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Investidores também monitoram a primeira fala pública do presidente do Fed depois da trégua na guerra comercial de Trump contra a China
Quem arriscou previsões muito ousadas sobre qual seria o “novo normal” no rescaldo da pandemia de covid-19 provavelmente errou.
Houve quem dissesse que o trabalho remoto tomaria conta, desafogando o trânsito nas metrópoles e deixando as lajes corporativas às moscas.
Ainda diante disso, muita gente se mudaria para cidades menores. Outra parte se transformaria em nômade digital, trabalhando de onde quisesse a hora que bem entendesse.
Algumas pessoas até conseguiram isso, mas não virou uma norma. Cada vez mais, as empresas convocam seus funcionários de volta para o escritório.
Também seriam impactadas radicalmente as relações de consumo.
O setor de shoppings centers teria que se reinventar, ao passo que as empresas dedicadas ao comércio eletrônico ganhariam musculatura com a consolidação de uma mudança de hábitos de consumo que já estava em andamento.
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Diante disso, as ações de e-commerce transformaram-se em uma das teses mais badaladas do mercado financeiro lá em 2020.
Cinco anos e um forte ciclo de alta de juros depois, as ações das empresas brasileiras que se lançaram na bolsa na esteira dessa euforia acumulam desvalorização da ordem de 90%.
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Clique aqui para conhecer a oportunidade encontrada pela EQI Investimentos de buscar lucros acima da inflação e da Selic. Trata-se de um ativo que pode render 17% em 2025, com isenção de Imposto de Renda.
O Ibovespa interrompeu ontem uma sequência de quatro sessões em alta, recuando um pouco dos recordes nominais alcançados na terça-feira.
Hoje, os mercados internacionais amanhecem tingidos por tons de vermelho em dia de agenda agitada na parte da manhã.
Os investidores repercutem o PIB da zona do euro e uma série de indicadores econômicos nos EUA.
Enquanto isso, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, fala em público pela primeira vez desde a trégua no front da guerra tarifária de Donald Trump com a China.
Por aqui, as atenções concentram-se na temporada de balanços, com destaque para os prejuízos da Eletrobras e da Casas Bahia.
A ÁGUA SAIU DO PESCOÇO
Brasil vai escapar da recessão, mas não da inflação: duas previsões do JP Morgan e um alerta. O banco também fez uma estimativa para a economia dos EUA depois da trégua de 90 dias com a China na guerra comercial; confira.
SD ENTREVISTA
Moura Dubeux (MDNE3) alcança lucro líquido recorde no 1T25 e CEO projeta ano de novos marcos, mesmo com a Selic alta. Em entrevista ao Seu Dinheiro, Diego Villar comentou os resultados do primeiro trimestre da companhia e projetou R$ 100 milhões em proventos até o fim do ano.
BALANÇO 1T25
Em reestruturação para tentar sair do buraco, prejuízo da Casas Bahia (BHIA3) cresce 56,3% no 1T25 e chega a R$ 408 milhões. Ainda assim, as perdas da varejista entre janeiro e março deste ano são menores do que as registradas do último trimestre do ano passado e também viera baixo do que o mercado esperava; confira os números.
JUSTO AGORA?
Petrobras (PETR4) paga menos dividendos e até o governo ficou com o bolso mais leve — valor menor pode dificultar a vida de Lula. Como maior acionista da Petrobras, até mesmo o governo federal viu a distribuição de lucros cair, o que pode pressionar ainda mais as contas públicas.
OTIMISMO EM DIA
Primeiro Brasil, depois México e uma ponta de Chile: gestores se dizem otimistas com a América Latina e aumentam o risco na região, segundo o BofA. Quase metade dos gestores aumentaram suas previsões para o Ibovespa e esperam um dólar mais fraco ao fim do ano.
A IDADE CHEGA PARA TODOS
Sem epifanias: Warren Buffett revela motivo para deixar comando da Berkshire Hathaway. Durante a reunião anual da Berkshire, Buffett surpreendeu ao anunciar que deixará o cargo de CEO em dezembro.
ROTA DE FUGA
Roma? Londres? Nada disso: destino mais lotado da Europa é ilha (supostamente) paradisíaca na Grécia. Dados divulgados pela Comissão Europeia apontam os destinos com maior pressão turística – e os lugares mais lotados não são metrópoles globais; confira.
ROTA DO DINHEIRO
Fala, governador: as políticas de transição energética para atrair o capital gringo para o Brasil. Chefes de Executivo estaduais apresentaram projetos ligados à energia limpa, descarbonização e inovação, de olho em investidores internacionais.
TERRA SEM LEI
Regulação das stablecoins trava no Senado dos EUA e Federal Reserve emite novo alerta sobre riscos. Projeto batizado de GENIUS Act travou no Senado em meio a embate entre democratas e republicanos após controvérsias envolvendo Donald Trump, sua família e o mercado cripto.
DINHEIRO NO BOLSO
Petrobras (PETR4) atualiza primeira parcela de dividendos bilionários; confira quem tem direito a receber a bolada. O montante a ser pago pela estatal se refere ao último balanço de 2024 e será feito em duas parcelas iguais.
DO ROXO AO VERMELHO
Balanço do Nubank desagradou? O que fazer com as ações após resultado do 1T25. O lucro líquido de US$ 557,2 milhões no 1T25, um salto de 74% na comparação anual, foi ofuscado por uma reação negativa do mercado. Veja o que dizem os analistas.
GATILHOS NO CAMINHO
O tempo cura tudo: ação da Raízen (RAIZ4) surge entre as maiores quedas do Ibovespa, mas bancos estão otimistas com o papel. O prejuízo da companhia do setor de açúcar e álcool disparou nos três primeiros meses do ano, mas BTG e Citi enxergam motivos para seguir com os ativos em carteira.
COMPRAR OU VENDER?
Subiu demais? Ação da JBS (JBSS3) cai na B3 após entregar resultado sólido no 1T25. Os papéis figuram entre as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (14); saiba o que fazer com eles agora.
MAIS UMA NA FILA
Serena (SRNA3) de saída da B3: Actis e GIC anunciam oferta para fechar o capital da empresa de energia renovável; ações sobem forte. A oferta pública de aquisição vem em meio ao processo de redução de dívidas da empresa, que atingiu um pico na alavancagem de 6,8 vezes a dívida líquida/Ebitda.
VAI PINGAR NA CONTA
PagBank tem lucro de R$ 554 milhões, anuncia primeiro dividendo da história e indica que há mais proventos no radar. O banco digital destacou que, apesar de um “cenário econômico mais difícil”, conseguiu expandir a rentabilidade.
EM XEQUE
Por que as ações da Azul (AZUL4) caem mais de 10% mesmo após lucro líquido de R$ 783 milhões no 1T25? Se considerados ajustes, a companhia aérea teve um prejuízo líquido ajustado 460% maior que no ano passado, de R$ 1,8 bilhão.
O CADE REJEITOU
O Mercado Livre (MELI34) levou a melhor? Por que a Apple corre o risco de levar uma multa diária de R$ 250 mil no Brasil. Tribunal do Cade deu o prazo de 90 dias para que a fabricante de iPhones se adeque às regras, contados a partir da data da decisão unânime.
TEMPO É DINHEIRO
Fundo de tempo: ‘Ex-sócio de Trump’ lança seu próprio Shark Tank e quer aconselhar startups em troca de participação nos negócios. Ricardo Bellino se uniu à rede de conselheiros Koinz Capital para criar um programa de mentoria para empresas, que deverão fazer seu pitch em três minutos (tempo que o empresário teve com Trump).
TROCA DE JATINHOS
Após receber jatinho de presente, Trump fecha acordo de US$ 1,2 trilhão com o Catar; Boeing sai ganhando com venda de 210 aeronaves, estimadas em US$ 96 bilhões. Estados Unidos fecham nova série de acordos no Oriente Médio, mas parceria trilionária ganha contornos controversos após presidente receber jatinho de luxo como presente.
“SOMOS PARTE DA SOLUÇÃO”
3 mudanças que podem levar a América Latina a liderar a transição energética global, segundo o presidente do BID, Ilan Goldfajn. Presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento e ex-presidente do Banco Central brasileiro defende integração regional, investimentos verdes e soluções concretas para a transição energética até a Conferência do Clima em Belém.
SEU MENTOR DE INVESTIMENTOS
Quantas divisões tem o papa? A escolha de Leão XIV e um contraponto à influência de Trump. Ao se anunciar como Leão XIV, Robert Francis Prevost está ditando não só uma continuidade da obra de Francisco, como também deixando claro que seu objetivo principal será a missão social da Igreja.
LOTERIAS
Lotofácil prova que a teimosia compensa, mas é ofuscada por ganhador de quase R$ 17 milhões na Quina. Ganhador ou ganhadora da Lotofácil vinha insistindo sempre nos mesmos números; Quina desencantou depois de acumular por 10 sorteios seguidos; Mega-Sena corre hoje valendo R$ 60 milhões.
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Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
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