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Não serei eu a querer estragar o story telling de ninguém, mas o (eventual) rali eleitoral no Brasil sequer começou
Conforme tentei explicar na coluna da semana passada, respeito muito as dicotomias do tecido narrativo, ainda que elas possam assumir tons aparentemente falaciosos em sua superfície literária.
Assim, é sempre difícil concluir que um roteiro é 100% falso ou verdadeiro antes de virarmos sua última página.
Como corolário, portanto, os livros de estórias do mercado financeiro devem ser lidos cuidadosamente, por inteiro, sem cairmos no risco de terminá-los antes de começá-los.
Precisamos compreender as narrativas enquanto elas acontecem, nem antes e nem depois.
Dito isso, não serei eu a querer estragar o story telling de ninguém, mas o (eventual) rali eleitoral no Brasil sequer começou; não há nem cheiro dele.
Sim, eu sei que o Ibovespa acumula alta de +20% desde o início do ano, e que o SMLL vem entregando valorização ainda maior, da ordem de +30%.
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Mas não há qualquer lastro epistemológico de que tais ganhos decorram de um prelúdio do rali eleitoral.
Year to date, o MSCI Brazil só perde para o MSCI Korea e o MSCI China, e não temos conhecimento de qualquer motor eleitoral para os dois pares asiáticos.
De fato, outros fatores preponderam, ocupando posições bem à frente na fila de variáveis explicativas.
Em primeiro lugar, um rotation trade de caráter global, motivado por saída (ainda que marginal) de excesso de recursos dos EUA, em busca de alternativas.
Dentro desse contexto, o dólar fraco beneficia mercados emergentes como o brasileiro, e não há como um gestor de emerging markets ignorar Brasil, por questão de mandato mesmo.
Em segundo lugar, o tão esperado gatilho para o Fed Easing, historicamente correlacionado com um pick up da propensão ao risco em América Latina (entre outros).
Na média, segundo a Bloomberg Intelligence, os ciclos de afrouxo monetário nos EUA resultam em excessos de retorno de Kit Brasil de +13% ao ano sobre o benchmark global.
Trata-se de um belíssimo beta, e com liquidez suficiente para ser aproveitado pelo investidor gringo.
Obviamente, o afrouxo monetário nos EUA tende a ser acompanhado de um corte de juros sustentável também no Brasil. E hoje, ainda que possa haver divergências pontuais, encontramos um razoável consenso de que existe gordura para a Selic cair entre -2 p.p. e -3 p.p. em relação aos patamares atuais.
Veja que já chegamos ao final desta coluna e nem falamos nada de Lula IV, tampouco de Tarcísio ou Ratinho Trade.
Podemos até esperar pelo novo ciclo eleitoral, mas isso não significa que dependemos só dele para ganhar dinheiro.
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