O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Objetivo da Nu Asset é captar R$ 150 milhões para seu fundo de crédito privado focado em infraestrutura
A Nu Asset, gestora do Nubank, iniciou a segunda oferta pública de cotas de seu fundo de infraestrutura Nu Infra (NUIF11), fundo de debêntures incentivadas com cotas negociadas em bolsa e totalmente isento de imposto de renda para as pessoas físicas.
A intenção da gestora é captar, inicialmente, R$ 150 milhões. O período de reserva das cotas começou em 15 de março (sexta-feira) e vai até 1o de abril.
O Nu Infra é um fundo de crédito privado, isto é, investe em títulos de dívida de empresas (debêntures), que são investimentos de renda fixa. Ainda assim, trata-se de uma renda fixa mais "apimentada" que os tradicionais títulos públicos e CDBs, pois o fundo fica exposto ao risco de crédito das empresas emissoras dos títulos que compõem a carteira.
No caso do NUIF11, estas são isentas de imposto de renda para a pessoa física, por serem debêntures de infraestrutura incentivadas. Isso significa que tanto os rendimentos pagos pelo fundo quanto o lucro com a venda das cotas não sofrem a incidência de IR. Tais debêntures também têm sua rentabilidade atrelada à inflação. Assim, o fundo busca um retorno acima da inflação e isento de IR no longo prazo.
As cotas são negociadas em bolsa de valores, como se fossem ações. Elas podem ser compradas pelo investidor na própria bolsa, mas quem quiser participar da oferta pública poderá adquiri-las com um desconto de 13,59% em relação ao seu valor patrimonial, que é o preço pelo qual os ativos do fundo são avaliados.
"A Nu Asset concedeu esse deságio como forma de mitigar os custos de distribuição para os acionistas que aderirem à oferta, e no futuro busca atingir uma rentabilidade-alvo de 0,5% a 1,0% acima da NTN-B de referência", explica o Nubank, em nota.
Leia Também
A NTN-B de referência, no caso, é o título público indexado à inflação que serve de benchmark para o fundo. Assim, para quem entrar na oferta, a meta do fundo é render de 0,5% a 1,0% acima da rentabilidade desse título público, lembrando que isso não é uma garantia de rentabilidade.
O Nu Infra costuma fazer distribuições mensais de rendimentos. O fundo teve início em junho de 2022 e começou a pagar proventos em setembro de 2023, quando foi listado na B3. Desde então, tem pago R$ 1,10 por cota por mês, o equivalente a um retorno com dividendos (dividend yield) de 12,25% ao ano, em média.
Desde o início, o fundo de infraestrutura do Nubank apresentou um retorno acumulado de 21,8%, o equivalente ao retorno do IMA-B (índice que acompanha o retorno de uma cesta de NTN-B) mais 3,8%.
Por se tratar de um fundo fechado com cotas negociadas em bolsa, o NUIF11 também não permite resgates. Investidores que queiram realizar ganhos com a valorização das cotas ou mesmo sair do investimento devem vender suas cotas a outro investidor na bolsa.
A Nu Asset é responsável pela gestão de três estratégias de crédito privado, que totalizam um volume de recursos sob gestão de R$ 1,9 bilhão. Desde abril de 2022, a gestora já negociou R$ 4,5 bilhões em ativos de crédito privado e analisou mais de 280 operações, com uma taxa de aprovação de 30%.
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira