🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

MACRO EM FOCO

Juros nas alturas têm data para acabar, prevê economista-chefe do BMG. O que esperar do fim do ciclo de alta da Selic?

Para Flávio Serrano, o Banco Central deve absorver informações que gerarão confiança em relação à desaceleração da atividade, que deve resultar em um arrefecimento da inflação nos próximos meses

Para o economista-chefe do banco BMG, Flávio Serrano, o término do que parecia um infindável ciclo de altas da taxa básica de juros (Selic) já começou a emergir no horizonte. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Serrano prevê que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fará um novo aperto monetário de 0,5 ponto porcentual em maio, finalizando a sequência de aumentos da taxa de juros.

De acordo com o economista, o BC considera que as ações de política monetária agem na economia com defasagem de 12 a 18 meses, e ainda está por vir muito do efeito da alta de juros sobre a atividade, que já dá sinais de desaceleração.

O diferencial de juros, que provavelmente aumentará se o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) reduzir sua taxa, e a expectativa de uma safra agrícola recorde, que deve aumentar as exportações de grãos e valorizar o real, também contribuem para essa visão, segundo Serrano. Isso pode desacelerar a inflação.

As previsões do economista do BMG para os juros 

A avaliação do economista é que a decisão do Copom sobre os juros veio em linha com o esperado, especialmente do lado da sinalização dos próximos passos da política monetária. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tinha gente achando que seria deixado totalmente em aberto, não seria sinalizado. E tinha gente, como nós, que esperava a sinalização de extensão do ciclo com ajuste de menor magnitude”, disse Serrano.

Leia Também

ATENÇÃO, FARIA LIMERS!

Bicicletas elétricas e patinetes terão limite de velocidade em São Paulo; entenda as novas regras

ECLIPSE LUNAR QUASE TOTAL

96% da Lua vai desaparecer na madrugada e fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil; veja horários

O economista também destaca que o comunicado da autarquia veio compatível com a precificação do mercado, que já havia colocado 0,50 ponto porcentual de aumento para a próxima reunião como o mais provável.

“Espero ao menos 0,50 ponto na reunião de maio. Em junho, acho que não terá aumento”, ponderou.

“Nesse comunicado, há um ponto que reforça a percepção de que o ciclo monetário está próximo do final, porque o BC já falava das incertezas inerentes às defasagens temporais das ações de política monetária. Qualquer ação de política monetária demora de 12 a 18 meses para afetar a economia. Houve 3 pontos porcentuais de aumento da Selic (desde dezembro) e o mais provável é que a taxa bata nos 14,75%”, acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As projeções para PIB, inflação e dólar

Para o especialista, o Banco Central deve absorver informações que gerarão confiança em relação à desaceleração da atividade, que deve resultar em um arrefecimento da inflação nos próximos meses. 

A perspectiva do banco é de um crescimento de 2% para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2025, com desaceleração da demanda doméstica.

A previsão é que, à medida que o tempo passe, haja um reforço do cenário de convergência na inflação para mais próximo de 3%. “Atingir esse centro de meta no terceiro trimestre de 2026 não dá mais”, disse Serrano.

O BMG prevê uma inflação de 5,4% para este ano e de 4% para o ano que vem. “Mesmo em 2026 a inflação vai estar acima do centro da meta”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Mesmo que isso esteja errado, de julho não deve passar, será o fim do ciclo”, avaliou o economista.

Serrano também traçou as estimativas para o câmbio, com o dólar encerrando o ano na casa dos R$ 5,60. “É uma projeção que não alterei porque havia uma visão de que o real poderia se valorizar. Deve ficar nesta faixa.”

*Com informações do Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
castelo gótico Mark Zuckerberg 24 de agosto de 2026 - 10:29
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 24 de agosto de 2026 - 6:44
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 24 de agosto de 2026 - 5:43
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 24 de agosto de 2026 - 5:06
trading day trade 23 de agosto de 2026 - 9:00
ETF GOLB11 ouro 22 de agosto de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar