O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No radar brasileiro estão países da Ásia e do Oriente Médio, com destaque para Japão, Coreia do Sul, Turquia, China, Indonésia, Vietnã, Arábia Saudita e México.
Com a escalada protecionista dos Estados Unidos, o agronegócio brasileiro pode estar prestes a perder um de seus principais clientes.
A partir de 1º de agosto, entra em vigor a nova tarifa de 50% sobre produtos agropecuários brasileiros, anunciada pelo governo de Donald Trump.
O impacto pode ser bilionário: segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o país pode deixar de exportar até US$ 5,8 bilhões ao mercado norte-americano.
Mas o governo brasileiro não está parado. Para minimizar os danos, Brasília iniciou uma força-tarefa para redirecionar o fluxo de exportações a outros mercados.
No radar estão principalmente países da Ásia e do Oriente Médio, com destaque para Japão, Coreia do Sul, Turquia, China, Indonésia, Vietnã, Arábia Saudita e México.
A estratégia é clara: diversificar para sobreviver. A ideia é compensar as perdas americanas com a abertura de novos mercados e o reforço de relações comerciais já existentes.
Leia Também
A operação envolve o Ministério da Agricultura, o Itamaraty e o MDIC, em parceria com o setor privado e câmaras de comércio internacionais.
Entre os mais afetados pelo tarifaço estão setores tradicionalmente fortes nas exportações para os EUA: café, carne bovina, frutas, pescados e suco de laranja.
Só em 2024, os Estados Unidos compraram US$ 12,1 bilhões em produtos agropecuários brasileiros — 8% de tudo o que o agronegócio do país exportou no ano.
No curto prazo, o cenário preocupa. Exportadores já alertaram que há volumes prontos para embarque — ou já em alto-mar — que podem simplesmente ficar sem destino.
O mercado interno, segundo representantes do setor, não tem capacidade para absorver esse excedente de forma rápida, o que pode pressionar os preços para baixo.
Empresários pedem uma solução pontual: que a nova tarifa só seja aplicada para produtos embarcados a partir de 1º de agosto — não antes. A proposta já foi levada ao vice-presidente Geraldo Alckmin, que também comanda o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços.
Em meio à turbulência, há oportunidades no horizonte. O Japão, por exemplo, está em fase final de auditoria sanitária para liberar a carne bovina brasileira ainda este ano.
A China pode reduzir tarifas sobre o suco de laranja e ampliar a compra de frutas tropicais, como manga, uva e lima ácida. Com o México, o Brasil negocia prorrogar a isenção de tarifas para o agro e ampliar o atual acordo comercial (ACE 53).
Frigoríficos também têm chance de crescer. Cerca de 50 novas plantas estão na fila para habilitação de exportação para Indonésia, Vietnã e México.
Já o café brasileiro, que vem ganhando espaço em mercados como Austrália e China, será alvo de campanhas de promoção comercial nos próximos meses.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio
Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista
Conteúdo apreendido pela PF detalha reunião de Vorcaro com Anitta e empresários do setor de bets
Lula convence Fernando Haddad à candidatura do governo de São Paulo e presidente anuncia Dario Durigan como o novo ministro da Fazenda
Entidades apoiam medida do governo que endurece a fiscalização do piso mínimo do frete e cria regras mais rígidas para o pagamento aos caminhoneiros
Enquanto a Lotofácil e a Quina seguem com sorteios diários, Dupla Sena tem nesta sexta-feira (20) o último sorteio antes da Dupla de Páscoa.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período