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Na mais recente pesquisa do Datafolha, Boulos estava à frente com 26% das intenções de voto, seguido por Nunes e Marçal, ambos com 24% das intenções
O último debate promovido pela rede Globo aconteceu na noite de quinta-feira (3) entre os candidatos à eleição para prefeitura de São Paulo.
Os três principais candidatos à frente nas pesquisas de intenção de voto estão empatados tecnicamente na margem de erro — e qualquer escorregão ou destaque seria decisivo.
Foram convidados a participar o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), o apresentador de TV José Luiz Datena (PSDB), o influenciador Pablo Marçal (PRTB), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), e a deputada federal Tabata Amaral (PSB).
Na mais recente pesquisa do Datafolha, publicada antes do embate entre os candidatos, Boulos estava à frente com 26% das intenções de voto. Na sequência, Nunes e Marçal aparecem ambos com 24% das intenções.
Isso coloca os três empatados tecnicamente na margem de erro das pesquisas eleitorais, deixando o cenário para o segundo turno um verdadeiro ponto de interrogação.
Veja a seguir os principais destaques do debate:
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Dado o histórico recente de agressões — como a cadeirada de Datena contra Marçal e um soco do assessor do ex-coach contra um membro da equipe de Nunes — e ataques pessoais, as regras para os debates foram endurecidas.
Ainda que, repetidas vezes, o mediador precise recitar um longo texto de ressalva antes de cada debate — como regras de punições, podendo chegar a expulsão do candidato —, o resultado é positivo. As ideias e propostas se tornaram o centro das atenções e os ataques pessoais se reduziram a alfinetadas pontuais.
O deputado federal voltou a tentar colar sua imagem à de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda que o presidente da República tenha mantido um apoio discreto a Boulos. O candidato mudou a estratégia no último debate, buscando um confronto mais direto com Marçal.
No terceiro bloco, Marçal irritou-se com Boulos, que disse que ele indicou "o time do Doria" para sua equipe e perguntou por que "ele odeia tanto as mulheres".
A provocação do deputado federal não foi por acaso: Boulos vence Marçal no segundo turno, mas perde para Nunes, de acordo com as pesquisas. Por isso, preferiu polarizar com o ex-coach em vez do prefeito.
Já Marçal manteve a estratégia dos últimos debates de adotar um tom mais moderado após ver sua rejeição disparar para 53% do eleitorado. No entanto, há um custo: o influenciador também perde destaque frente aos concorrentes.
Por fim, Nunes foi o alvo preferido dos dois primeiros candidatos, o que obrigou o atual prefeito a defender sua gestão por parte significativa do tempo. E uma regra não declarada dos debates é clara: quem se defende, está perdendo.
Tabata e Datena também não alteraram a estratégia para o último debate entre os candidatos. A deputada federal tentou manter a linha de alternativa a “Lula e Bolsonaro”, “esquerda e direita”, enquanto o apresentador de TV, visivelmente cansado, tentava sem sucesso buscar algum holofote ao confrontar os concorrentes mais à frente nas pesquisas.
No próximo domingo, os mais de cinco mil municípios escolherão seus prefeitos, além de vereadores das suas respectivas cidades. O horário oficial da eleição começará às 8h e será encerrada às 17h.
Em Manaus, capital do Amazonas, e no Estado do Acre, o horário será das 7h às 16h, conforme decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para adequar o resultado ao horário de Brasília, que está uma hora à frente.
Por último, outros 11 municípios do Amazonas vão ter horário de votação ainda mais antecipado: das 6h às 15h (no horário local).
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