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Boletim Focus desta segunda diminuiu a projeção de juros para 2026 e 2028, projetando pela primeira a Selic em 9,75% em 2028
A Selic, taxa de juros básica do Brasil, deve voltar para o nível de um dígito em 2028. É isso o que projetam os economistas consultados pelo Banco Central para o Boletim Focus.
Trata-se da primeira revisão dos juros para o nível de um dígito em quase um ano — por 47 semanas, a expectativa se manteve em 10% ao ano.
A Selic deve fechar este ano em 15% a.a., como consta no Focus e nas projeções dos agentes financeiros. Então, a taxa deve cair para 12% a.a. em 2026, ante a projeção anterior de 12,25% ao ano. E, em 2027 , deve ser de 10,5% a.a.
Para então, em 2028, ter um corte menor ainda (75 pontos-base), até chegar aos 9,75% a.a..
Atualmente, os juros estão no maior patamar desde 2006, de 15% ao ano. Os agentes financeiros esperam um primeiro corte já no início do próximo ano, com as maiores apostas concentradas em março.
Já em relação à inflação, os economistas não veem o IPCA, indicador oficial de inflação, chegando ao centro da meta de 3% — nem mesmo em 2028.
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As projeções do Focus mostram o IPCA no topo da meta (de até 4,5%) nos próximos três anos. Para 2025, já é esperado um fechamento dentro deste limite, aos 4,45%. Para os próximos anos, a expectativa é decrescente, mas lenta:
Os números divergem das projeções do Banco Central. A autoridade espera que o IPCA chegue a 4,6% ao fim de 2025 e a 3,6% em 2026, conforme a trajetória divulgada na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
No horizonte relevante (prazo de 18 meses que é referência para a decisão do Copom), que vai até o segundo trimestre de 2027, o colegiado espera que a inflação em 12 meses seja de 3,3% — também fora da meta.
A partir deste ano, a meta de inflação é contínua (não mais anual), considerando o IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos — 1,5% a 4,5%.
Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo e o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, precisa escrever uma carta aberta para explicar os motivos.
Isso aconteceu no meio do ano, em 10 de julho. Em dezembro, se a projeção se confirmar, o BC não precisará entregar uma nova carta.
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 deve ser de 2,16%, indicou o Focus pela quarta semana consecutiva. Já o Banco Central diminuiu a sua estimativa de crescimento da economia brasileira este ano, de 2,1% para 2,0%, no Relatório de Política Monetária (RPM) do terceiro trimestre.
Segundo a autarquia, a redução ocorreu devido aos efeitos, ainda incertos, do aumento das tarifas de importação dos EUA, e dos sinais de moderação da atividade econômica no terceiro trimestre.
Para 2026, 2027 e 2028 a estimativa do Focus também ficou estável. As projeções são de 1,78%, 1,88% e 2%, respectivamente.
Por fim, em relação ao câmbio, a mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,40. Um mês antes, era de R$ 5,41.
A estimativa intermediária para o fim de 2026 seguiu em R$ 5,50, pela sexta semana consecutiva. Para o fim de 2027 e 2028, as projeções para a moeda norte-americana permaneceram em R$ 5,50.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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