🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

ONDE INVESTIR NO 2⁰ SEMESTRE

Renda fixa conservadora se manterá atrativa no 2⁰ semestre, mas Tesouro Direto abriu oportunidades de retorno alto

Sem perspectiva de queda nos juros até o fim do ano, títulos atrelados à Selic seguem atrativos, mas investidor pode “travar” retornos elevados em prefixados e indexados à inflação; veja onde investir na renda fixa até o fim do ano

Micaela Santos
Micaela Santos
3 de julho de 2024
6:00 - atualizado às 13:04
Baú de moedas representando o Tesouro Direto
Imagem: Adobe Firefly

Com a forte volatilidade do mercado brasileiro na primeira metade de 2024, a renda fixa acabou funcionando como um porto seguro para os investidores, que foram ficando mais e mais avessos à renda variável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não que a classe de ativos de menor risco tenha ficado imune ao sobe e desce do mercado; afinal, os juros futuros, que impactam diretamente os preços dos ativos de renda fixa prefixados e indexados à inflação, subiram forte, impactando negativamente o desempenho de mercado desses títulos.

Por outro lado, esse aumento nas taxas futuras elevou as rentabilidades desses papéis, abrindo oportunidades para o investidor garantir, por longos prazos, remunerações acima de 11% nos prefixados e 6% mais IPCA nos indexados à inflação.

E se no início do ano o mercado esperava que a Selic chegasse à casa de um dígito, a redução nas expectativas de cortes de juros nos Estados Unidos e o aumento dos ruídos fiscais por aqui levaram o Banco Central a interromper o ciclo de cortes de juros em 10,50% ao ano na última reunião do seu Comitê de Política Monetária (Copom).

Ainda não é possível ter certeza se o ciclo de cortes chegou ao fim ou se esta foi uma pausa temporária, mas o mercado espera que a Selic permaneça em 10,50% ou, no máximo, chegue a 10,25% até o fim de 2024. Seja como for, a taxa básica ainda deve terminar o ano nos dois dígitos, o que mantém a atratividade da renda fixa, inclusive a pós-fixada, de mais baixo risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os próximos seis meses, portanto, o cardápio de recomendações dos especialistas em renda fixa é variado e incluem tanto títulos prefixados, como os pós-fixados (atrelados à Selic e ao CDI) e os indexados à inflação (atrelados ao IPCA).

Leia Também

Esta matéria faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2024. Eis a lista completa:

  • Você está preparado para ajustar sua carteira este mês? Descobrimos as principais recomendações dos analistas da Empiricus Research no novo episódio do “Onde Investir”; confira aqui 

Juro alto ainda mantêm Tesouro Selic atrativo no segundo semestre

Para Marcelo Guterman, especialista de investimentos da Western Asset, o patamar atual da taxa não deve se mexer mais este ano, portanto, segue elevado. No entanto, ele acredita que a taxa tende a recuar a partir do ano que vem, o que exige atenção redobrada ao investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, a escolha deve depender da aposta do investidor sobre o cenário. Caso o BC volte a reduzir a Selic a partir do ano que vem, títulos pós-fixados como o Tesouro Selic também perderão rendimento. Por isso, o título é indicado como o mais seguro apenas se o investidor quiser deixar o dinheiro investido por pouco tempo, e isso vale para o segundo semestre. 

“O que o investidor precisa olhar é, primeiramente, o cenário externo. Se o Federal Reserve começar a cortar as taxas de juros, isso cria espaço para que o nosso BC também derrube a Selic por aqui. Nossa aposta é de que o Fed reduza as taxas ainda este ano”, disse Guterman. 

Em segundo lugar, de acordo com o especialista da Western, o investidor deve ficar atento às discussões sobre a questão fiscal. Atualmente, a falta de sinalização do governo em relação ao corte de gastos e a ausência de âncora fiscal clara têm contribuído para as revisões que elevaram as expectativas de juros e inflação, aumentando as incertezas sobre a política monetária.

Volatilidade e possível queda de juros exigem cautela

Para Guterman, o investidor deve olhar para a sua própria aversão ao risco e seu horizonte de investimentos. “Se for um investimento de curto prazo, não adianta ficar especulando. Mas, se for no longo prazo, vai depender muito do ‘estômago’ do investidor.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os investimentos de longo prazo e com a perspectiva de Selic em queda no ano que vem, a recomendação são os títulos públicos Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+ para proteção contra a inflação. No entanto, o especialista alerta: “Embora os títulos prefixados e indexados ao IPCA estejam com taxas excelentes, o investidor deve esperar volatilidade até o cenário previsto se concretizar.”

“Para quem pode segurar o dinheiro até o final do ano que vem, o Tesouro Prefixado é a melhor opção. Caso contrário, pode ter prejuízo no caminho. A taxa pode subir mais e, com a marcação a mercado, o risco é ter prejuízo ao retirar antes do prazo”, afirma o especialista. 

Em relação ao prefixado, o especialista citou o Título Prefixado com vencimento em janeiro de 2026. Vale lembrar que o Tesouro Prefixado 2026 não está disponível no Tesouro Direto apenas no mercado secundário, via mesa de operações da corretora. O título com vencimento mais próximo no Tesouro Direto hoje é o Tesouro Prefixado 2027. 

Proteção contra a inflação é boa opção, mas prefixados também têm lugar

Já Odilon Costa, head de Renda Fixa da SWM, acredita que a Selic ainda deve permanecer alta também pelo próximo ano, enquanto a inflação deve permanecer baixa. Nesse cenário, ele afirma que a instituição está “bastante construtiva” em relação aos títulos pós-fixados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São investimentos atrelados a um indicador econômico, como o CDI ou a taxa Selic. Além disso, a remuneração é definida no momento de seu vencimento ou resgate. É o caso do título público Tesouro Selic, mas também de títulos bancários como CDBs, LCIs e LCAs indexados ao CDI, investimentos esses que costumam ser indicados inclusive para investidores iniciantes e/ou mais conservadores.

Ao mesmo tempo em que garantem que o poder de compra do investimento não seja corroído ao longo do tempo, os pós-fixados também oferecem a possibilidade de ganhos maiores em cenários de alta de juros. “Para quem quer ter pouca volatilidade, os pós-fixados continuam fazendo bastante sentido”, afirma o especialista. 

Outra boa opção, segundo Costa, são os ativos indexados à inflação, como o título público Tesouro IPCA+, mais voltados para as pessoas que querem se proteger dos efeitos da inflação, principalmente em prazos mais longos.

Ele cita especialmente os títulos com prazo de vencimento de 5 a 7 anos. Entre as opções disponíveis no Tesouro Direto está o Tesouro IPCA+ 2029. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nós estamos em um momento em que, dadas todas as incertezas fiscais e externas, as taxas desses títulos continuam atrativas. Faz muito sentido você ter um pouco de IPCA+ 6,20%, por exemplo, na carteira”, afirma Odilon Costa. “Ainda que isso custe alguma volatilidade no curto prazo.”

O especialista também citou os prefixados. “Hoje, o cenário que o mercado traça é de uma Selic constante até o final do ano que vem. Porém, o prêmio pago nas aplicações prefixadas [ spreads, prêmio adicional em relação à taxa básica de juros, no caso dos títulos públicos, ou aos títulos públicos, no caso dos títulos privados], principalmente as que vencem em 2026 e 2027, oferecem uma Selic terminal próxima de 11,75%, ou 12%. Então, existe um prêmio de remuneração nos ativos prefixados”, afirma. 

Embora a recomendação do head de Renda Fixa da SWM seja de que os ativos atrelados ao CDI e ao IPCA devam ser o “grande bolo” da carteira, é recomendado ter um título prefixado com vencimento mais curto compondo entre 5% e 15% da carteira de investimentos, segundo ele. 

Debêntures, CRIs e CRAs

No crédito privado, os ativos isentos de Imposto de Renda, como as Debêntures Incentivadas, CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), oferecem vantagens atrativas, de acordo com o especialista da SWM. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da isenção de IR, esses títulos também têm emissões atreladas ao IPCA+, com mais uma taxa de prêmio em relação aos títulos públicos. Para Odilon, embora os juros permaneçam em patamares elevados, o ciclo de crédito no Brasil tende a se manter estável, ou até mesmo piorar.

Por conta disso, os investidores devem priorizar empresas “defensivas”, segundo ele. Em outras palavras, priorize os emissores considerados bons pagadores, com melhor classificação de risco (rating).

“Buscar mais risco de crédito com o objetivo de melhorar a rentabilidade da carteira talvez não seja oportuno na conjuntura atual”, alerta. 

O setor de utilidades, ou seja, as empresas que prestam serviços públicos essenciais, como energia elétrica e saneamento, deve seguir como o favorito para esse tipo de aplicação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que o investidor precisa analisar

Mais do que o cenário macro, os investidores que desejam aportar em opções de renda fixa precisam avaliar prazos, indexadores e os devedores dos títulos públicos e privados, afirma Odilon.

O primeiro ponto de atenção é se o banco central dos EUA dará mais pistas sobre os próximos passos da política monetária por lá. “Uma queda nos juros pelo Fed pode resultar em uma queda de juros longos, trazendo mais flexibilidade para a queda de juros no Brasil”, diz. 

Além disso, o fator fiscal na política interna também deve ser levado em consideração. No caso, o equilíbrio das contas públicas e as medidas do governo Lula para cortar gastos. 

Por fim, o mercado deve ficar atento à “credibilidade” do Banco Central, especialmente após a saída do atual presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, no final do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses serão os grandes pontos de atenção no mercado, pois são três fatores que podem influenciar a inflação e os juros mais para frente”, conclui o especialista em renda fixa.

LEIA MAIS: “A gente está longe de resolver a questão fiscal”: CEO da Bradesco Asset vê risco de fim da regra fiscal e déficit de R$ 80 bilhões em 2024

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Ambipar (AMBP3) não é Americanas (AMER3): as lições dos calotes de 2025 no mercado de crédito privado para avaliar o risco da sua carteira

5 de dezembro de 2025 - 18:09

Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente

TEMOR NÃO SE CONFIRMOU

A onda de resgates foi só uma marolinha: para gestor da ARX, fundos de crédito isentos de IR continuarão bombando em 2026

27 de novembro de 2025 - 6:01

Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade

TEMPO LIMITADO

CDB que rende 150% do CDI é a aposta de investimento do Mercado Pago para a Black Friday

17 de novembro de 2025 - 19:32

O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes

RENDA FIXA

Órfão dos CDBs de 120% do CDI do Banco Master? Confira as opções mais rentáveis com outros emissores e indexadores

17 de novembro de 2025 - 6:09

Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar