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A aprovação do presidente da República melhorou em relação à pesquisa passada, quando atingiu o menor patamar desde fevereiro de 2023

A avaliação do trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a subir, após atingir o menor patamar na pesquisa anterior, de acordo com a Genial/Quaest. Assim, a percepção positiva saiu de 50% para 54%.
Já a desaprovação caiu de 47% para 43% no mesmo intervalo de tempo, ampliando a diferença da aprovação em nove pontos percentuais.
Mas esse respiro da aprovação presidencial foi ofuscado por outro dado da pesquisa, que envolve as mais recentes críticas de Lula contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o mercado financeiro.
Isso porque, para o chefe do Palácio do Planalto, ambos atuam politicamente contra o seu governo. E, para 66% dos entrevistados, Lula está correto ao criticar a política de juros do Banco Central. Apenas 23% discordam do presidente da República.
Vale lembrar também que, em entrevistas recentes, Lula disse ainda que não devia prestar contas ao mercado financeiro, mas sim ao povo — e 67% dos entrevistados concordam com a afirmação.
Para 53% deles, as declarações de Lula não contribuíram para a alta do dólar, enquanto para 34%, elas influenciaram na oscilação da moeda.
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Recapitulando, Lula voltou a realizar mais participações em podcasts e entrevistas, buscando melhorar a comunicação dos feitos do governo.
Dada a recente avaliação da gestão, tal estratégia parece ter dado certo — ao mesmo tempo que também abriu espaço para algumas “caneladas”.
Por exemplo, Lula sinalizou a possibilidade de interferir no Banco Central ao defender que a autonomia da autarquia serve “ao mercado”. Assim, foi entendido que o órgão poderia baixar os juros à força, e não de maneira técnica e ponderada.
“Quem quer o Banco Central autônomo é o mercado", disse Lula em entrevista à Rádio Princesa, em Feira de Santana, também na Bahia.
"O Banco Central tem que ser de uma pessoa que seja indicada pelo presidente. Como é que pode um presidente da República ganhar as eleições e depois não poder indicar o presidente do Banco Central? Eu estou há dois anos com o presidente do Banco Central do Bolsonaro. Então, não é correto", reclamou.
E essas investidas passaram a ser vistas por analistas como um indício de que o presidente vai interferir nas decisões do BC assim que seu indicado assumir o comando do órgão após o fim do mandato de Campos Neto.
Roberto Campos Neto começou seu mandato lá em 2019, apontado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para o cargo de presidente da autarquia, e chega ao fim no apagar das luzes de 2024.
Campos Neto foi o primeiro presidente a gozar da autonomia operacional do Banco Central, o que também vem sendo questionado após a participação do presidente da autarquia em jantares e eventos de opositores declarados de Lula.
Seja como for, o nome mais cotado como sucessor de Campos Neto é o do diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo. Ele tem tanto a simpatia do mercado financeiro como também é visto como alinhado com a visão do presidente Lula sobre a condução da política monetária.
Por fim, vale ressaltar que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023 está em pauta no Senado nesta semana e pode colocar fim à autonomia do BC.
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