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Embora as principais atrações do Louvre tenham sido reabertas, a Galeria de Apolo, lar dos Diamantes da Coroa Francesa, continua interditada
Três dias depois de um dos roubos mais ousados da história recente da França, o Museu do Louvre voltou a abrir suas portas nesta quarta-feira (22).
As longas filas de turistas diante da icônica pirâmide de vidro até tentam devolver um ar de normalidade ao museu mais famoso do mundo nesta manhã. Mas, lá dentro, a rotina está longe de ser a mesma, e o clima ainda é de investigação.
Embora as principais atrações do Louvre — da Vênus de Milo à Vitória de Samotrácia — tenham sido reabertas, a Galeria de Apolo, lar dos Diamantes da Coroa Francesa, continua interditada.
É ali que, no último domingo (19), um grupo de ladrões mascarados entrou e saiu em menos de dez minutos, levando consigo oito joias reais — entre elas peças que pertenceram às rainhas Maria Amélia, Hortênsia e à imperatriz Eugénie, segunda esposa de Napoleão Bonaparte.

É comum que se imagine que roubar o Louvre seja algo engenhoso e tecnológico — uma trama tão rebuscada quanto as obras que ali se abrigam. Mas o que aconteceu na prática foi bem diferente do imaginário.
Segundo informações da BBC, os criminosos usaram um caminhão equipado com escadas mecânicas para alcançar uma varanda próxima ao Rio Sena, por volta das 9h30. Dois deles cortaram uma janela com um disco elétrico portátil e invadiram o prédio pelo primeiro andar.
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Poucos minutos depois, os alarmes soaram. A polícia chegou rápido — mas os ladrões foram mais rápidos ainda. Fugiram em scooters, cruzando o centro de Paris antes que alguém pudesse reagir.
No rastro do crime, deixaram apenas uma peça: a coroa imperial da imperatriz Eugénie, danificada, mas recuperável.
O prejuízo? Estimado em 88 milhões de euros, quase R$ 550 milhões no câmbio de hoje. Mas o verdadeiro impacto vai muito além do dinheiro: parte do patrimônio histórico francês desapareceu diante dos holofotes.
Autoridades já comparam o assalto ao incêndio da Catedral de Notre-Dame, em 2019, pelo peso simbólico da perda.
Os criminosos continuam foragidos, e as joias, desaparecidas.

O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, admitiu publicamente as falhas de segurança: “Falhamos”.
Mais de 100 investigadores trabalham agora para tentar rastrear o paradeiro das joias antes que sejam derretidas e vendidas no mercado ilegal.
O presidente Emmanuel Macron exigiu uma aceleração das medidas de segurança no Louvre, e o diretor do museu, Laurence des Cars, prestará depoimento nesta quarta ao Senado francês.
O episódio reacendeu um debate antigo: o sucateamento da segurança nos museus da França. Em junho, funcionários do Louvre haviam feito greve, denunciando a falta de pessoal e a escassez de recursos para proteger as obras.
A paralisação aconteceu poucos meses após o governo francês anunciar um plano de reforço orçamentário em janeiro, que incluiria verbas para melhorias na segurança do museu.
Após o assalto, o Louvre não respondeu aos questionamentos da Associated Press sobre detalhes de quaisquer protocolos reforçados.
A investigação tenta esclarecer o ponto mais intrigante do crime: como os ladrões conseguiram agir com tanta precisão em um dos museus mais vigiados do planeta e fugir numa boa?
Um relatório preliminar, obtido pela BBC, indica que um terço das salas do Louvre não tinha câmeras de segurança ativas e que o sistema de alarme mais amplo da Galeria de Apolo não disparou.
A senadora Nathalie Goulet disse à imprensa que o alarme da galeria quebrou recentemente e que a investigação policial poderia revelar se ele poderia ter sido desativado propositalmente.
Mas a visão não é consenso. O Ministério da Cultura afirma que o alarme geral do museu funcionou e que os protocolos de emergência foram seguidos.
Enquanto a ministra da Cultura, Rachida Dati, insiste que “as medidas de segurança do Louvre funcionaram”, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, admitiu: “Houve um assalto ao Louvre, e algumas das joias mais preciosas da França foram roubadas. Então, obviamente, foi um fracasso.”
*Com informações da BBC, AP, Reuters e CNBC
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