🔴 [NO AR] ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE: Renda Fixa em 2026: Ainda Vale Comprar Tesouro IPCA+? – ASSISTA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
O país da renda fixa

Mesmo com queda de juros, renda fixa cresceu mais que renda variável em 2023; LCI, LCA, CRI e CRA foram os destaques

Títulos isentos viram crescimentos acima de 50% em número de investidores e volumes; número de CPFs na bolsa se manteve em 5 milhões

B3 com gráficos
B3 divulgou o levantamento anual de número de investidores e volumes nas principais aplicações financeiras do país. Imagem: Shutterstock / Divulgação / Montagem Brenda Silva

Mesmo em um cenário de queda na taxa Selic, a renda fixa cresceu mais que a renda variável em número de investidores pessoas físicas e volume investido no ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os destaques foram justamente os títulos isentos de imposto de renda, como LCI, LCA, CRI e CRA, cuja emissão pode diminuir neste ano após restrições impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Segundo levantamento divulgado pela B3 nesta quinta-feira (15), o número de investidores pessoas físicas (CPFs) com posição em ativos de renda variável na bolsa brasileira no ano passado ficou mais ou menos estável em 5 milhões, com uma leve queda de 1% entre o quarto trimestre de 2023 e o quarto trimestre de 2022.

Já na renda fixa, o número de investidores pessoas físicas (CPFs) cresceu 15% no período, passando de 14,8 milhões para 17,1 milhões.

O valor em custódia nesta classe de ativos cresceu 30% na mesma base de comparação, de R$ 1,65 trilhão para R$ 2,14 trilhão, enquanto na renda variável a alta foi de 20%, passando de R$ 459 bilhões para R$ 551 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O volume médio negociado por dia na bolsa, aliás, caiu 26%, de R$ 8,3 bilhões para R$ 6,1 bilhões.

Leia Também

NOVA RENDA FIXA

Nu Asset aproveita ‘boom’ do Tesouro IPCA+ para lançar três ETFs de inflação; o que esses ativos têm de diferente?

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

Sobrou para o investidor de novo: o que acontece com os CRIs da Oncoclínicas (ONCO3) agora?

A queda na taxa básica de juros reduz a rentabilidade da renda fixa pós-fixada (indexada à Selic ou ao CDI) e favorece os ativos de risco; e realmente o Ibovespa terminou 2023 com um bom desempenho, marcando uma alta de 22,28%, uma das maiores do ano entre as principais classes de ativos.

Porém, 2023 foi marcado por alta volatilidade na bolsa, enquanto os ativos de renda fixa prefixada e atrelada à inflação viram fortes valorizações, fora a atratividade da isenção de imposto de renda em vários desses títulos.

LCI e CRI apresentaram os maiores crescimentos na renda fixa

Um olhar mais detido sobre cada tipo de ativo no levantamento da B3 mostra que os papéis isentos apresentaram os maiores crescimentos dentro da renda fixa, tanto em número de CPFs quanto em volume investido, superando as altas vistas entre CDBs, RDBs e debêntures.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) viram um crescimento de 58% no número de investidores em 2023, passando de 1,5 milhão para 2,3 milhões de CPFs; o volume investido subiu 52%, de R$ 234,6 bilhões para R$ 357,1 bilhões.

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), por sua vez, viram alta de 53% em número de investidores, passando de 200 mil para 307 mil CPFs, e de 56% em volume investido, passando de R$ 44,4 bilhões para R$ 69,2 bilhões.

Entre os títulos do agro, os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) viram os maiores crescimentos: 51% no número de investidores, de 307 mil para 462 mil CPFs, e 52% no volume investido, de R$ 70,4 bilhões para R$ 100 bilhões.

Finalmente, as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) cresceram 29% em número de investidores, de 1,35 milhão para 1,74 milhão de CPFs, e 37% em volume, de R$ 335,1 bilhões para 457,9 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As LCIs e LCAs se mantêm como os títulos isentos mais populares, até por serem os mais abundantes e acessíveis entre as pessoas físicas, além de contarem com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), garantia que CRIs, CRAs e debêntures não têm.

VEJA TAMBÉM EM A DINHEIRISTA - Posso parar de pagar pensão alimentícia para filha que não vejo há quatro anos?

Na renda variável, ETFs e BDRs viram quedas no número de CPFs

Analisando-se individualmente os ativos de renda variável, houve uma queda no número de investidores com posição em ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) e BDRs (recibos de ações estrangeiras) em 2023, de 5% e 41%, respectivamente, embora o valor em custódia tenha subido em ambas as categorias.

O crescimento foi de 30% no caso dos ETFs, de R$ 8,1 bilhões para R$ 10,4 bilhões, e de 42% entre os BDRs, de R$ 5,6 bilhões para R$ 8,2 bilhões.

As ações negociadas no mercado à vista viram um crescimento de 9% no número de investidores, passando de 3,4 milhões para 3,7 milhões de CPFs. O valor em custódia subiu 19%, de R$ 329 bilhões para R$ 391 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os fundos imobiliários viram um crescimento de 25% no número de investidores, de 2 milhões para 2,5 milhões de CPFs. O volume cresceu 19%, de R$ 107 bilhões para R$ 129 bilhões.

Os investimentos mais populares entre as pessoas físicas brasileiras

Embora criado para ser a porta de entrada dos brasileiros no mundo dos investimentos, o Tesouro Direto ainda não se tornou o investimento mais popular entre as pessoas físicas depois da poupança.

Em 2023, houve crescimento de 16% no número de investidores em títulos públicos pelo programa do Tesouro Nacional, passando de 2,1 milhões para 2,5 milhões. O volume subiu 27%, de R$ 99,6 bilhões para R$ 126,8 bilhões.

Os números, porém, ainda estão bem atrás da aplicação mais popular, os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Emitidos e distribuídos por bancos – o que facilita para que estes papéis cheguem à pessoa física – os CDBs são tributados, mas também contam com a proteção do FGC e são muito comuns no mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano passado, o número de CPFs com CDBs na carteira cresceu 12%, de 10,4 milhões para 11,7 milhões. O volume investido aumentou 15%, de R$ 621,6 bilhões para R$ 712,3 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tesouro IPCA+ imbatível no longo prazo 11 de julho de 2026 - 11:59
Em um fundo que traz o Palácio do Planalto e a bandeira do Brasil, um homem de camisa clara aparece no centro com a pergunta: Onde está o risco? Do lado esquerdo da imagem, um selo do IPCA+8 8 de julho de 2026 - 17:32
dinheiro investimentos mercados bolsa 7 de julho de 2026 - 13:50
29 de junho de 2026 - 15:45
Inflação IPCA Bolsa Ações 28 de junho de 2026 - 16:19
securitização seguradoras seguro CDI renda fixa 24 de junho de 2026 - 12:00
Selo para série preços e taxas do Tesouro Direto com uma sacola de dinheiro com pernas subindo e uma porcentagem caída no chão 22 de junho de 2026 - 17:51
Em um fundo verde escuro, um homem de camisa branca e jaqueta azul aparece ao lado direito da imagem. Do lado esquerdo, a pergunta: Renda mais que o CDI? 18 de junho de 2026 - 18:01
investimentos ativos financeiros mercado 18 de junho de 2026 - 12:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar