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ALÍVIO PERO NO MUCHO

Inflação desacelera a menor nível para janeiro desde o Plano Real, mas não vai impedir Galípolo de continuar subindo os juros

Inflação oficial desacelerou de +0,52% para +0,16% na passagem de dezembro para janeiro, mas segue fora da meta no acumulado em 12 meses

Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente
Imagem: iStock

A inflação oficial no Brasil desacelerou de +0,52% em dezembro de 2024 para +0,16% em janeiro de 2025.

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Trata-se do nível mais baixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde a implementação do Plano Real, ocorrida em 1994.

No acumulado em 12 meses, a inflação também desacelerou, passando de +4,83% em dezembro para +4,56% em janeiro.

Marcelo Bolzan, planejador financeiro e sócio da The Hill Capital, notou que o resultado veio exatamente em linha com as projeções dos analistas.

No entanto, o indicador segue acima do teto da meta de inflação para 2025.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelece meta de inflação de 3,00% para este ano.

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Há uma margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

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Isso significa que a inflação é considerada dentro da meta se ficar entre 1,50% e 4,50%.

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Habitação atenuou impacto da inflação em janeiro

A inflação de janeiro foi puxada pelos gastos com transportes e alimentação.

A alta dos preços com gastos em transportes atingiu 1,30% em janeiro, seguida pela alta de 0,96% do grupo Alimentação e Bebidas.

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O impacto da inflação foi atenuado por um recuo de 3,08% nos gastos com habitação.

As informações foram divulgadas na manhã desta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Bruno Balassiano, do BTG Pactual, vê uma composição um pouco mais favorável no IPCA de janeiro. “O núcleo de serviços subjacentes veio abaixo de nossa expectativa”, pontuou.

No entanto, a dinâmica inflacionária ainda é desfavorável, afirma ele. Um dos motivos é a aceleração da inflação de serviços (de +0,57% para +0,61%). O indicador mantém trajetória de alta há alguns meses.

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'Bônus Itaipu' salva a inflação de janeiro

A cenoura, o tomate e o café tinham tudo para despontar como os vilões da inflação em janeiro.

Os preços desses produtos subiram respectivamente 36,14%, 20,27% e 8,56% na passagem de dezembro para janeiro.

O que segurou o índice foi o recuo de 14,2% no preço das tarifas de energia elétrica residencial.

A queda é atribuída ao chamado “bônus Itaipu” referente ao ano de 2023.

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Em janeiro de 2025, 78 milhões de unidades consumidoras de energia tiveram descontos que variaram de R$ 16,66 a R$ 49,00 nas contas de luz.

No entanto, trata-se de um evento de impacto limitado.

O movimento será revertido já na leitura de fevereiro, afirma André Valério, economista sênior do banco Inter.

Nada muda para o Copom por enquanto

Apesar da desaceleração, o IPCA de janeiro não terá impacto imediato sobre a próxima decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

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No fim de janeiro, na primeira reunião capitaneada por Gabriel Galípolo, o Copom elevou a taxa Selic a 13,25% ao ano e sinalizou nova alta de um ponto porcentual em março.

A dúvida agora gira em torno da posição do BC a partir de maio.

Na avaliação de Valério, as principais variáveis para se observar nos próximos meses estão ligadas à atividade econômica e ao mercado de trabalho.

“Os primeiros sinais de desaceleração já podem ser observados e podem contribuir para desacelerar a inflação, principalmente de serviços”, afirma.

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