O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ex-diretor do Banco Central acredita que nova diretoria está fazendo um bom trabalho e defende os juros altos por mais tempo
Depois de meses de discrição e poucas falas públicas, o ex-presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, não deixou passar a oportunidade de se posicionar sobre a última alta do Comitê de Política Monetária (Copom) na taxa básica de juros (Selic).
“Eu poderia falar: ‘Viu? Me criticaram tanto e agora a taxa está maior’”, brincou Campos Neto em entrevista ao blog da jornalista Andréia Sadi, do G1.
O ex-presidente do BC se referiu ao atual patamar da taxa de juros, que chegou aos 15% ao ano após a elevação de 0,25 ponto percentual pelo Copom na quarta-feira (18) — trata-se do maior nível em quase 20 anos, e também é bastante superior ao topo da Selic durante a gestão de Campos Neto.
Quando Campos Neto estava à frente da autarquia, o presidente do BC foi frequentemente criticado pelo governo Lula por manter os juros elevados, especialmente a partir do início da campanha que o levou de volta ao Palácio do Planalto.
Sob sua gestão, a Selic subiu de 2% para 13,75%, marcando um dos maiores ciclos de alta dos juros da história recente do Brasil, porém, com o contexto de ser uma resposta à pandemia de Covid-19.
Apesar do histórico de atritos, o ex-presidente do BC agora endossa a ação de seus ex-colegas da diretoria. Campos Neto afirmou categoricamente na entrevista que "teria feito a mesma coisa".
Leia Também
Ele ressaltou que, apesar das críticas que recebeu no passado por manter os juros elevados, não embarcaria na tentação de usar a atual alta para se justificar.
A medida, para o ex-BC, foi necessária para "conter o avanço das expectativas de inflação, que vinham se distanciando da meta estabelecida".
Campos Neto complementou que "o ganho de credibilidade frente ao custo monetário era claramente favorável a este último ajuste, dada a necessidade de reverter as expectativas desancoradas".
A elevação da Selic para 15% ao ano pelo Copom não foi a única coisa que surpreendeu parte do mercado. A sinalização de que os juros vão "continuar altos por mais tempo" também instiga os agentes financeiros.
Segundo a avaliação do UBS BB, a inclusão da palavra "muito" no comunicado do Banco Central é um recado direto para conter as apostas em cortes da taxa ainda em 2025.
Roberto Campos Neto, que recentemente foi contratado pelo Nubank como vice-chairman, reforça a visão de que a elevação da Selic é um movimento crucial para a estabilidade econômica.
Entretanto, bancos estrangeiros como o BofA e o Goldman Sachs enxergam uma possível janela de queda dos juros no final de 2025, enquanto bancos locais, como o Itaú, só veem cortes em 2026.
Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões
A Lotofácil acaba de pagar o prêmio principal pela primeira vez em março. Todas as demais loterias sorteadas na quarta-feira (4) acumularam.
Municípios utilizam leis locais para celebrar datas culturais nesta quinta-feira (5); o próximo descanso geral será apenas em abril
Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, participou do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, e fala sobre três cenários possíveis para a guerra no Oriente Médio e os efeitos para o mercado brasileiro
Os servidores Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana foram afastados do Banco Central e são investigados por consultorias dadas a Vorcaro
Enquanto Spotify e Apple Music disputam assinantes no streaming, o vinil surpreende e cresce na contramão da era digital
Proposta tem condições para venda de medicamentos em mercados e aguarda a sanção presidencial
Com guerras, dúvidas sobre o dólar e rearranjos de fluxo global, metais preciosos voltam ao radar dos investidores e podem seguir relevantes para o portfólio em 2026, segundo o BTG
Cidade vizinha de Fortaleza combina renda alta, grandes indústrias — e agora abriga os cinco novos milionários do país.
Apoiado por uma da família rica de sua cidade, Grêmio Novorizontino vive ascensão meteórica nos campos de futebol e tenta espantar estigma de morrer na praia
Anvisa disse que empresa de palmitos funcionava sem licença sanitária e que melatonina era fabricada com ingrediente não avaliado
Atriz mais rica do mundo construiu seu império visando o longo prazo; hoje sua fortuna é estimada em mais de US$ 3 bilhões
Banqueiro é alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos
Um bolão com cinco participantes foi a única aposta vencedora do concurso 2979 da Mega-Sena. Todas as demais loterias sorteadas na terça-feira (3) acumularam.
O banco havia suspendido o financiamento para esses valores em 2024 para priorizar imóveis mais baratos e atender um número maior de famílias
Assistente de inteligência artificial da Woolworths, chamada Olive, falava que era humana e reclamava de sua própria ‘mãe’
“TOP 1455 Track caminho no deserto” aconteceu entre 25 e 28 de fevereiro; ainda não há previsão para retorno dos “legendários” ao Brasil
A Lotomania roubou a cena da Lotofácil na segunda-feira (2). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa começou março acumulada. Atenções agora se voltam para a Mega-Sena.
Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, falou sobre o cenário para a economia brasileira diante dos ataques de Estados Unidos e Israel conta o Irã; entenda
Confira o calendário de feriados de 2026 para se programar e aproveitar para descansar durante o ano