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Fundo imobiliário RBVA11 prevê o anúncio do fim de outros três contratos pelo Santander (SANB11), mas também enxerga impactos positivos no FII

Os principais centros comerciais brasileiros contam, em geral, com a popular “rua dos bancos”, onde a população consegue encontrar diversas agências bancárias, uma do lado da outra. Porém essas regiões estão mudando: diversos bancos estão reduzindo o número de agências para apostar na transição para o digital. Além dos clientes, quem terá que lidar com essa tendência dessa vez será o fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11).
O Santander (SANB11) anunciou que vai encerrar quatro contratos de locação firmados com o FII. A data para entrega dos imóveis está prevista para junho de 2025.
As agências que terão as portas fechadas estão localizadas na Candelária e na Av. Rio Branco, no Rio de Janeiro; na Praça Visconde de Mauá, em Santos (SP); e na Rua Senador Flaquer, em Santo André (SP).
Porém, o banco não deve parar por aí e já encerrou as operações em outras três agências. O RBVA11 prevê que o banco deve anunciar o fim dos contratos em breve.
Os imóveis estão localizados em Fortaleza, Recife e Curitiba. As agências também devem ser desocupadas a partir do segundo semestre de 2025, com exceção do imóvel na capital paranaense, que possui término em dezembro de 2026.
Como os ativos seguirão locados até junho de 2025, o RBVA11 não sentirá impactos nos rendimentos no primeiro semestre do ano. Dessa forma, o resultado recorrente do RBVA11 no primeiro semestre está mantido em R$ 0,80 por cota.
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Porém, a partir da data, o fundo avalia uma redução da receita recorrente de aproximadamente R$ 0,07 por cota. A partir de janeiro de 2027, o impacto previsto é de R$ 0,09 por cota.
Apesar do encerramento dos contratos, o RBVA11 espera que os cotistas também recebam boas notícias em breve. Isso porque outros sete imóveis que foram desocupados anteriormente devem ganhar novos inquilinos em breve.
Os imóveis estão localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Porto Alegre.
Segundo a Rio Bravo, gestora do fundo, quando os imóveis forem locados, o impacto no resultado poderá ser positivo em aproximadamente R$ 0,06 por cota.
“O impacto da vacância atual no curto prazo será reduzido pela capacidade do fundo de encontrar inquilinos e reposicionar os ativos”, a gestora afirmou em documento.
Além disso, vale lembrar que o fundo está incorporando o FII Rio Bravo Renda Educacional (RBED11) ao seu portfólio. A fusão foi anunciada no ano passado, porém as operações foram iniciadas na última sexta-feira.
Com a conclusão da fusão, o RBVA11 passará a ter uma exposição ao setor educacional, com um total de 77 imóveis e um valor de mercado superior a R$ 2 bilhões.
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