🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

REJEIÇÃO À OPA

Conselho de administração da Mobly (MBLY3) recomenda que acionistas não aceitem OPA dos fundadores da Tok&Stok

Conselheiros dizem que oferta não atende aos melhores interesses da companhia; apesar de queda da ação no ano, ela ainda é negociada a um preço superior ao ofertado, o que de fato não justifica a adesão do acionista individual à OPA

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
7 de maio de 2025
12:25 - atualizado às 12:36
Fachada da loja física da Mobly (MBLY3)
Loja da Mobly na Vila Arens/Vila Progresso. Jundiaí - SP. - Imagem: Divulgação / Mobly

O conselho de administração da Mobly (MBLY3) informou, na noite da última terça-feira (6), que decidiu recomendar que os acionistas da companhia não aceitem a Oferta Pública de Aquisição (OPA) feita pela família Dubrule, fundadora da sua controlada, Tok&Stok.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reunião do conselho foi realizada em 30 de abril, mas o colegiado tinha até ontem para se manifestar acerca da decisão tomada.

Os conselheiros entendem que "a OPA não atende aos melhores interesses da companhia e que a sua aceitação pelos acionistas não é conveniente e nem oportuna." Assim, o conselho se manifestou contrariamente à aceitação da oferta pelos acionistas da Mobly.

No entanto, o colegiado lembrou que a decisão quanto à aceitação ou recusa da OPA cabe a cada acionista individualmente.

Os acionistas da Mobly têm até as 18h do dia 14 de maio para definirem se vão aderir ao leilão da OPA, marcado para 15 de maio. O processo, no entanto, encontra-se indefinido, dado que as pré-condições para a realização da oferta ainda não foram preenchidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nesse sentido, o conselho de administração recomenda que os acionistas examinem atentamente o Edital e as informações publicamente disponíveis sobre a OPA, bem como analisem possíveis implicações financeiras, legais, fiscais e cambiais da OPA a que estão sujeitos, para tomada de uma decisão informada e refletida sobre a aceitação ou rejeição da OPA", orienta a ata da reunião.

Leia Também

Como alternativa à aceitação da OPA, os acionistas da companhia poderão optar por não aderir e manter suas ações ou vendê-las por meio de transações privadas ou na bolsa pelo preço de mercado atual, que é superior ao preço ofertado pelos Dubrule.

Embora acumule uma queda de 32% neste ano, a ação MBLY3 é hoje negociada a um preço próximo de R$ 1, enquanto o valor da OPA é de apenas R$ 0,68, não havendo de fato por que um acionista individual optar por vender suas ações na oferta, e não a mercado.

Em caso de realização da OPA, os acionistas que não tiverem aderido e desejarem vender suas ações poderão apresentar um pedido ao escriturador dos papéis para fazê-lo 30 dias após o leilão. Os ofertantes, neste caso, estarão obrigados a adquirir as ações pelo preço da OPA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os motivos da rejeição da OPA pelo conselho da Mobly (MBLY3)

Na ata da reunião realizada em 30 de abril, o conselho de administração da Mobly elenca os motivos para recomendar aos acionistas a rejeição à OPA, a qual tem sido cercada de polêmica. São eles:

Indícios de irregularidades na OPA

A administração da Mobly alega que, após investigação interna, apurou indícios de coordenação não divulgada ao mercado entre membros da família Dubrule — fundadora da Tok&Stok e autora da OPA — e a home24, uma das principais acionistas da Mobly, com 44,38% do capital social.

Segundo a acusação da administração, haveria uma coordenação para a família Dubrule adquirir ações da home24 em condições diferentes daquelas apresentadas na OPA aos demais acionistas, além de uma ação coordenada entre ambas para excluir a cláusula de poison pill do estatuto social da companhia, uma das pré-condições para a realização da OPA, já rejeitada pelos acionistas, embora a decisão tenha sido suspensa pela Justiça.

Ambas as ações configurariam irregularidades perante as regras estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e poderiam acarretar o cancelamento da OPA. A administração da Mobly inclusive fez uma denúncia à autarquia a respeito. Nós contamos mais detalhes desta história aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Preço ofertado excessivamente baixo

O conselho da Mobly considera ainda o preço ofertado pela família Dubrule excessivamente baixo, e os compromissos assumidos pelos ofertantes em aumentar o preço, incompatíveis com a regulamentação.

"Além de apresentar potenciais vícios insanáveis que podem levar ao cancelamento da OPA, o conselho de administração entende que o preço oferecido é vil e incompatível com o preço justo das ações de emissão da companhia", diz a ata.

O preço oferecido pela família fundadora da Tok&Stok é de R$ 0,68 por ação, um desconto de mais de 50% frente à cotação de fechamento de 28 de fevereiro de 2025, dia anterior ao anúncio da oferta, e também sobre o preço médio ponderado de negociação das ações dos últimos 30 pregões até então.

Segundo o conselho, também se trata de um preço 82% inferior ao valor patrimonial da ação em 30 de setembro de 2024 e 83% menor que o valor patrimonial da ação em 30 de junho de 2024, os quais foram usados como parâmetros de preço de emissão no último aumento de capital da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, OPAs geralmente oferecem prêmio em relação ao preço de mercado das ações, e não desconto. Mas a família Dubrule alega que o preço proposto na OPA se justificaria pela baixa liquidez das ações da Mobly e pelos riscos associados à gestão da companhia, “que carrega endividamento superior a R$ 600 milhões e, desde o seu IPO, não gera lucro.”

"Entretanto, as informações publicamente disponíveis sobre o desempenho econômico-financeiro da Mobly não suportam, na visão do conselho de administração, a fixação do preço por ação no patamar de R$ 0,68, que representa desconto excessivo em relação à percepção do próprio mercado sobre os negócios da companhia", diz a ata da reunião do conselho.

Além disso, o conselho critica a proposta feita pela família Dubrule quando rebateu as acusações de coordenação com a home24.

Na ocasião, os fundadores da Tok&Stok negaram as acusações de irregularidades e disseram que pagariam a todos os acionistas da Mobly que aceitassem a OPA um valor correspondente a duas vezes o valor por ação eventualmente pago a maior à home24 no suposto acordo feito com a empresa, do qual a Mobly a acusava.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o conselho de administração da Mobly, tal proposta não é adequada e sequer foi refletida em edital aditado, "de modo que não pode ser considerado um preço formalizado no âmbito da OPA e, portanto, não deve ser levado em consideração para a decisão a ser tomada pelo conselho de administração acerca da aprovação ou rejeição da oferta."

Os conselheiros consideram ainda que vincular o preço da OPA a um eventual acordo paralelo, cujos termos sequer são de conhecimento dos acionistas, "afronta diretamente a regulamentação aplicável às ofertas públicas de aquisição de ações."

Impacto na liquidez das ações MBLY3

Em caso de êxito da OPA, a família Dubrule poderá vir a adquirir uma participação da Mobly que varie de 50% + 1 ação até a totalidade das ações em circulação da companhia.

A Mobly acredita que a home24, detentora de 44,38% das ações aderirá à oferta, mas supõe que o grau de adesão dos demais acionistas será pequeno, em razão do baixo preço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia, porém, deverá manter ações em circulação para respeitar o regulamento do Novo Mercado, segmento de listagem da B3 do qual faz parte: 20% do capital social ou 15% do capital social, desde que o volume médio diário de negociação nos últimos 12 meses seja igual ou superior a R$ 20 milhões.

Caso deixe de manter o percentual mínimo de ações em circulação em decorrência da OPA, a companhia deverá solicitar à B3 um prazo de 18 meses para se reenquadrar ao regulamento do Novo Mercado.

Embora não seja possível precisar a eventual necessidade de se recompor a dispersão acionária após a OPA, pois tudo depende do percentual final de ações mantidas em circulação, o conselho da Mobly acredita que tal recomposição, se necessária, pode ser desafiadora para a companhia, "considerando especialmente a situação atual do mercado de capitais brasileiro."

Rebate às alegações da família Dubrule para a OPA

O conselho da Mobly criticou, ainda, os planos estratégicos divulgados pela família Dubrule para a Mobly. Ao expressar o desejo de fazer a OPA, os Dubrule afirmaram acreditar “firmemente em sua capacidade de mudar a trajetória tortuosa que a Mobly vem traçando desde o seu IPO, criando um projeto de varejo de móveis e decoração bem-sucedido no Brasil, como foi o da Tok&Stok ao longo do período em que foi conduzida pelos ofertantes.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conselho da Mobly rebate essa afirmação, chamando-a de "retórica e genérica", além de "sem respaldo na realidade."

Além disso, questionam a afirmação dos ofertantes de que, quando à frente da Tok&Stok, a empresa teria tido uma trajetória de sucesso.

Segundo o conselho, enquanto controlada pela família Dubrule, a empresa apresentou alto endividamento, e os membros da família que permaneceram na administração da companhia após a venda do controle para a Mobly foram "posteriormente desligados após não conseguirem aprimorar a sua situação financeira."

"Desde a aquisição do controle da Tok&Stok pela Mobly, a administração da companhia tem implementado uma série de mudanças na empresa, visando a redução de custos e despesas, otimizando a sua estrutura administrativa, e espera obter sinergias relevantes e aumentar a geração de caixa do grupo, a partir da implementação de mudanças adicionais no modelo operacional da Tok&Stok", defende o conselho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No edital da OPA, os Dubrule também propuseram uma capitalização da Mobly no valor de R$ 100 milhões, mas o conselho diz que a esse respeito não foi apresentado qualquer estudo ou análise de viabilidade e adequação da medida à realidade da companhia.

"É de se relembrar que a Família Dubrule também apresentou tais medidas como uma alternativa à alienação do controle da Tok&Stok para a Mobly, o que foi considerado inviável e foi rejeitado pelos então controladores e credores da Tok&Stok", diz a ata da reunião do conselho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
WILL BANK

Tem até R$ 1 mil no will bank? Veja como receber o dinheiro de volta direto pelo aplicativo

14 de fevereiro de 2026 - 10:00

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate

VENTOS FAVORÁVEIS

O bilhão da virada: Log (LOGG3) anuncia negócio histórico e JP Morgan ainda vê potencial de 21% de alta para as ações

13 de fevereiro de 2026 - 19:37

LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel

GLOW UP

Depois de melhor ano da história, Riachuelo (RIAA3) irá retomar expansão de lojas em 2026 — conheça os planos da varejista

13 de fevereiro de 2026 - 17:30

Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro. 

TELECONFERÊNCIA COM ANALISTAS

Vale (VALE3): superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO – veja o que impulsionou o resultado, apesar da queda do preço do ferro

13 de fevereiro de 2026 - 16:59

Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25

DO TOMBO AO TOPO

A redenção da Eneva (ENEV3): após derreter na bolsa, ação lidera ganhos do Ibovespa com novos valores para leilão. Vale comprar agora? 

13 de fevereiro de 2026 - 14:32

Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva

DESAGRADOU MESMO?

Vale (VALE3) teve resultado sólido no 4T25, segundo analistas. Por que o mercado pune a mineradora e as ações caem mais de 1%?

13 de fevereiro de 2026 - 11:44

Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano

DESVALORIZADA

A conta do rebaixamento da Raízen (RAIZ4) chegou e é de R$ 11 bilhões: entenda o que motivou o impairment

13 de fevereiro de 2026 - 11:26

Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento

MOMENTO DELICADO

Prestes a ser privatizada, Copasa (CSMG3) vê renúncia de presidente do conselho após delação premiada relacionada à Aegea

13 de fevereiro de 2026 - 10:47

A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa

BALANÇO

IRB (IRBR3) lucra mais e promete a volta dos dividendos — mas fantasma da fraude reaparece com cobrança milionária de investidores

13 de fevereiro de 2026 - 9:59

Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas

BALANÇO DO 4T25

Vale (VALE3) tem prejuízo líquido de US$ 3,844 bilhões no 4T25, mas papéis sobem no after em Nova York

12 de fevereiro de 2026 - 20:38

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério

EFEITO DOMINÓ

S&P acende sinal amarelo após rebaixamentos da Raízen (RAIZ4) e muda perspectiva da Cosan (CSAN3) para negativa

12 de fevereiro de 2026 - 17:50

Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora

PRESSÃO NA CARTEIRA

A inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) subiu — e Novonor, ex-Odebrecht, é responsável por R$ 3,6 bilhões, diz site

12 de fevereiro de 2026 - 17:07

Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times

PROVENTOS NO RADAR

Ambev (ABEV3) sobe mais de 4% apesar do lucro menor no 4T25; dividendos entram na conta. Vale comprar agora?

12 de fevereiro de 2026 - 16:10

Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço

MELHOR ANO DA HISTÓRIA

Riachuelo (RIAA3): Após números do 4T25 baterem expectativas, é hora de comprar?

12 de fevereiro de 2026 - 16:07

As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda

TROCA DE MÃOS

Petrobras decide não exercer direito de preferência pela Braskem (BRKM5): quem é a IG4, nova controladora da petroquímica

12 de fevereiro de 2026 - 15:05

A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação

A FATURA DA CRISE

A conta do Master chegou: Banco do Brasil (BBAS3) vai desembolsar R$ 5 bilhões para socorrer o FGC, diz diretor

12 de fevereiro de 2026 - 14:31

FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB

VEM A VIRADA?

Esqueça o ROE de 20%: “Sabíamos que seria impossível”, diz diretor do Banco do Brasil (BBAS3) — ele também afastou o sonho de dividendos extraordinários

12 de fevereiro de 2026 - 13:51

Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista

ARMAS DO SOFTWARE

Totvs (TOTS3) luta contra o Armageddon com novo programa de recompra de ações e lançamento em IA

12 de fevereiro de 2026 - 12:53

A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente

AGORA VAI?

Petrobras (PETR4) decide que não vai se envolver na venda das ações da Braskem (BRKM5) para o IG4 — o que acontece agora?

12 de fevereiro de 2026 - 11:40

A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio

PAIXÃO NACIONAL

‘Veio da Havan’ faz investida milionária na Globo após anos de boicote e se explica; veja o que Luciano Hang disse

12 de fevereiro de 2026 - 11:04

Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar