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Startup Anthropic atrai fundos soberanos e desafia dilemas éticos enquanto se consolida entre as empresas privadas mais valiosas do mundo
Três vezes mais valiosa. A corrida pela inteligência artificial acelerou, e a Anthropic, principal rival da OpenAI, pisou fundo no acelerador.
Em apenas quatro meses, o valuation da startup quase triplicou, saltando de US$ 61,5 bilhões para US$ 170 bilhões, e colocou a empresa no topo da lista das gigantes não listadas.
O valor corresponde a um valuation post-money, ou seja, já considerando os recursos da nova rodada de captação, estimado em até US$ 5 bilhões.
O novo financiamento atraiu fundos soberanos do Oriente Médio e trouxe à tona um dilema cada vez mais comum no setor: até onde vale ir — e com quem se deve contar — para dominar o futuro da IA?
A nova rodada está sendo liderada pela Iconiq Capital, gestora com um portfólio de US$ 80 bilhões e uma carteira estrelada. Entre seus investidores estão Mark Zuckerberg (Facebook), Dustin Moskovitz (Asana), Reid Hoffman (LinkedIn) e Jack Dorsey (fundador do Twitter).
O capital novo ainda não está todo no caixa, mas parte dele já está garantida, o que já é o suficiente para colocar a Anthropic entre as startups privadas mais valiosas do mundo, atrás apenas da OpenAI (US$ 300 bi) e da xAI, de Elon Musk, que busca levantar recursos a um valuation de US$ 200 bilhões.
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O avanço meteórico da Anthropic vem acompanhado de dilemas. Um memorando recente enviado pelo CEO, Dario Amodei, aos colaboradores revelou um incômodo com a origem de parte do dinheiro.
Segundo a revista Wired, o executivo alertou que seria necessário aceitar recursos de governos não democráticos do Oriente Médio, incluindo o Qatar, além de Singapura — os fundos soberanos dos dois países devem participar da nova rodada.
A guinada se mostra, no mínimo, curiosa para quem fundou a Anthropic com a proposta de desenvolver uma IA “mais segura e ética”, em contraponto ao ritmo frenético da OpenAI, da qual ele próprio foi vice-presidente de pesquisa antes de sair, junto com a irmã e outros dissidentes da empresa de Sam Altman.
Apesar do desconforto ético, o avanço da Anthropic no mercado é visível. O Claude, seu modelo de linguagem generativa, já disputa contratos com o ChatGPT no setor corporativo e tem atraído empresas interessadas em segurança, privacidade e controle sobre os dados.
A empresa também é financiada por pesos-pesados como Amazon e Google, que já aportaram bilhões para garantir acesso preferencial à tecnologia.
No pano de fundo, cresce a percepção de que a corrida pela IA não será vencida apenas com bons modelos, mas também com acesso a capital quase ilimitado, infraestrutura computacional e alianças estratégicas globais.
Enquanto a OpenAI mantém a dianteira, e Elon Musk investe pesado na xAI, a Anthropic se consolida como o terceiro vértice dessa disputa. A diferença é que, ao contrário das rivais, a startup ainda não se associou diretamente a um nome político ou à máquina governamental dos Estados Unidos.
Mas com o crescimento acelerado e a entrada de novos investidores — nem todos “perfeitos” aos olhos de Amodei —, essa distância tende a se encurtar.
No fim das contas, o valuation de US$ 170 bilhões é um número poderoso, mas não diz tudo. Ele reflete a aposta de que a Anthropic pode se tornar o pilar de uma nova era da inteligência artificial, desde que consiga equilibrar ambição, dinheiro e princípios no mesmo prompt.
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