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AB InBev vai substituir a Heineken como patrocinadora do principal campeonato de futebol da Europa por € 200 milhões por ano
Quanto custa anunciar na Champions League? A Anheuser-Busch InBev vai pagar € 200 milhões (R$ 1,24 bilhão) por ano para ser patrocinadora oficial do principal campeonato de futebol da Europa. As informações são do The Athletic, site especializado em esportes do The New York Times.
A Heineken, atual cervejaria patrocinadora do campeonato, confirmou o encerramento de seu acordo com a UEFA, que durou 30 anos. A holandesa desembolsava € 120 milhões (R$ 744 milhões) anuais pela parceria.
A AB InBev, que tem Jorge Paulo Lemann entre seus maiores acionistas, fechará o patrocínio por seis anos. As negociações bilionárias foram realizadas com a UC3, uma joint venture que envolve a UEFA e os principais clubes da Europa.
O processo teve condução da Relevant Football Partners agência que cuida das áreas de marketing e vendas do campeonato.
Esta é a primeira vez que uma cervejaria de alguma forma ligada ao Brasil patrocinará a Champions League.
Atualmente, a AB InBev é a maior produtora da bebida no mundo, seguida pela Heineken.
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A cervejaria de Jorge Paulo Lemann é conhecida no Brasil há muito tempo pelas marcas Brahma e Skol. Fora do país, as mais famosas são Corona, Stella Artois e Budweiser, hoje também presentes no dia a dia de brasileiros.
Para a FIFA, a AB InBev é uma parceira de longa data, patrocinadora oficial desde 1986 de competições da entidade máxima do futebol mundial.
A dupla enfrentou problemas na Copa do Mundo Masculina de 2022, quando restrições à venda de bebida alcóolica do Catar bloquearam a venda de Budweiser nos jogos.
Na Copa da América do Norte, no ano que vem, a marca voltará aos estádios ao lado da Michelob, também pertencente à AB InBev.
Por aqui, a Ambev patrocina transmissões dos jogos do Brasileirão, da Copa do Brasil e da Copa do Mundo na Globo.
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