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Em dia de agenda fraca, investidores monitoram reação do Brasil e de outros países ao tarifaço norte-americano
Recorrer ao sentido figurado tem seus riscos. É um dos motivos pelos quais tentamos evitar, no Seu Dinheiro, expressões que remetam a violência. O mundo já é bruto o bastante. Em tempos de figuras como Donald Trump, a gente até sai bem pela tangente, mas às vezes é impossível escapar. Como agora.
Não é de hoje que a declaração de guerra comercial do norte-americano contra o mundo é apontada como um tiro no pé. Trump talvez até acredite estar fazendo o melhor pelos Estados Unidos. Talvez ele não conheça outro modo de ser ou de agir. Talvez ele seja só mais alguém para quem a culpa é sempre dos outros. Não sei.
Mais cedo ou mais tarde, porém, o mais provável é que as ações resultem em preços mais altos para consumidores e produtores norte-americanos. Quem advertiu sobre isso antes mesmo do início da guerra comercial foi Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA.
As advertências parecem inúteis quando envolvem Trump. É como se ele continuasse de arma na mão, olhando para baixo, mirando algum ponto ainda intacto de seus próprios pés enquanto ameaça um novo disparo.
Foi assim com o Canadá, onde houve eleições há apenas alguns meses. Pesquisas apontavam para uma vitória tranquila dos conservadores. Trump achou adequado manifestar reiteradamente a pretensão de anexar o país vizinho. Os eleitores canadenses mudaram de ideia e optaram por outro grupo político. (Em tempo: ontem à noite, o Canadá foi saudado por Trump com uma sobretaxa de 35%.)
Dias depois da votação canadense, o “efeito Trump” foi apontado como decisivo para transformar uma disputa apertada em uma reeleição avassaladora do primeiro-ministro Anthony Albanese, trabalhista, na Austrália.
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Eis que o Brasil entrou no radar de Trump. Ele certamente achou que estivesse ajudando o ex-presidente Jair Bolsonaro ao pesar a mão nas tarifas enquanto exigia a suspensão imediata do processo contra seu aliado.
Ainda tem muita água para passar por baixo da ponte até as eleições de outubro do ano que vem. No entanto, ao menos neste primeiro momento, o uso político das taxas parece ter surtido efeito contrário, revigorando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um momento decisivo de seu mandato.
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O Ibovespa fechou em queda de 0,5% ontem. É muito menos do que se temia.
A reação moderada do governo brasileiro ao tacão tarifário de Trump ajudou.
Depois do fechamento da bolsa, Lula afirmou que só devolverá as tarifas se as tentativas de negociação fracassarem.
Também existe a possibilidade de Trump recuar antes, como tem sido comum.
Hoje, diante de uma agenda fraca, os investidores aguardam a taxação de Trump à União Europeia enquanto repercutem as projeções da Agência Internacional de Energia para a oferta e a demanda global por petróleo.
O tarifaço contra o Brasil deixou clara a importância da diversificação nos investimentos.
Enquanto muitas ações do Ibovespa derretiam com as ameaças de Donald Trump, um setor andou na direção oposta.
O colunista Ruy Hungria te conta qual.
GUERRA COMERCIAL
O Brasil pode escapar dos impactos das tarifas de Trump: economista-chefe da ARX revela estratégias. Segundo Gabriel Barros, Lula teria uma série de opções estratégicas para mitigar os efeitos negativos dessa medida sobre a economia; confira a visão do especialista.
O QUE ESPERAR AGORA?
Efeitos escondidos da tarifa de 50% chegam até as eleições de 2026. A taxação dos EUA não mexe apenas com o volume de exportações brasileiras, mas com o cenário macroeconômico e político do país.
NÃO É SOBRE ECONOMIA
A visão do gringo: Trump quer ajudar Bolsonaro com tarifas de 50% e tenta interferir nas decisões do STF. Jornais globais sinalizam cunho político do tarifaço do presidente norte-americano contra o Brasil e destacam diferença no tratamento em relação a taxas para outros países.
BC PRESSIONADO
Meta de inflação de 3% é plausível para o Brasil? Veja o que dizem economistas sobre os preços que não cedem no país. Com juros nas alturas e IPCA a 5,35%, o Banco Central se prepara para mais uma explicação oficial, sem a meta de 3% no horizonte próximo.
SEM ENDEREÇO CERTO
De Galípolo para Haddad: carta do presidente do BC ao ministro da Fazenda deixa alerta sobre inflação. Embora Galípolo tenha reforçado o compromisso com a convergência, foi o que ele não disse que chamou atenção.
E AGORA, GALÍPOLO?
Dólar disparou, alerta de inflação acendeu: tarifa de Trump é cavalo de troia que Copom terá que enfrentar. Depois de meses de desvalorização frente ao real, o dólar voltou a subir diante dos novos riscos comerciais para o Brasil e tende a pressionar os preços novamente, revertendo o alívio anterior.
VOLATILIDADE CRESCENTE
Embraer (EMBR3) não é a única a sofrer com as tarifas de Trump: as ações mais impactadas pela guerra comercial e o que esperar da bolsa agora. A guerra comercial chegou ao Brasil e promete mexer com os preços e a dinâmica de muitas empresas brasileiras; veja o que dizem os analistas.
DISPUTA NAS REDES
“Respeita o Brasil”: governo recebe apoio contra tarifas de Trump nas redes, com apelo à defesa da soberania nacional. Publicações saíram em defesa do presidente Lula, que conseguiu captar o sentimento nacionalista do país diante da ameaça estrangeira.
DISPUTA INTERNACIONAL, CRISE INTERNA
Tarifa de Trump sobre produtos do Brasil acirra guerra política: PT mira Eduardo Bolsonaro, e oposição culpa Lula e STF. Sobretaxa de 50% vira munição em Brasília; governo estuda retaliação e Eduardo, nos EUA, celebra medida como resposta ao ‘autoritarismo do STF’.
AÇÕES BLINDADAS
XP aponta seis ações defensivas para enfrentar o novo choque de 50% imposto pelos EUA — e duas possíveis beneficiadas. Enquanto a aversão a risco toma conta do mercado, a XP lista seis papéis da B3 com potencial para proteger investidores em meio ao tarifaço de Trump.
UPGRADE NA RENDA FIXA
Renda fixa vai ganhar canal digital de negociação no mercado secundário com aval da CVM; entenda como vai funcionar. O lançamento está previsto para acontecer neste mês, já com acesso a debêntures, CRIs, CRAs, CDBs, LCIs, LCAs e LIGs.
CRIPTO E AS TARIFAS
Bitcoin supera US$ 116 mil; com tarifas no radar, BTC pode servir como reserva de valor, em meio à desvalorização do real. Alta histórica do bitcoin pode servir como proteção para investidores brasileiros em meio à disputa comercial com os Estados Unidos.
NA LINHA DE FRENTE
A Petrobras (PETR4) vai se dar mal por causa de Trump? Entenda o impacto das tarifas para a estatal. A petroleira adotou no momento uma postura mais cautelosa, mas especialistas dizem o que pode acontecer com a companhia caso a taxa de 50% dos EUA entre em vigor em 1 de agosto.
REAÇÃO À PRÉVIA OPERACIONAL
Moura Dubeux (MDNE3) surpreende com vendas recordes no 2T25, e mercado vê fôlego para mais crescimento. Com crescimento de 25% nas vendas líquidas, construtora impressiona analistas de Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander e Safra; veja os destaques da prévia.
PONDERAÇÃO PARA INVESTIDORES
Nem toda boa notícia é favorável: entenda por que o UBS mudou sua visão sobre Itaú (ITUB4), mesmo com resultados fortes. Relatório aponta que valorização acelerada da ação e preço atual já incorporam boa parte dos ganhos futuros do banco.
MAIS UMA DERROTA
Justiça barra recurso da CSN (CSNA3) no caso Usiminas (USIM5) e encerra mais um capítulo da briga, diz jornal; entenda o desfecho. A disputa judicial envolvendo as duas companhias começou há mais de uma década, quando a empresa de Benjamin Steinbruch tentou uma aquisição hostil da concorrente.
FUSÕES E AQUISIÇÕES
Telefônica Brasil (VIVT3) compra fatia da Fibrasil por R$ 850 milhões; veja os detalhes do acordo que reforça a rede de fibra da dona da Vivo. Com a operação, a empresa de telefonia passará a controlar 75,01% da empresa de infraestrutura, que pertencia ao fundo canadense La Caisse.
ATENÇÃO ACIONISTAS
Dividendos e JCP: Santander (SANB11) vai distribuir R$ 2 bilhões em proventos; confira os detalhes. O banco vai distribuir proventos aos acionistas na forma de juros sobre capital próprio, com pagamento programado para agosto.
FIIS HOJE
BRPR Corporate Offices (BROF11) estabelece novo contrato de locação com a Vale (VALE3) e antecipa R$ 44 milhões. O acordo, no modelo atípico, define que a mineradora passará a ser responsável por todos os encargos referentes ao empreendimento localizado em Minas Gerais.
PARCERIA DE LUXO
O Louvre do Brasil? Museu paulistano é patrocinado por joalheria e terá baile de gala com a Chanel. Com parceria de três anos, Pinacoteca vai alinhar iniciativas de conservação e restauro do acervo com os padrões internacionais.
RANKING INTERNACIONAL
Cidade mexicana fora do radar é eleita a melhor do mundo por viajantes; saiba qual é e quanto custa uma viagem até lá. Travel + Leisure premiou este destino como o melhor do mundo pelo segundo ano consecutivo.
O HYPE DA BIRKIN
Por que o leilão desta bolsa usada pode entrar para a história como o mais caro da moda. A bolsa da atriz Jane Birkin será leiloada pela primeira vez em quase 25 anos nesta quinta-feira (10) na Sotheby’s.
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