🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADO REAGE

JP Morgan eleva Eztec (EZTC3) e corta recomendação de Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3), mas outro papel é o favorito dos analistas

Cenário macroeconômico e ciclo eleitoral motivam ajustes do JP Morgan em ações de incorporadoras, e papéis revisados se encontram entre as maiores altas e baixas do Ibovespa

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
9 de setembro de 2025
18:40 - atualizado às 18:09
Construtoras em alta na bolsa
Construção civil - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

O setor de construção civil ganhou novos contornos no radar dos investidores. O JP Morgan revisou suas recomendações para as incorporadoras brasileiras, ajustando sua lista de preferências de olho no ciclo eleitoral e no início do afrouxamento monetário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as mudanças, a Eztec (EZTC3) foi elevada para outperform (equivalente a compra), com potencial de valorização de 34% até 2026. Já Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3), que tem sido as construtoras queridinhas dos analistas de mercado, perderam espaço e passaram para recomendação neutra.

Na bolsa, os papéis reagiram. Nesta terça (9), o papel EZTC3 subiu 4,64%, negociado a R$ 16. CURY3 e DIRR3, por sua vez, apareceram entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV), com baixas de 3,13% e 2,97%. 

  • LEIA TAMBÉM: Onde investir em setembro? O Seu Dinheiro reuniu os melhores ativos para ter na carteira neste mês; confira agora gratuitamente

Os analistas da instituição recomendam que os investidores aumentem a exposição a ativos mais voláteis, diante de “ventos favoráveis” no cenário macroeconômico.

Entre os fatores que podem definir o rumo das ações, eles mencionam o ciclo eleitoral no Brasil e o início do afrouxamento monetário, esperado para dezembro, com corte total de 4,25 pontos até o fim de 2026. Esses movimentos, segundo o relatório, funcionam como catalisadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Embora assumamos o risco de estarmos um pouco adiantados nessa mudança de preferência, dado o momentum de Cury e Direcional, acreditamos que, nos próximos 12 meses, a tese se mostrará correta, já que historicamente a performance das construtoras tem se mostrado mais ligada ao sentimento do que aos fundamentos.”

Leia Também

Hora de comprar EZTC3

A decisão do JP de elevar a recomendação da Eztec para outperform se apoia em quatro fatores.

O primeiro é o potencial de alta de 34% em relação ao preço-alvo de dezembro de 2026. Além disso, a empresa negocia a um múltiplo preço/lucro projetado para 2026 em patamar descontado.

Há a expectativa ainda de re-rating (reprecificação) da Eztec diante de possíveis notícias positivas sobre a venda da torre Esther, estimada entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

A companhia também deve se beneficiar da melhora do sentimento em relação ao segmento de médio e alto padrão, impulsionada por um cenário macro mais otimista e pelo aumento da velocidade de vendas, sobretudo em estoques.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cury e Direcional

Os analistas do JP rebaixaram Cury para neutro pelo valuation relativo e pelo menor potencial de valorização, apesar da execução sólida.

Eles destacam que a companhia segue entregando uma execução “impecável”, mantendo o maior retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do setor e pagando dividendos recorrentes, com rendimento esperado de 8% no próximo ano.

No entanto, diante do ciclo de afrouxamento monetário e potenciais mudanças no cenário político, os investidores tenderão a buscar empresas de menor preço/lucro do que Cury.

Já em relação à Direcional, a equipe do banco rebaixou a ação devido à preferência relativa.

“Assim como no caso de Cury, o rebaixamento decorre do valuation relativo e menor upside frente aos pares, já que acreditamos que grande parte dos fortes resultados da Direcional já esteja refletido no preço.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora esperem continuidade de números robustos, eles projetam um upside (potencial de valorização) limitado para as margens brutas recordes de 41,7% no segundo trimestre. Além disso, as projeções estão em linha com o consenso, e a distribuição de dividendos em termos absolutos deve ser menor em 2026.

A favorita do JP Morgan

A construtora favorita do JP Morgan no momento, entretanto, não é nenhuma das três já mencionadas, mas sim a Tenda (TEND3), que desponta como a ação com maior potencial de valorização dentro da cobertura do banco, com expectativa de alta de 50%, segundo o preço-alvo projetado para dezembro de 2026. No pregão desta terça-feira (9) os papéis da companhia avançaram 2,84%.

O otimismo do banco com a companhia se apoia em três fatores centrais.

O primeiro é o espaço para revisões positivas nas estimativas. O lucro líquido projetado pelo JP para 2025, 2026 e 2027 está 19%, 0% e 7% acima do consenso, respectivamente, reflexo da recuperação da Tenda e de margens robustas. As margens brutas, por exemplo, devem se manter em torno de 34% nos próximos trimestres, na visão do banco.

O segundo fator está no desconto aplicado em relação à concorrência. “Apesar de acreditarmos que a Tenda merece um desconto para os pares, o gap de mais de 40% sobre Direcional e Cury nos parece exagerado”, escreveram os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O terceiro ponto é a avaliação atual, considerada barata. Para os analistas, tanto a Tenda, quanto Cyrela e Eztec estão negociadas abaixo de 6 vezes o P/L para 2026, e as três companhias recebem recomendação outperform pelo JP.

Na lanterna da cobertura do JP Morgan está a MRV, que, assim como Cury e Direcional, recebeu indicação neutra. O banco reconhece que o turnaround da companhia está no caminho certo, mas avalia que o múltiplo de 6,1 vezes preço sobre lucro para 2026 já reflete de forma justa o desempenho esperado.

“A MRV continua sendo o maior caso de recuperação em nossa cobertura, com a maior taxa de dívida líquida sobre patrimônio, de 102%”, destacam os analistas.

3T25 no horizonte

O mercado já começa a se posicionar para a temporada de resultados das construtoras no terceiro trimestre de 2025. Para o JP Morgan, a Cyrela deve ser a grande protagonista, com expectativa de ultrapassar R$ 2,4 bilhões em lançamentos e pré-vendas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso da Eztec, a projeção é de queda de 32% nos lançamentos em relação ao mesmo período do ano passado. O movimento, no entanto, não preocupa. De acordo com os analistas, a estratégia da companhia é proteger margens e evitar a formação de estoque.

A Direcional também aparece como destaque positivo. Os lançamentos projetados estão 40% acima do registrado no terceiro trimestre de 2024.

Na linha de resultados, o segmento de baixa renda deve puxar o crescimento. As estimativas indicam alta de 53% no lucro em relação ao 3T24. Já o médio e alto padrão devem recuar 6%. O mesmo padrão se repete na receita, com avanço de 20% no mercado de baixa renda contra 7% nos projetos de tíquete mais elevado.

Recomendações:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
AçãoTickerRecomendaçãoPreço-alvo para 2026 (R$)
TendaTEND3Outperform36,50
CyrelaCYRE3Outperform40,00
EztecEZTC3Outperform20,50
CuryCURY3Neutro40,50
DirecionalDIRR3Neutro18,50
MRVMRVE3Neutro10,50

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE VOLTA AO BÁSICO

Em reestruturação, a Azzas, dona da Arezzo e da Hering, ainda não alçou voos; veja por que BTG e Santander acreditam que ainda vale investir

13 de março de 2026 - 17:03

A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco

NOVA FASE DA EMPRESA

Magalu (MGLU3) resolve problema que nem o ChatGPT conseguiu ainda: por que Fred Trajano está ‘all in’ em Inteligência Artificial

13 de março de 2026 - 12:54

Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu

DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

VAI PINGAR NA CONTA?

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) vêm aí — mas há condição para o pagamento aos acionistas

11 de março de 2026 - 18:45

A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar