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O principal índice da B3 acumulou valorização de 2,16% nos últimos cinco pregões, se recuperando das perdas da semana anterior
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa de juros brasileira e o cenário eleitoral para 2026 seguiram ditando o clima do mercado local nesta última semana. Porém, nem mesmo a reação negativa em relação à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro — que culminou em uma queda expressiva da bolsa brasileira — foi capaz de parar o rali do Ibovespa (IBOV).
O principal índice da B3 acumulou valorização de 2,16% nos últimos cinco pregões, se recuperando das perdas da semana anterior. O Ibovespa encerrou a última sessão aos 160.766 pontos, com alta de 0,99%.
Já o dólar à vista terminou a R$ 5,4108 e teve desvalorização de 0,39% ante o real no acumulado da semana.
O mercado brasileiro ganhou fôlego no pregão de sexta-feira (12) após o governo dos Estados Unidos retirar os nomes do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sancionados da Lei Magnitsky.
Com o anúncio, os bancos listados na bolsa brasileira reagiram de maneira positiva à notícia. Isso porque, a lei prevê congelamento de ativos e restrições bancárias severas aos sancionados, no que alguns especialistas chamaram de “morte financeira”. Assim quando anunciada sanção, em agosto, os papéis dos bancos desabaram devido as incertezas em relação à aplicação da punição.
Embora o Ibovespa tenha sido impulsionado pelo setor bancário, a ponta positiva do índice foi liderada por São Martinho (SMTO3).
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Na quinta-feira (11), a companhia concluiu o período de moagem de cana-de-açúcar referente à safra 2025/26, com resultados em linha com o guidance (projeção) divulgado em novembro.
Já o segundo melhor desempenho ficou por conta da Brasil Resseguros (IRBR3), impulsionada pela reavaliação do JP Morgan. Os analistas elevaram a recomendação para compra e passaram a considerar o IRB como a principal aposta no setor de seguros para 2026.
O banco também revisou o preço-alvo de R$ 54 para R$ 64, estimando potencial de valorização de cerca de 33%, e destacou que a companhia segue apta a entregar retornos relevantes mesmo em um cenário de crescimento moderado.
Em seguida, a RD Saúde (RADL3) também aparece entre os destaques da ponta positiva do Ibovespa. Os papéis registraram forte valorização após a XP elevar a recomendação do papel de neutra para compra e revisar o preço-alvo de R$ 20 para R$ 31, projetando alta potencial de 55%.
Já a CSN (CSNA3), que também aparece entre as maiores altas da semana, foi favorecida pela recuperação do minério de ferro, que ganhou força após indicadores industriais mais fracos na China aumentarem a expectativa de novos estímulos econômicos.
Além disso, após nomear novos executivos, a Vivara (VIVA3) também ficou entre os destaques positivos do Ibovespa. Os papéis foram impulsionada pela avaliação do mercado de que o anúncio trará um reforço à estratégia de longo prazo da companhia.
Confira os destaques da ponta positiva:
| NOME | CÓDIGO | VARIAÇÃO SEMANAL |
| São Martinho | SMTO3 | 14,96% |
| IRB Re ON | IRBR3 | 12,77% |
| RD Saúde ON | RADL3 | 10,33% |
| Petz ON | PETZ3 | 9,27% |
| CSN ON | CSNA3 | 8,87% |
| Vivara ON | VIVA3 | 7,54% |
| SLC Agrícola | SLCE3 | 7,10% |
| Weg ON | WEGE3 | 6,04% |
| CSN Mineração ON | CMIN3 | 5,51% |
| BTG Pactual units | BPAC11 | 5,48% |
Já a ponta negativa do Ibovespa foi encabeçada por Vamos (VAMO3), em breve realização dos ganhos recentes.
A Hypera (HYPE3) apareceu em segundo lugar nos piores desempenhos da semana, mesmo após anunciar a distribuição de juros sobre capital próprios (JCP) no valor de R$ 0,29 por ação, totalizando aproximadamente R$ 185 milhões.
Já o segund lugar ficou com a Magazine Luiza (MGLU3). Durante a semana, a companhia inaugurou a Galeria Magalu no antigo espaço da Livraria Cultura, na Avenida Paulista, reunindo cinco marcas do grupo. Embora o evento tenha reforçado a estratégia de expansão da varejista, o movimento não foi suficiente para reverter o pessimismo do mercado.
A C&A (CEAB3) também apareceu entre os destaques negativos do Ibovespa, após o anúncio da venda de 66 milhões de ações pelo Grupo Cofra, diminuindo sua participação para 30,92% do capital da varejista. Apesar de a empresa afirmar que não houve mudança no controle acionário, o mercado reagiu negativamente.
Além disso, o Assaí (ASAI3) também ficou na ponta negativa após firmar acordo para sair, em duas etapas, da Financeira Itaú CBD (FIC). O grupo deverá receber cerca de R$ 260 milhões pela venda de sua participação indireta, valor ainda sujeito a ajustes.
Veja as maiores quedas na semana:
| NOME | CÓDIGO | VARIAÇÃO SEMANAL |
| Vamos ON | VAMO3 | -7,40% |
| Hypera ON | HYPE3 | -6,67% |
| Magazine Luiza ON | MGLU3 | -6,09% |
| C&A Modas ON | CEAB3 | -5,05% |
| Assaí ON | ASAI3 | -4,32% |
| Cosan ON | CSAN3 | -4,27% |
| Santander Brasil units | SANB11 | -3,68% |
| Suzano ON | SUZB3 | -2,85% |
| Rumo ON | RAIL3 | -2,05% |
| MRV ON | MRVE3 | -2,01% |
*Com informações do Money Times e da Agência TradeMap.
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