🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PATROPI

Terremotos no Brasil são menos incomuns do que imaginamos — e os tremores sentidos em BH são prova disso

Dois abalos de baixa magnitude atingiram a Grande Belo Horizonte na noite de terça-feira; especialistas explicam por que pequenos tremores são comuns no Brasil

Belo Horizonte
Moradores de Belo Horizonte e da região metropolitana relataram tremores de terra após dois abalos de baixa magnitude registrados na noite de terça-feira (16) e na madrugada de quarta (17)Imagem: CanvaPro

O brasileiro costuma dizer que mora em um país tropical, abençoado por deus e bonito por natureza — além de não sofrer com terremotos, tsunamis nem furacões. São fenômenos improváveis por aqui, de fato, mas quem mora em Belo Horizonte e seus arredores acordou hoje com uma boa razão para discordar. A capital mineira foi sacudida por tremores de terra registrados na noite de ontem (16) e na madrugada desta quarta-feira (17).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), houve dois terremotos de baixa intensidade com epicentro em Contagem, município da Região Metropolitana de BH. O primeiro alcançou magnitude 2,9 e ocorreu às 22h12 (horário de Brasília) da terça-feira. O segundo atingiu 2.5 de magnitude às 02h25 da manhã.

Na capital mineira, os tremores foram sentidos com mais intensidade no bairro Alípio de Melo, na região da Pampulha. Em Betim, moradores do Icaivera relataram a movimentação do solo.

Já em Contagem, houve registros nos bairros Alvorada, Estâncias Imperiais e Nova Contagem, além da região de Esmeraldas. Na cidade de Ribeirão das Neves, o abalo foi percebido nos bairros Veneza, Vereda e Santa Matilde.

Não há informações sobre vítimas nem danos graves provocados pelos tremores de terra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONFIRA: O Seu Dinheiro liberou acesso gratuito a análises de mercado aprofundadas e recomendações de investimento; confira como turbinar seus ganhos

Leia Também

DESTAQUES DA BOLSA

Tenda (TEND3) vai na contramão do Ibovespa e fecha em queda, mas Itaú BBA ainda tem motivos para considerar a ação atrativa

COMEÇOU A TRANSIÇÃO

‘Pense em um mundo sem imposto’: o recado de Bernard Appy para as empresas na reta final da reforma tributária

Terremotos como os de Belo Horizonte são comuns?

Sim, pequenos terremotos são comuns no Brasil, principalmente em Minas Gerais.

“Pequenos tremores de terra em Minas Gerais não são incomuns, muito pelo contrário. É o estado com o maior número de abalos sísmicos registrados. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, explica Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da RSBR.

Já os tremores de terra de grande magnitude são extremamente raros no país. Isso porque o Brasil está localizado no meio da placa tectônica da América do Sul, distante das bordas — onde ocorrem os deslizamentos e atritos responsáveis pelos terremotos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Chile, por exemplo, está ao longo do limite entre a placa oceânica de Nazca (parte do fundo oceânico do Pacífico), e a placa da América do Sul. Essa posição geográfica o torna muito mais propenso a sofrer abalos sísmicos de grande intensidade.

Qual o maior terremoto já registrado no Brasil

O maior terremoto já registrado no Brasil aconteceu em 27 de janeiro de 1955, na região da Serra do Tombador, no norte de Mato Grosso, segundo informações do Centro de Sismologia da USP. O tremor atingiu magnitude 6,2 na escala Richter.

Apesar da força, o evento não resultou em uma grande tragédia por conta da baixa densidade demográfica da área na época.

Como funciona a escala Richter, usada para medir terremotos?

A escala Richter funciona como uma régua para classificar a intensidade dos tremores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os de 1,0 a 2,0 são chamados de microssismos e quase ninguém percebe. Entre 2,0 e 3,9, (onde estão os registrados na região de Belo Horizonte) são considerados pequenos, geralmente sentidos só em áreas próximas. De 4,0 a 4,9, são leves: muitas pessoas notam, mas dificilmente causam danos.

Já entre 5,0 e 5,9, os abalos são moderados, podendo provocar rachaduras e pequenos estragos. De 6,0 a 6,9, são fortes, com risco real de destruição em regiões povoadas. Quando chegam a 7,0 ou 7,9, são chamados de grandes terremotos, capazes de causar grandes desastres. Acima de 8,0, entram na categoria de mega terremotos, raros, mas extremamente devastadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Lotofácil tem ganhadores na beira do mar. 29 de setembro de 2026 - 7:25
Celular com homem usando plataformas de apostas online 28 de setembro de 2026 - 17:16
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 28 de setembro de 2026 - 12:00
Novo RG terá tecnologia blockchain 28 de setembro de 2026 - 9:27
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar