🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FÔLEGO

Em crise, Invepar entrega controle da Linha Amarela no RJ ao fundo Mubadala para quitar dívidas e estende trégua com credores

Negócio marca mais um capítulo da reestruturação da Invepar, que busca aliviar dívidas bilionárias e manter acordos com credores enquanto o Mubadala assume o controle da Linha Amarela, no Rio de Janeiro

Linha amarela, administrada pela Lamsa
Linha amarela, administrada pela Lamsa, agora controlada pelo Mubadala Capital. Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Invepar deu mais um passo em sua reestruturação financeira. A companhia anunciou, nesta segunda-feira (20), a transferência de 60,3% do capital social da Lamsa, concessionária que administra a Linha Amarela no Rio de Janeiro (RJ), ao Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O movimento faz parte de uma dação em pagamento, ou seja, uma operação em que a empresa quita dívidas entregando ativos. Com o negócio, a Invepar encerra um passivo de R$ 349,7 milhões referente às 3ª e 5ª emissões de debêntures junto ao Mubadala. Após a transação, a companhia brasileira permanecerá com 39,7% das ações da Lamsa.

A conclusão da operação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Prefeitura do Rio de Janeiro, já que envolve uma concessão pública.

A Invepar e a Lamsa também informaram nesta manhã a prorrogação do acordo de standstill extrajudicial com os principais credores até 29 de dezembro de 2025, mantendo a suspensão temporária da cobrança de dívidas enquanto seguem negociando a reorganização financeira do grupo.

Um acordo de standstill é, em essência, uma trégua entre a empresa e seus credores. Ele suspende temporariamente a exigência de pagamento das dívidas. Esse tipo de acordo dá fôlego financeiro à companhia, permitindo que ela negocie uma reestruturação de sua dívida sem sofrer novas pressões enquanto tenta se reorganizar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os problemas da Invepar

A Invepar acumulou dívidas bilionárias após anos de investimentos pesados em infraestrutura: rodovias, metrôs e aeroportos.

Leia Também

O CENÁRIO BULL

XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB

SAÚDE DO CRÉDITO

Inter (INBR32) ainda não viu o pior: inadimplência deve subir no 3T26; CEO revela de onde vem a pressão

A principal dificuldade foi gerar fluxo de caixa suficiente para honrar os compromissos financeiros, especialmente depois da pandemia de 2020, quando o tráfego em rodovias e o uso do metrô caíram drasticamente.

Com a queda na receita, a empresa entrou em negociações com credores e passou a firmar acordos de standstill para evitar a execução das dívidas enquanto busca reestruturar o passivo.

A crise da Invepar piorou por causa da disputa judicial com a Prefeitura do Rio de Janeiro sobre a concessão da Linha Amarela (Lamsa). Em 2019, a prefeitura chegou a tentar retomar a concessão à força, alegando cobranças abusivas de tarifas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse impasse gerou incerteza jurídica e financeira, afetando a avaliação do ativo e afastando potenciais investidores.

Agora, ao transferir o controle da Lamsa para o fundo Mubadala, a Invepar usa o ativo como forma de pagar parte das dívidas e tenta aliviar a pressão sobre o balanço.

Seu ativo mais relevante é a participação na GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, o maior e mais movimentado do país. Em 2024, também vendeu sua participação no VLT Carioca para a CCR.

Com a saída desse ativo e a perda de controle da Lamsa, o grupo encolheu significativamente, restando operações menores, como a MetrôRio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa vem tentando negociar uma reestruturação global da dívida, com credores nacionais e internacionais, sem recorrer à recuperação judicial. 

Esse processo é lento e envolve diversos fundos e bancos credores, além de fiscalizações do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Comissão de Valores Mobiliários  (CVM) devido à participação de fundos de pensão (Previ, Petros e Funcef) entre os acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
24 de setembro de 2026 - 12:32
24 de setembro de 2026 - 9:02
Petrobras com fundo de dinheiro pegando fogo 23 de setembro de 2026 - 14:25
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 23 de setembro de 2026 - 12:33
Fachada verde da agência Localiza, com o logo e nome da empresa 22 de setembro de 2026 - 19:27
Fachada de agência do banco Santander Brasil (SANB11). 22 de setembro de 2026 - 14:16
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 21 de setembro de 2026 - 19:37

DE A PARA B

Entre JBS e J&F: o xadrez financeiro dos irmãos Batista na B3

21 de setembro de 2026 - 19:37
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 21 de setembro de 2026 - 19:13
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 21 de setembro de 2026 - 15:57
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 21 de setembro de 2026 - 14:04
21 de setembro de 2026 - 11:04
O cabo de guerra pelos dividendos e investimentos da Petrobras 21 de setembro de 2026 - 10:29
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar