O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Projeto alternativo do senador Renan Calheiros está na pauta de comissão do Senado nesta terça
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta terça-feira (23), esperar que a nova faixa de isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês seja sancionada até outubro deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em entrevista ao portal ICL Notícias, o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.
De fato, ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, no evento Macro Day BTG Pactual, que o projeto de Lei do governo deve ser levado à votação em plenário já na próxima semana.
O texto o governo foi alterado pelo relator, o deputado Arthur Lira (PP-AL), que ampliou a isenção de imposto de renda parcial, antes válida para quem ganhava entre R$ 5 mil a R$ 7 mil por mês, para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais.
Lira também retirou o dispositivo que estabelecia que a soma da alíquota efetiva da pessoa física mais a alíquota efetiva paga pela pessoa jurídica não ultrapassasse a alíquota nominal de 34% cobrada das empresas em geral, ou de 40% para as resseguradoras e 45% no caso das instituições financeiras.
Em contrapartida, o deputado retirou os títulos incentivados, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, fundos imobiliários e fiagros, da base de cálculo do imposto mínimo efetivo da alta renda. Estes títulos devem ser individualmente tributados em 5% no ano que vem, mas há discussões no Congresso para manter ao menos alguns deles isentos de IR.
Leia Também
O relator, porém, manteve as regras de alíquota mínima de IR para quem ganha a partir de R$ 600 mil por ano, medida que vai compensar a perda de arrecadação com a nova faixa de isenção ampliada. Lira manteve também em 10% a alíquota efetiva máxima para os chamados super-ricos, aqueles que ganham a partir de R$ 1,2 milhão por ano. Havia a expectativa de que ele reduziria este teto para 8%.
Finalmente, o deputado também incluiu no relatório a autorização para que a União use qualquer excedente de receita com este imposto mínimo dos super-ricos como fonte de compensação para o cálculo da alíquota de referência da Contribuição de Bens e Serviços (CBS). Criada pela reforma tributária do consumo, a CBS substituirá cinco tributos federais a partir de 2027.
Um dos pontos mais polêmicos deste projeto de reforma do imposto de renda é a tributação de dividendos, hoje isentos no Brasil e mantidos assim na Medida Provisória 1.303/25, que altera as regras de tributação dos investimentos financeiros a partir de 2026.
O texto do governo introduz a cobrança de 10% de IR sobre dividendos recebidos por acionistas pessoas físicas domiciliados no Brasil caso eles recebam mais de R$ 50 mil por empresa, ponto que foi mantido no relatório de Lira.
Os dividendos de qualquer natureza também integrariam a base de cálculo de IR para a aplicação da alíquota mínima, no caso de quem ganha mais de R$ 600 mil por ano.
Outro ponto do projeto do governo mantido por Lira foi a tributação de 10% sobre dividendos enviados ao exterior. O deputado, no entanto, introduziu três exceções à cobrança: quando remetidos para governos estrangeiros, desde que haja reciprocidade de tratamento; remessas a fundos soberanos; e remessas a entidades no exterior que administrem benefícios previdenciários.
Entretanto, outro texto que prevê isenção de imposto de renda a quem ganha até R$ 5 mil por mês corre no Senado. De autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM) e relatoria de Renan Calheiros (MDB-AL), o projeto estava na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado desta terça-feira, mas a análise acabou sendo adiada para a manhã de quarta-feira (24).
Diferentemente do texto que tramita na Câmara, o do Senado limita a isenção parcial a quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês, e não R$ 7.350.
As regras de tributação de dividendos, no entanto, são similares. O texto prevê tributação de 10% sobre lucros e dividendos para a pessoa física quando estes superarem os R$ 50 mil por mês, bem como sobre os dividendos remetidos ao exterior.
O projeto original de Braga, no entanto, estabelecia uma tributação maior, de 15%, nesses casos. Renan reduziu o percentual para igualá-lo ao texto da Câmara.
*Com informações do Estadão Conteúdo e da Agência Brasil.
Matéria atualizada com a informação do adiamento do texto no Senado pela CAE.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”