaine destaca que “é a liberdade de escolher o que beber, sem pressão social”. Para Fernando, o crescimento da categoria está diretamente ligado ao comportamento da geração Z: “Há uma adesão crescente, impulsionada pelo movimento Low and No Alcohol, que valoriza experiências sociais sem excessos”.
Dados reforçam essa percepção. O relatório Covitel mostra que a geração Z brasileira consome menos álcool, e a pesquisa do Datafolha, como já citado, indica que metade da população reduziu seu consumo no último ano. Para Jonathan, isso representa um novo cenário: “Esse público quer qualidade, autenticidade e experiências sensoriais completas – sem perder o controle ou sofrer os efeitos colaterais”.
A tendência global de bebidas com baixo ou nenhum teor alcoólico movimenta bilhões. Segundo a IWSR (International Wine & Spirits Research), uma das maiores referências globais em análise de consumo de bebidas, o mercado global de bebidas Low and No Alcohol superou US$ 13 bilhões em 2023 e segue crescendo, com previsão de aumento de 6% ao ano até 2027.
“O que começou como um nicho está se consolidando como parte da prateleira de bebidas”, observa Elaine. Jonathan complementa: “A evolução das técnicas de produção, somada ao crescimento do consumo global, indica que os vinhos sem álcool vieram para ficar. Eles integram as opções dos consumidores, ampliando o alcance do vinho para estilos de vida diversos”.
O crescente interesse por um estilo de vida mais saudável e a busca por bebidas inclusivas têm impulsionado o mercado de vinhos sem álcool. Esse avanço se reflete, aliás, no número cada vez maior de vinícolas, tanto no Brasil quanto no exterior, que investem na produção de rótulos sem álcool.
No Brasil, a La Dorni se destaca como pioneira. "Fomos a primeira vinícola da América do Sul a produzir vinhos sem álcool em escala comercial", ressalta um sommelier da empresa. A vinícola continua sendo uma referência no setor e oferece um portfólio variado que inclui vinhos finos desalcoolizados a partir de uvas como Tannat e Tempranillo.
Outra vinícola brasileira que tem ganhado notoriedade é a Vinoh, situada na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. Em seu portfólio, destacam-se a linha Select, com varietais de Cabernet Sauvignon, Merlot, e Moscato. A vinícola também oferece a linha OAK, com vinhos que passam por carvalho, como o Chardonnay, Merlot e Cabernet Sauvignon, buscando maior complexidade de aromas e sabores. Um rosé seco completa a seleção, mostrando a versatilidade e o potencial dos vinhos sem álcool.
No cenário internacional, a vinícola alemã Schatzi Leitz, da região de Rheingau, tornou-se uma referência de qualidade com sua linha Eins Zwei Zero. Os vinhos sem álcool do produtor Johannes Leitz são amplamente reconhecidos por seu frescor e pela preservação da qualidade aromática das uvas. O portfólio da linha é composto por oito rótulos, que incluem vinhos brancos, tintos e espumantes. A marca também inova ao oferecer opções em lata, facilitando o consumo em diferentes ocasiões.
Na Espanha, a tradicional vinícola Miguel Torres, da Catalunha, demonstra seu compromisso com a saúde e a inclusão através da linha Natureo. Lançada em 2008, a linha é resultado de um cuidadoso processo de desalcoolização que preserva os aromas e sabores originais do vinho. Com seis rótulos disponíveis em mais de 30 países, a Natureo é mais um exemplo de inovação responsável.
Outra gigante espanhola que aderiu ao movimento dos vinhos sem álcool é a Freixenet, mundialmente famosa por suas cavas. A vinícola desenvolveu um método de desalcoolização por destilação a vácuo em baixa temperatura, que permite retirar o álcool sem comprometer as características do vinho base. Assim, sua linha sem álcool é composta por quatro rótulos: um espumante branco e versões demi-sec branco, tinto e rosé, atendendo a uma demanda crescente por bebidas festivas sem o teor alcoólico.
Apesar disso, a categoria ainda enfrenta ceticismo, principalmente por parte de consumidores e profissionais mais tradicionais, que duvidam de sua qualidade e sabor. Mas, segundo especialistas, o vinho sem álcool é uma categoria própria, com características específicas – e não apenas uma imitação do tradicional.
“É comum a ideia de que vinhos sem álcool não têm sabor ou que são apenas suco de uva. Na realidade, trata-se de um produto elaborado a partir de um processo enológico completo, que preserva parte das nuances do vinho original, embora com um perfil sensorial próprio”, defende Fernando Moreira.
“Ao se abrir para provar, o consumidor descobre que o vinho sem álcool não é um vinho pela metade, mas sim uma nova e interessante categoria”, acrescenta Jonathan. “Essa categoria representa inovação, cuidado e a democratização do prazer da degustação e não vem para substituir os vinhos alcoólicos, mas sim para incluir pessoas”, conclui o sommelier.
Para todos os entrevistados, apesar do preconceito, os vinhos sem álcool vieram para ficar. “Eles refletem mudanças profundas no comportamento dos consumidores”, diz Jonathan. “A tecnologia de produção tem evoluído rapidamente, permitindo que a qualidade e a experiência sensorial se aproximem cada vez mais dos vinhos tradicionais”.
“O público está cada vez mais aberto a experimentar”, observa Elaine. “As vinícolas estão investindo em qualidade e inovação. O que antes era exceção, hoje é alternativa legítima”. Fernando finaliza: “É uma alternativa para aqueles que desejam vivenciar a cultura do vinho sem consumir álcool – seja por necessidade, escolha ou estilo de vida”.
Produzido pela Vinoh, vinícola brasileira dedicada exclusivamente a vinhos desalcoolizados, o Vinoh Select Cabernet Sauvignon é um rótulo jovem, de cor rubi intensa, elaborado com uvas cuidadosamente selecionadas.

Apresenta aromas marcantes de frutas vermelhas e, no paladar, revela acidez equilibrada e taninos presentes, resultando em uma experiência leve, de corpo médio, mas com boa complexidade. Preço: R$ 89,90.
Natureo é a linha de vinhos sem álcool da renomada vinícola espanhola Miguel Torres, referência no segmento. O Natureo Muscat é um dos rótulos mais emblemáticos da coleção: produzido com uvas Moscatel da região catalã de Penedès, apresenta aromas de flores brancas e frutas frescas, como maçã verde e pêssego, com toques cítricos que reforçam sua refrescância. Preço: R$ 135.

Outra boa opção da Natureo é este exemplar produzido com as uvas Cabernet Sauvignon e Syrah, que passa por um processo de desalcoolização por Spinning Cone – tecnologia de ponta que preserva os sabores e aromas naturais do vinho, mesmo com 0,0% de álcool. Revela notas de frutas vermelhas, passas e rosas, além de toques de baunilha, madeira, mel e chocolate. Na boca, é seco, fresco e equilibrado. Preço: R$ 90,92.

Este exemplar faz parte da coleção Eins Zwei, linha de vinhos sem álcool da vinícola alemã Schatzi Leitz. Elaborado com uvas Chardonnay cultivadas na região de Pfalz, o vinho passa por um processo de destilação a vácuo em baixas temperaturas, técnica que garante a preservação dos aromas e sabores originais. O resultado é uma bebida rica, elegante e fiel às características autênticas do Chardonnay, mesmo sem o teor alcoólico. Preço: R$ 158,31

Originário da Vinícola Basso, no Rio Grande do Sul, este espumante brasileiro é elaborado com um blend das uvas Moscato, Lorena e Niágara. Apresenta aromas delicados de pêssego, pêra e flores como jasmim, com bolhas suaves e acidez equilibrada. Leve, adocicado e refrescante, é um exemplar versátil e descomplicado. Preço: R$ 51,40.

Produzido pela La Dorni, no Paraná, este vinho tinto sem álcool é elaborado com uvas Tempranillo adaptadas ao terroir brasileiro. Destaca aromas de frutas vermelhas frescas com nuances de madeira, resultado de sua passagem por carvalho francês. Em boca, é leve e harmonioso, com taninos suaves e acidez bem dosada, proporcionando uma experiência equilibrada e agradável. Preço: R$ 63.

Esta outra versão sem álcool da La Dorni traz toda a estrutura da uva Tannat, conhecida por seus taninos marcantes e corpo robusto. O vinho exibe aromas de amora e notas de madeira. Na boca, apresenta corpo cheio, taninos firmes e um final seco, entregando uma experiência completa para quem prefere vinhos mais intensos, mas sem álcool. Preço: R$ 63.

Produzido na Espanha, o Cero Coma Tinto é feito com um blend de uvas tintas locais e passa por um cuidadoso processo para remoção do álcool, mantendo aromas e estrutura. Destaca notas de frutas vermelhas maduras e toques de madeira. Seu corpo médio, taninos leves e acidez equilibrada o colocam entre as melhores opções para quem busca um vinho sem álcool mais complexo e elegante. Preço: R$ 73.

Originário do Chile, o Mayos Cabernet Sauvignon é uma alternativa para quem quer um vinho sem álcool clássico. Elaborado com uvas do Vale Central, exibe aromas de notas intensas e condimentadas.

O paladar tem corpo redondo e final suculento, com um toque de dulçor natural resultado da adição de mosto concentrado de uvas, que torna o vinho fácil de beber e versátil. Preço: R$ 92.
Freixenet Espumante Zero Álcool
Da famosa vinícola espanhola Freixenet, este espumante sem álcool é leve, fresco e conta com baixíssimo teor calórico. Produzido com mescla de uvas locais cuidadosamente selecionadas, apresenta aromas cítricos, de maçã verde e flores brancas, com bolhas finas e acidez vibrante. Ideal para quem quer celebrar com leveza, mas sem abrir mão do sabor. Preço: R$ 79,90.

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